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Red Pass

Rumo ao 38

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As Queixas do Porto Sobre a Selecção

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É olhar para a lista de utilizados na jornada dupla e tirar conclusões:

 

1-Clésio (210 min.)

2-Renato Sanches (199 min.)

3-Samaris (180 min.)

Bryan Ruiz (180 min.)

Tobias Figueiredo (180 min.)

Vincent Aboubakar (180 min.)

Maxi Pereira (180 min.)

Héctor Herrera (180 min.)

9-Islam Slimani (178 min.)

10-Miguel Layún (161 min.)

11-Mitroglu (160 min.)

12-André André (142 min.)

13-Jesús Corona (119 min.)

14-João Mário (111 min.)

15-Gonçalo Guedes (109 min.)

16-William Carvalho (102 min.)

17-Raúl Jiménez (101 min.)

18-Rúben Neves (98 min)

19-Iker Casillas (90 min.)

Danilo Pereira (90 min.)

Rui Patrício (90 min.)

Carlos Mané (90 min.)

Ederson (90 min.)

Eliseu (90 min.)

25- Gelson Martins (75 min.)

26- Yacine Brahimi (67 min.)

27- Teo Guitiérrez (58 min.)

28- Nuno Santos (28 min.)

29- Nico Gaitán (20 min.)

O Nevoeiro Revelou Mais um superdragão

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Esta passagem recambolesca pela Madeira teve uma vantagem, revelou mais um superdragão escondido com rabo de fora. Longe de mim pensar que o União da Madeira tinha como presidente da SAD um moço de recados afecto ao Porto.

Achei estranho as declarações disparatadas e a reacção infantil no facebook mas depois lá percebi. Este é o homem que um dia pediu 1 milhão de euros pela transmissão de um Benfica B - União da Madeira na Luz.

Os leitores madeirenses apressaram-se a contar as peripécias deste dragão escondido na Ilha da Madeira. Também o presidente do Marítimo já reagiu e não deixa dúvidas quanto à pinta de Luis Filipe:

"Penso que o presidente do União não anda no seu perfeito juízo. Ato tresloucado deveria ser assacado a quem construiu um estádio naquela zona ou quem construiu mais acima. Está a referir-se, certamente, a quem liderou o processo de obras no Vale Paraíso, por isso deve estar a chamar tresloucado ao Jaime Ramos, ao filho do Jaime Ramos e a outros que lá estavam e construíram do erário público o seu complexo", acusou, acrescentando:"Não é bonito que quem viveu toda a vida à custa do erário público, e que tem e teve a sua vida facilitada através da Secretaria de Educação, ou através do IDRAM ou através da Assembleia Legislativa, dizer agora que o ex-presidente do Governo cometeu um ato tresloucado. Há uma velha frase que tem muito a ver com o União, que é cuspir no prato que comeu. É isso que o líder do União está a fazer."

O presidente do Marítimo questiona porque não se transferiu o União-Benfica para a Ribeira Brava. "Os espectadores que estavam na Choupana cabiam lá perfeitamente", assinalou.

 

Portanto, este episódio do nevoeiro acaba por ser negativo para o Benfica que vinha de uma vitória para o campeonato e de um dos triunfos mais épicos na Europa dos últimos anos e não pôde aproveitar o balanço na Madeira. Mas serviu para revelar mais um clube gerido em tons de azul e dourado.

Qual é o Problema Desta Gente ?!

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O circo continua forte fora de campo.

Basta agarrar numa capa qualquer, neste caso escolhi a do Record, para ser perceber que há algum problema com o pessoal que orienta os clubes rivais.

Pensava eu que ia ser uma época tranquila depois do verão quente. Recordo que depois do Benfica concretizar a conquista de seis troféus seguidos até Maio no futebol profissional, os adversários reagiram com determinação. Os vizinhos resolveram apostar tudo oferecendo uma fortuna pelos serviços da equipa técnica que tinha orientado o Benfica nos últimos seis anos.

Depois o rival do norte consumou o desvio do defesa direito que esteve no Benfica nos últimos oito anos.

Passadas seis jornadas ambos os rivais caminham na frente do campeonato e o vizinho até ganhou uma Supertaça ao Benfica.

Tudo mais calmo e a poderem deixar agora o nosso clube descansado no começo de um novo ciclo. Errado!

Tem sido um festival de declarações nas redes sociais, na imprensa, em meios de comunicação próprios e até em Assembleias Gerais !

 

O clube da nossa ex equipa técnica tem dado uma demonstração de força ao nível do choro com arbitragens. Onde eles sempre foram fortes estão agora imparáveis. Mesmo sendo a equipa com mais penaltis oferecidos na competição, quando o resultado não bate certo com o vencimento da equipa técnica seguem-se dias de escárnio e mal dizer contra tudo e todos. Cá e pela Europa fora. Já ninguém liga. Numa semana ganham no final de um jogo em casa após penalti oferecido e expulsão de um adversário e nada dizem sobre quem apita. Depois não acontece o mesmo milagre final e empatam a zero no Bessa e é o fim do mundo em cuecas. Até aqui nada de novo.

 

O pior é quando nos chegam ecos de reuniões magnas que não nos interessam nada mas passam para assunto na ordem do dia por tanto mencionarem o Benfica.

O homem que dirige o clube verde chama-nos Carnide, fica com a equipa técnica que tanto criticou durante anos e até descobriu que as percentagens de adeptos estão todas erradas.

Afinal, a nossa experiência de vida está toda enganada. Nas escolas primárias, nos liceus, nas universidades, nos nossos empregos, nos nossos bairros, de norte a sul, a diferença entre o número de benfiquistas e sportinguistas é mínima.

Isso de haver muitos mais benfiquistas é uma treta, segundo o anti benfiquista mais mediático do momento.

Somos 4,5 milhões, mais ou menos. Já eles são para cima de 3,5 milhões.

 

Boa. Então porque é que ninguém patrocina as camisolas do Sporting? Ora, porque os sportinguistas insistem em alimentar o mito dos mais de 6 milhões de benfiquista. Isto é tudo óptimo.

Ainda bem que são os sportinguistas os culpados de não verem o que só o seu presidente vê. Nós somos 4,5 milhões, eles 3,5 milhões. Nós não discutimos números, ele culpa os seus de alimentarem um mito com o número dos nossos adeptos. Isto é tão surreal que começa a ser historicamente bom.

 

Por outro lado, gostava de deixar bem claro que não podia estar mais distante desta contagem de adeptos. Nunca gostei que o meu clube andasse atrás de recordes do Guinness, nunca gostei do discurso dos 6 milhões em Portugal e 14 milhões pelo mundo, nunca entrei em nenhuma discussão que andasse à volta do tema milhões de adeptos. Não me interessa.

O que interessa ter milhões, três, quatro, seis ou dez, se só aparecem na Luz 40 mil para o campeonato e 10 mil para as taças? O que interessa isso dos milhões se os pavilhões não esgotam? O que interessa o nome no Guinness se só aparecem poucas centenas nas Assembleias Gerais?

 

Mas a vida ensinou-me que, realmente, somos muitos mais do que os outros todos juntos. Só não sabia que isso causava tanto transtorno nos antis. Desde os tempos em que brincava na rua no meu bairro, desde os tempos da escola primária, preparatória e liceu, desde os tempos de passagens por várias empresas na vida profissional, os benfiquistas sempre foram maioria. Sempre. Depois descobri que até no norte do país há tantos ou mais benfiquistas que portistas. Aliás, a militância dos benfiquistas do norte é apaixonante.

Ora, para a teoria do maior anti estar correcta era preciso que a norte houvesse quase tantos benfiquistas como verdes. Mas aqui quem desempata são os azuis. Perguntem a qualquer adepto portista qual é a rivalidade que tem com vizinhos verdes? Não tem porque existem muito poucos verdes na zona dos dragões. Ou então, perguntem a um benfiquista do norte se prefere ganhar ao Porto ou Sporting. Pois. Nem levam os verdes a sério.

 

Isto é o que a vida nos ensina. Mas isso não interessa nada a partir de agora. Somos 4,5 milhões e temos 3,5 milhões de rivais verdes.

É tão divertido quanto ler Carnide associado ao Benfica. Come-se bem em Carnide, não sei se sabem. Gosto muito daquela zona, não me chateia nada. Só me faz confusão promover um local tão bem conceituado em Lisboa pela sua oferta gastronómica em vez de falarem do Colégio Militar ou Alto dos Moínhos, duas estações de metro com acesso directo à Luz. É um bocado forçado para quem joga algures entre a churrasqueira do Campo Grande e o Lumiar e tem modalidades espalhadas há anos por Odivelas e arredores. Mas Carnide é uma nobre zona, que não sobrem dúvidas sobre isso.

 

O grande líder anti ainda falou em prostituição nas ilhas e continente. Suponho que se tenha referido a pagamentos na ordem dos dois mil euros feitos pelo seu clube na Madeira. Mas isso é lá problema dele.

Quanto ao Cervi, ontem o João Gobern explicou tudo na RTP Informação. Procurem nas vossas boxes que está lá tudo. Vale a pena.

 

Para terminar, o eterno complexado com o Benfica veio explicar que o veterano defesa direito não saiu para o Porto por dinheiro. Pois não, deve ter sido por estar farto de ganhar títulos nos últimos anos e quis experimentar uma equipa que nada ganha há duas épocas por conselho de um Cebola. É isso. Desde que o Nelson Semedo pegou de estaca no lado direito da defesa do Benfica nem me lembro quem lá andou nos últimos tempos. Isso deve ser chato para quem está a gastar uma fortuna no vencimento de um veterano sul americano.

 

Isto tudo com dois pontos de avanço para o Benfica. Nem quero imaginar quando regressarmos à liderança...

 

Porto 1 - 0 Benfica: Reagir Tarde e Mal

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Já vi o Benfica a jogar pior no Dragão e a trazer pontos. Esta é a primeira conclusão depois do final do clássico e tem muita influência por aquilo que o Benfica fez na primeira parte.

 

Havia muita expectativa em relação ao onze que ia ser lançado no Porto. A meio da semana comentei com o Rui Malheiro que me parecia que o André Almeida ia ser chamado. Aconteceu na iniciativa de perguntas e respostas em que o Rui participou pelo Record com os participantes do passatempo da Liga Record. Era uma opção lógica já utilizada no passado. Foi esta a grande surpresa de Rui Vitória no Dragão.

Assim, André Almeida jogou à frente da defesa deixando Samaris mais à frente. Jonas e Mitroglou como atacantes, Gaitán e Gonçalo nas alas. A defesa ficou inalterada. Manteve-se a ideia de sistema de jogo que temos vindo a ver com dois avançados.

 

O resultado desta opção foi agradável, uma primeira parte muito bem conseguida anulando a tentativa do Porto entrar forte e marcar cedo. O jogo esteve equilibrado e o Benfica começou a acreditar que era possível tomar conta da partida e procurar o golo. Por duas vezes Iker Casillas revelou-se decisivo a negar o 0-1, também teve uma reposição de bola má que podia ter sido melhor aproveitada. Além das oportunidades criadas houve a convicção de segurança na defesa com a equipa a jogar mais junta e em bloco. Várias vezes vimos Jonas ou Gonçalo Guedes a recuperar a bola e a ajudar em terrenos recuados.

 

O Porto caiu num jogo previsível, Brahimi mostrava falta de concentração e convicção, Maxi optou por estar sempre no limite do risco, Aboubakar ameaçava ser decisivo e André André foi sempre o mais prático e esclarecido. Mas na primeira parte o Benfica raramente sentiu perigo junto da baliza de Júlio César.

 

Com o Benfica a fazer um jogo prometedor e um apoio incrível dos benfiquistas na bancada, era de esperar uma 2ª parte ainda melhor.

Infelizmente, o Benfica perdeu o equilíbrio no meio do campo e deixou o Porto crescer muito na partida. A equipa de Lopetegui sentiu que tinha conseguido virar o jogo e só não chegou ao golo mais cedo porque Aboubakar primeiro acertou no poste após grande cruzamento de André André e depois porque Júlio César lhe negou corajosamente um golo que parecia feito, novamente a passe de André André. Luisão ainda atrapalhar o avançado do Porto na recarga. Depois houve um cumprimento entre o guarda redes benfiquista e o avançado portista que terminou o episódio segredando a Luisão que poderia ter sacado o penalti ao brasileiro.

 

Os sinais estavam lá todos, os protagonistas azuis eram sempre os mesmos, o entusiasmo crescia também nas bancadas. Custa a perceber porque é que o treinador do Benfica demorou tanto a mexer na equipa. É aqui que o Benfica deixa escapar a oportunidade de pontuar no Dragão. Depois de ter estado perto de marca na primeira parte, a equipa acomodou-se à medida que o tempo ia passando e a sorte parecia proteger a baliza encarnada. Já se sabe que jogar para o empate costuma dar mau resultado.

Nem era aceitável que o Benfica o fizesse depois de ter estado por cima no clássico mas a passividade da equipa técnica ou adiar as substituições levou a equipa a encolher-se demasiado.

Chegados ao quarto de hora final do jogo o Benfica mexe na equipa. Na altura esperava-se que a mentalidade fosse partir do principio que o empate estaria controlado e por isso a ideia seria tentar uma pressão final em busca de um golo vitorioso. Pediam-se jogadores rápidos e imprevisíveis que pudessem devolver a ambição à equipa. Mas a troca de Jonas por Talisca não era o que a equipa precisava. Depois saiu Gonçalo Guedes para entrar Pizzi e a conclusão é que foram trocas sem resultado prático nenhum e , portanto, continuava tudo na mesma. Ou seja, a ameaça de um golo do Porto continuava bem presente e confirmou-se aos 86 minutos pelos pés do homem que mais tinha ameaçado com várias acções no jogo. Um golo perto do final do jogo que acaba com qualquer esperança de reacção.

 

Castigo demasiado pesado? Talvez não, o Benfica esteve mais perto do golo na primeira parte mas o Porto nunca foi tão passivo nessa etapa como a equipa de Rui Vitória na segunda parte.

É como digo no começou da crónica, já vi o Benfica a jogar pior e a sair invicto do Dragão mas também digo que confiar na sorte e recuar tanto costuma dar mau resultado.

É um péssimo resultado numa altura em que a equipa mostrava evolução e até algum entusiasmo no futebol praticado. Hoje a derrota de Aveiro com o Arouca torna-se mais grave porque retira muito cedo margem de erro à equipa. No entanto, o Benfica já mostrou que pode ser feliz e há que aproveitar o que de bom se mostrou em metade do clássico.

 

 

 

Colinho!

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Na qualidade de assessor dos leões para questões de arbitragem, o antigo juiz internacional reuniu-se com o presidente portista, Pinto da Costa, para lhe apresentar o projeto do sorteio dos árbitros proposto pelos sportinguistas.

Os dragões, que votaram contra na Assembleia Geral da Liga a 19 de julho, mas defenderam a medida que foi aprovada dez dias depois na continuação da reunião magna. A aliança entre os dois clubes é encarada pelos altos responsáveis pela arbitragem como uma tentativa de destituição de Vítor Pereira, responsável máximo pelas nomeações

O antigo árbitro Pedro Proença foi quem fez a ponte para um entendimento entre Sporting e FC Porto para que o projeto relativo ao sorteio dos árbitros para a nova época fosse aprovado na Assembleia Geral da Liga.

Ao que o DN apurou, Pedro Proença, antigo colega de curso de Bruno de Carvalho, é atualmente consultor do Sporting para aspetos relacionados com a arbitragem e foi nessa condição que apresentou o projeto numa reunião com Pinto da Costa, presidente do FC Porto, já depois da primeira Assembleia Geral da Liga, a 19 de junho, em que os dragões votaram contra as nomeações por sorteio.

 

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