Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2012
Saviola Renova Até 2013


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publicado por J.G. às 10:19
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Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2011
Javi e Aimar Lembrados

Los 50 mejores goles de la historia de la Liga española.

Para conferir aqui.


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Segunda-feira, 3 de Outubro de 2011
Saviola


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publicado por J.G. às 09:42
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Sábado, 29 de Janeiro de 2011
Parabéns Saviola

Aos 29 anos e com uma carreira invejável, na qual se destacam as conquistas de Liga Europa, campeonato de Espanha, Liga portuguesa, Mundial sub-20 e medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas, Javier Saviola enriqueceu o seu currículo com o prémio de A BOLA para melhor jogador do campeonato passado. «Uma honra», disse.

- Que significa para si conquistar o troféu de A BOLA para o melhor jogador do campeonato de 2009/2010?
- Em primeiro lugar quero agradecer ao jornal A BOLA por esta distinção, que é muito importante para mim, especialmente por ter sido o meu primeiro ano em Portugal e depois de ter chegado a um clube tão grande como o Benfica. Na verdade estou mesmo muito feliz. Mas este prémio também é dos meus companheiros e do treinador e quero por isso partilhá-lo com toda a equipa, que me ajudou a chegar onde cheguei. É uma alegria muito grande para mim.

- Considera poder dar ao Benfica ainda mais do que aquilo que deu na liga passada?
- Sim, sim, sim, sem dúvida alguma. Tenho muito mais para dar, muito mais futebol, pois estou a começar a sentir-me melhor e entendo que devemos sempre progredir em vez de ficarmos agarrados ao passado. O futebol vive do presente. É preciso continuar sempre a trabalhar, há sempre que continuar a lutar por saber que estamos num clube muito grande, por saber que as pessoas pedem sempre títulos.

- Tem vontade de ficar muitos anos no Benfica?
- [risos] Sim, sim, oxalá, se bem que a vida de um jogador nunca se sabe. Mas, sim, claro que gostava. Vivo um presente bonito e muito bom no clube e espero que possamos partilhar mais momentos juntos, estar com estas pessoas que me têm tratado tão bem e com o clube, que me deu tanto.

- Javier Saviola sucede a Lucho González, antigo médio do FC Porto, mas também argentino, na conquista deste prémio de A BOLA. Tem um valor especial?
- Devo dizer que tenho uma relação muito boa com ele, damo-nos muito bem e é um enorme jogador. Na época passada, quando soube que havia sido ele o eleito como melhor jogador da temporada 2008/2009, fiquei muito contente, mais a mais quando sabemos todos muito bem o que Lucho significa como jogador. O facto de ter ganho a edição passada e agora ter sido eu a vencer este prémio deixa-me muito orgulhoso.

- Está em Portugal há ano e meio. Encontrou o que esperava?
- Estou muito contente, tanto na vida futebolística como na vida pessoal. A minha família também está muito feliz, as pessoas tratam-nos muito bem, o Benfica sempre se portou muito bem comigo. Quando estamos bem na vida pessoal isso nota-se no nível futebolístico. E neste momento estou feliz em ambas as vertentes.


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publicado por J.G. às 11:42
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Quarta-feira, 2 de Junho de 2010
Saviola, Ajoelho-me e Faço-te a Vénia

 

 

Excerto do livro do Saviola:

 

"Ao longo da carreira encontrei vários tipos de adeptos. Dos fanáticos de Sevilha, aos low profile do Mónaco. Mas como também já referi, não encontrei nenhuns com a genuína paixão dos benfiquistas. É quase inexplicável. Sente-se olhando fundo nos olhos das pessoas. Sente-se nas manifestações espontâneas nas ruas, nos restaurantes, no estádio. Sente-se nas cartas que recebemos (...). Quem já passou pelas mesmas situações - em países diferentes, com clubes diferentes e adeptos diferentes - sabe distinguir claramente os sentimentos. Aqui é distinto. Garanto!."

 

"O Benfica é um clube muito especial. Não digo isto para ser politicamente correcto ou conquistar o coração de quem quer que seja. Aliás, antes de vir para Portugal, posso confessar que desconhecia em absoluto esta grandeza. O Benfica foi-me conquistando e convencendo com factos. É daqueles clubes que te surpreende dia após dia. Quando conto isto a alguns colegas de outros clubes eles estranham. Como é que alguém que passou pelo Real Madrid ou Barcelona se pode surpreender? A explicação é simples. O Real ou o Barça são como teatros gigantescos e nós, os jogadores, somos os actores principais de uma grandiosa encenação. No Benfica é outra coisa, mais ligada ao sentimento, ao povo, à paixão. Vem das raízes, é genuíno.” “Os adeptos conseguem transmitir-nos exactamente o que lhes vai na alma. Sentimos essa força na pele. (...). Cheguei a dizer ao Jorge Jesus: "Mister, isto nem no Madrid! O mesmo já tinha acontecido no estágio da Suiça. No meio das montanhas, num local que nem vem no mapa, havia centenas de benfiquistas a apoiar-nos. Após o primeiro treino liguei à minha mãe e disse: "Mãezita, este clube é impressionante!"

 

Javier "El Conejo" Saviola



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Quarta-feira, 19 de Maio de 2010
Nem eu, Sá



«Não vejo razões para sair»

Chega o final da época e surgem sempre algumas dúvidas sobre o futuro dos jogadores mais influentes da equipa. No seu caso, porém, diz que os benfiquistas não se devem preocupar quanto a uma eventual saída. «Não vejo razões para sair. Sinto-me bem no Benfica e também acho que as pessoas estão satisfeitas com o meu trabalho. Quando digo que no final de uma época tudo se avalia é porque no futebol vive-se muito o presente e de um momento para o outro as coisas podem mudar. Mas gosto de estar cá e quero continuar», vincou.

in A Bola

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publicado por J.G. às 08:06
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Domingo, 10 de Janeiro de 2010
Rio Ave 0 - 1 Benfica

chegar a casa às 5 da manhã dá direito a um descanso mais tardio. texto mais logo.


publicado por J.G. às 12:28
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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010
Saviola eleito melhor jogador de Dezembro

O avançado argentino do Benfica, Javier Saviola, foi eleito jogador do mês de Dezembro da Liga, sucedendo a João Tomás, do Rio Ave, no prémio atribuído pelo Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF).

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publicado por J.G. às 01:05
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Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010
Saviola = 3 Pontos


publicado por J.G. às 01:27
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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2009
Sobre Saviola

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publicado por J.G. às 03:38
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Terça-feira, 17 de Novembro de 2009
Saviola em Entrevista à Bola
No seu primeiro dia no Benfica disse que queria voltar a sentir-se goleador. Já tem dez golos em todas as competições. Satisfeito?

— Não. Sou ambicioso e perfeccionista, quero sempre marcar mais. Tenho muito mais para dar, jogar a um nível muito mais alto.

— O melhor golo até agora?

— Contra o Belenenses. Dificilmente corri tanto para fazer um golo, pois jogo sempre mais perto da área.

— Como é que consegue adormecer os seus adversários que o marcam ao segundo poste?

— Duas razões: primeiro, não posso estar perto de Luisão, David Luiz ou Javi García; tenho então de encontrar outra forma de chegar à bola. Raramente nunca me chega limpa. É uma questão de matreirice, de picardias, mais do que o posicionamento. Estou sempre dependente do que pode acontecer dentro da área.

«enorme PRAZER

DE JOGAR COM AIMAR»

— Considera que Aimar voltou ao seu melhor momento de forma?

— Ambos ainda podemos chegar a um nível mais elevado. Às vezes rimo-nos porque sabemos que já não temos 17 e 19 anos, como nos nossos tempos no River Plate. Agora custa-nos mais aguentar todos aqueles jogos de seguida, mas ainda podemos dar mais, chegar um degrauzinho mais acima. Ele é imprevisível, encanta vê-lo pisar um relvado, nunca se sabe o que ele pode fazer. Para mim e para todos, é um prazer ver jogar Aimar.

— Ele é imprevisível mas você adivinha muitas das suas jogadas. Começa a ser imagem de marca as vossas tabelinhas...

— Mas isso é quando nos deixam jogar! A Liga portuguesa é difícil, muito física, os jogadores tratam sempre de destruir o futebol, no bom sentido da palavra: muito defensivo, correr, não deixar jogar. Mas quando podemos, desfrutamos. Isso é o mais importante. Quando se juntam jogadores que sabem jogar futebol chega o momento em que além de ganhar te divertes em campo. Adoro fazer túneis, tabelas, marcar um golo numa jogada ao primeiro toque. Quando podemos, divertimo-nos.

— Compara a qualidade de futebol do Benfica com alguma equipa que já tenha representado?

— Nenhuma equipa é comparável, porque todas têm lacunas e virtudes. A equipa que neste momento tem menos defeitos é o Barcelona. Quando eu estava no Barcelona jogava ao lado de Kluivert e Rivaldo. São diferentes de Cardozo e Aimar.

— Mas este é o tipo de futebol que mais gosta?

— No Benfica jogamos o futebol que mais me beneficia. No Barcelona, por exemplo, joguei muito tempo sozinho na frente, com quatro defesas atrás de mim. Mas este futebol convém-me mais, pois tenho referências como Cardozo, Aimar, Di María... em qualquer momento eles podem decidir um jogo. Esta é uma equipa muito bem formada e se tudo correr bem chegaremos lá acima.

«JESUS LEMBRA-ME

O MELHOR DE BIELSA»

— A qualidade de jogo deve-se mais aos jogadores ou a Jorge Jesus?

— As duas coisas. Um treinador é importante mas se não tiver o apoio dos jogadores a missão torna-se muito difícil. Mas Jesus é um apaixonado pelo futebol, o que nos beneficia muito. Ele está sempre em cima de tudo o que envolve o jogo, os jogadores, não deixa escapar o mínimo detalhe. Para uma equipa é muito motivador saber que se tem esse apoio por parte do treinador. Ele e nós andamos sempre de mão dada. Ele com a motivação que nos dá e os princípios que nos ensina; nós com o nível de compromisso máximo com o que nos é pedido.

— Jesus está ao nível dos melhores treinadores que já teve na sua carreira?

— Já tive de tudo [risos]: é um treinador que me faz lembrar os melhores momentos de Marcelo Bielsa na Argentina: era um técnico que motivava muito os jogadores, estava atento a todos os pormenores tácticos e técnicos, queria os jogadores sempre a 100 por cento. Depois tive outros treinadores que queriam outras coisas... gosto muito da forma como Jesus trabalha, pois tenta fazer tudo para que a equipa seja sempre ofensiva, olhe sempre para a baliza adversária, que em nenhum momento relaxe. Não é bom quando temos um técnico muito defensivo, que empurra a equipa para trás, não demonstra valentia em campo. Com Jorge Jesus mostramos essa valentia, ele fez-nos ter uma identidade ofensiva.

«JAVI GARCIA ESTÁ

EM GRANDE NÍVEL»

— Tem também uma grande relação com Javi Garcia. O que sentiu quando ele marcou o golo da vitória frente à Naval?

— Primeiro, alívio. Estávamos num momento difícil, sem encontrar a chave da vitória. Às vezes temos este tipo de jogos em que a única forma de decidir um jogo é através de um livre, um canto ou uma recarga mais estranha. Fiquei muito feliz por Javi García.

— Está a ser uma grande surpresa. Acha que um dia o Real Madrid poderá arrepender-se de ter vendido o seu passe?

— Quem sai de um grande clube não volta.

— Mas ele voltou: saiu para o Osasuna e foi novamente adquirido...

— Sim, mas isso não vai acontecer duas vezes! Sempre que falamos ele diz-me que está muito feliz no Benfica, sente-se querido, sente-se um grande jogador. Ele encontrou tudo isso aqui. Oxalá que mantenha este nível durante vários anos.

«SINTO-ME MUITO

ÚTIL À EQUIPA»

— Você é o quinto jogador mais utilizado em todas as competições. As pernas já começam a pesar?

— Não. É bom ter uma continuidade. Estar num clube grande implica jogar duas a três vezes por semana. Isso é difícil mas não me sinto cansado. Aguento bem e quando estiver cansado toda a gente irá perceber.

— Disse há dois meses que ainda não tinha atingido o seu tecto no Benfica. E agora?

— Ainda posso melhorar. Já ganhei uma continuidade, sinto-me muito útil à equipa, mas ainda posso dar mais.

— A equipa vai estar preparada fisicamente para o ciclo que aí vem (sete jogos em 28 dias)?

— Só poderemos fazer essa análise depois desse ciclo. No jogo com a Naval, por exemplo, fizemos um esforço terrível: foi ir, ir, chocar, chocar... se esse jogo tivesse sido depois de três semanas difíceis não sei se teríamos forças para o vencer na parte final. Mas estamos bem fisicamente, a equipa tem vontade de ganhar, temos muitos jogadores jovens com vontade de crescer enquanto futebolistas, casos de Fábio Coentrão, David Luiz, Di María, que podem ainda dar muito mais.

«SER CAMPEÃO SERÁ

ALGO GRANDIOSO»

— Desde 2006 que você não ganha um título. É uma sensação difícil para quem se habituou a jogar em grandes clubes?

— É lindo ganhar. Mas há que ter paciência. Ninguém nos vai dar nada, sabemos das dificuldades que vamos ter pela frente, quer na Liga Europa, Liga e Taça de Portugal: é tão difícil vencer a Naval como o FC Porto ou o Sporting. Hoje em dia as equipas estão muito equilibradas, há que lutar sempre. Se queremos ser campeões teremos de sofrer muito.

— Estes meses já serviram para entender a importância de o Benfica ser campeão?

— À medida que o tempo passa noto essa vontade nos adeptos. Cada vez vou imaginando mais a conquista desse objectivo. Ainda falta muito campeonato, mas tenho a perfeita noção de que ser campeão pelo Benfica será algo grandioso.

— Qual foi o episódio que já o marcou no encontro com adeptos na rua?

— Não foi um episódio particular, antes uma coisa mais global: tem-me surpreendido o carinho e a paixão que os benfiquistas têm pelo seu clube. É algo muito específico.

— O que lhe falta para se sentir plenamente realizado enquanto jogador de futebol?

— Hoje em dia é ser campeão. Seria incrível ganhar o título logo no meu primeiro ano no Benfica. É o meu objectivo primordial, mais do que qualquer coisa ligada com a selecção argentina.

Surpreso ao perceber que 'El Pibe' pode convocá-lo a qualquer momento; quer jogar ainda melhor pelo Benfica; as gargalhadas que uma frase provocou Como é que recebeu as declarações de Maradona, ao afirmar que deverá chamá-lo em breve à selecção argentina?

— Fiquei muito surpreendido. Não esperava que ele falasse de mim numa conferência de Imprensa antes de um jogo. Pensei que ele iria apenas falar de jogadores que estivessem convocados, como Di María ou Aimar... deu-me uma motivação extra, sinto agora que posso voltar a ser convocado a qualquer momento.

— Foi ver o jogo com a Espanha, em Madrid?

— Não, vi na televisão, aqui em Lisboa. Infelizmente perdemos. Fiquei logo com aquela tristeza...

«já sabemos

como é diego...»

— Ficará agora mais ansioso?

— Não. Vou continuar a jogar da mesma maneira, sem me sentir pressionado, sem coisas que possam prejudicar o meu jogo. Vou tentar continuar como tenho vindo a fazer agora: pensar primeiro no Benfica e só depois na selecção. Essas declarações deixaram-me algo de muito positivo cá dentro, porque sei que Maradona está a observar-me.

— Acha que já merecia uma oportunidade?

— Agora estou a jogar com assiduidade. No Real Madrid jogava pouco e por isso o seleccionador não podia ver-me. Agora voltei a um bom nível e creio que a melhor maneira é continuar assim.

— Se estivesse no Benfica há mais tempo acredita que já teria sido convocado?

— As carreiras são feitas de altos e baixos. Hoje estás num mau momento, amanhã estás num bom momento. Tens de aproveitar quando estás bem mas também ter a consciência de que nem sempre podes estar no máximo.

— Qual foi a sua reacção quando ouviu Maradona a dizer 'sigan chupando' naquela polémica conferência de Imprensa?

[não evita o riso malandro] A primeira reacção, em conversas com os meus colegas, foi uma enorme gargalhada. As pessoas não estão habituadas que alguém pertencente ao futebol diga uma coisa daquelas, mas há que entender os impulsos de Maradona: ele é uma pessoa muito espontânea, às vezes não mede as consequências do que diz. Diego é assim, sabemos tudo o que ele sofreu e continua a sofrer com tudo o que gira à sua volta. Já sabemos como ele é.

— Às vezes também tem vontade de dizer o mesmo?

— Às vezes [solta uma gargalhada]. Só que há pessoas que se sabem controlar, outras não. Na vida ou dentro de um campo de futebol.

Não vê os leões como candidatos; mas isso será irrelevante no 'derby' marcado para AlvaladeAinda falta mais de uma semana mas aos poucos o jogo vai concentrando as atenções: dia 28 joga-se o derby com o Sporting, no Estádio José Alvalade, o primeiro de Saviola em Portugal. A primeira reacção do argentino ao projectar o jogo é uma enorme satisfação.

«Gosto destes jogos», diz, lembrando-se dos escaldantes River Plate-Boca Juniors ou Sevilha-Bétis, «uma coisa de loucos». Lembra que nestes encontros «não interessa para nada a distância que separa as equipas na classificação», admitindo que nem a possibilidade de o Benfica poder afastar definitivamente os leões do título em caso de vitória garante o favoritismo aos encarnados. «É cedo para dizer o que quer que seja», admitindo que o factor Carvalhal pode ser «motivador». Ainda assim, garante: «Vamos jogar em Alvalade da mesma forma: para ganhar

A conquista do título é a prioridade, numa luta que não incluiu, por enquanto, o Sporting:

— Os nossos concorrentes directos são o Sp. Braga e o FC Porto. Se estão lá em cima na classificação connosco não é por obra do acaso. Já jogámos com o Sp. Braga e percebemos que se trata de uma equipa bem organizada. O jogo teve mais picardias do que eu esperava, mais parecia um jogo disputado na Argentina, mas o futebol é assim... Estamos colados ao Sp. Braga no primeiro lugar com justiça, porque o Benfica é uma equipa que tenta jogar sempre bem, respeita o futebol e não entra por caminhos especulativos. Sabemos que para sermos campeões teremos de sofrer muito, como se viu com a Naval.



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publicado por J.G. às 10:04
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Terça-feira, 22 de Setembro de 2009
Saviola no Olé
O nosso Saviola renasceu na Luz e já suscita a curiosidade na Argentina que começa a pensar se não seria melhor chamá-lo à Selecção.
Em grande destaque no maior jornal desportivo da Argentina, Saviola fala ao seu país.
Para ler aqui:

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publicado por J.G. às 15:55
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basicamente perdemos o campeonato em fevereiro.
Sim.. parabéns :)
Podias colocar igualmente os quadros da Fantasy Le...
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É bom ver-te novamente aqui, João. :)
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