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A França começou a perder estes 1/4 de final logo após o jogo com a Suécia. A confusão voltou ao balneário francês e 3 jogadores foram afastados da titularidade com destaque para Nasri. Entrar desta maneira contra a Espanha não é boa ideia e foi sem surpresa que vimos os campeões da Europa e do Mundo a tomar conta do jogo com Xabi Alonso em grande ao comemorar a 100ª presença na Roja com um bis, primeiro de cabeça e depois de penalti a fechar o jogo.
Vitória fácil e jogo simples contra uma França despedaçada, desmotivada e triste. Chegaram a prometer mas na realidade passaram por este euro apenas com 37' de glória, o tempo em que estiveram a vencer um jogo.
A Espanha chega sem grande alarido nem grande brilho mas com impressionante facilidade às meias finais e em posição de defender o seu títulos.
| Espanha | 19:45 | França |
Só mesmo o futebol para dar uns minutos de esperança e sonho aos gregos num confronto com alemães. Aconteceu aos 55' deste jogo quando Samaras igualou uma partida dominada pela Alemanha. Foi só por 6' mas aconteceu.
Confirmou-se a tradição da Grécia não vencer um jogo aos alemães, 3 empates e agora 6 derrotas. A tarefa era complicada e sem Karagounis a equipa de Fernando Santos não teve argumentos para aguentar o jogo após o 2-1. Os gregos até este jogo tinham feito 6 partidas em 2012 onde marcaram sempre 1 golo por jogo, agora até fizeram 2 mas não chegou. Saem do Euro como a única equipa que teve penaltis a favor, falharam um e marcaram este, e confirmaram a precisão na altura de marcar, sempre entre os 45' e os 55'. Foi como disse Joachim Löw no final: foram à baliza 1 vez e fizeram 2 golos.
Esta fórmula grega ultra defensiva resultou uma vez mas com os germânicos não tiveram sorte. Apesar de Löw resolver refrescar a equipa lançando no "11" André Schürrle, Marco Reus e Miroslav Klose, a dinamica não se alterou e todos justificaram a aposta. Reus até apontou um golo de marca tipicamente alemã com um potente remate em jeito de recarga e Klose aproveitou para fazer mais história: 6º jogador a marcar em 5 fases finais diferentes de Euros ou Mundiais atrás de Klinsmann (marcou em 6!), e igualou Völler, Larsson, Henry e Cristiano Ronaldo. É o 2º melhor marcador de fases finais de Euros e Mundiais com 17 golos atrás do compatriota Gerd Müller (18), e na frente de, Jürgen Klinsmann (16), Michel Platini (14) e Just Fontaine (13). Agora com 63 golos é o jogador em actividade com mais golos por uma selecção, Robbie Keane da Irlanda leva 53.
O caminho foi aberto por Lahm que também se revela um dos defesas mais goleadores da história e o domínio dos vice campeões europeus parecia não ter oposição à altura. Foi Samaras quem deu nova vida aos gregos mas a resposta de Sami Khedira, Reus e Klose terminou com qualquer dúvida.
Foi a 15ª vitória seguida da Alemanha em jogos oficiais, um recorde mundial, mostrando assim todos os argumentos para lutar por este título europeu.