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Red Pass

Rumo ao 38

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Rumo ao 38

Números dos Nossos Jogadores Emprestados

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Alguns números estatísticos de jogadores emprestados pelo Benfica.

Podem deixar as vossas opiniões nos comentários sobre o futuro deles.

 

Rochinha no Bolton

4 jogos

247 minutos

 

Filip Djuričić no Mainz / Southampton

12 / 9 jogos

1 / 1 assistência

536 / 328 minutos

 

Nélson Oliveira no Swansea

11 jogos

1 golo

1 assistência

402 minutos

 

Candeias no Nuremberga / Granada

16 / 12 jogos

2 / 0 golos

1 / 1 assistência

1050 / 527 minutos

 

João Cancelo no Valência  ( entretanto transferido para o Valência)

13 jogos

716 minutos

 

Bebé no Córdoba

18 jogos

1 assistência

1466 minutos

 

Sidnei no Deportivo de LaCoruña

32 jogos

3 assistências

2880 minutos

 

Hélder Costa no Deportivo de LaCoruña

6 jogos

1 assistência

137 minutos

 

Ivan Cavaleiro no Deportivo de LaCoruña

34 jogos

3 golos

3 assistências

2389 minutos

 

Raphael Guzzo no GD Chaves

37 jogos

8 golos

2 assistências

2770 minutos

 

Harramiz no Farense

34 jogos

8 golos

2 assistências 2

289 minutos

 

Fábio Cardoso no Paços de Ferreira

16 jogos

1327 minutos

 

Rúben Pinto no Paços de Ferreira

16 jogos

1 golo

1371 minutos

 

Rui Fonte no Belenenses

13 jogos

2 golos

1 assistência

1122 minutos

 

Bruno Gaspar no V. Guimarães

28 jogos

1 assistência

2454 minutos

 

 

O Troféu de Campeão

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Esta foto da Isabel Cutileiro faz-me levantar uma questão a que , sinceramente, não sei responder. Apesar do troféu de campeão ter sofrido alterações, esta taça, que se vê na foto, também continua a ser oferecido ao campeão nacional ?

Pedro Adão e Silva Explica Jorge Jesus

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A crónica na última página de ontem no diário Record de Pedro Adão e Silva, que já tem colaborado com o Red Pass, diz tudo sobre a importância de Jorge Jesus no futebol do Benfica. Vale a pena reproduzi-la aqui:

 

"Com ele passei a ter uma visão geral do futebol. Com os outros, treinávamos o ataque, a defesa, mas não havia essa ideia de conjunto. Todos os jogadores deviam ter a oportunidade de treinar com um treinador assim." Cito de cor, mas julgo estar a ser fiel às palavras de Jonas a propósito de Jorge Jesus, aos microfones da TSF, no final do Benfica-Marítimo. Jonas, esse mesmo, que, quando parecia ter chegado ao ocaso da sua carreira, redescobriu o prazer pelo futebol e ajudou a decidir o título.

 

Notem bem, foi Jonas que o disse, mas poderia ter sido qualquer outro jogador - e nem precisava de ter nome de profeta. Há, aliás, uma estranha unanimidade: tenham jogado muito, pouco ou até quase nada, pouco importa, todos os jogadores que passaram pelas mãos de Jesus elogiam a sua visão singular sobre o futebol.

 

Podia, é um facto, não passar de um treinador com capacidade de inovação, mas Jesus traduz a sua ideia de jogo em resultados e, não menos importante, em espetacularidade. Tem, é claro, defeitos (à cabeça a teimosia e a dificuldade em montar uma equipa também capaz de controlar o jogo com bola), contudo, no Benfica dos últimos tempos, há um antes e depois de Jesus.

 

A equipa hoje tem uma ideia de jogo, uma organização coletiva com poucos paralelos e uma identidade de tal forma robusta que vão mudando os jogadores e, com auxílio de dois pares de líderes no balneário, a diferença quase não se sente, mesmo quando joga o "Manel". Nos últimos seis anos, o Benfica só se encontrou em duas situações: vencer títulos ou disputá-los até ao fim.
 

 

Com Jesus como treinador, o Benfica arrisca-se a continuar a ganhar. Sabemos nós, benfiquistas, e sabem-no também adeptos e dirigentes dos nossos rivais. Para que Porto e Sporting vençam o Benfica, já não basta terem jogadores talentosos, precisam, também, de apresentar uma enorme solidez coletiva. O suplemento que Jesus oferece ao Benfica.