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Pedro Marques Lopes, a Pressão e o Lixo. Aguenta, Pizzi!

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Hoje n'A Bola, o Pedro Marques Lopes cumpre a cartilha e, também ele, menciona a questão dos cartões amarelos ao Pizzi. Nem levo a mal, é pago para isto. Os floreados à volta da questão é que eram desnecessários porque são todos facilmente rebatidos. Mas era preciso encher a coluna e escrever só vejam lá se mostram o raio do amarelo ao Pizzi, era pouco.

 

Tenho para mim que esta conversa dos cartões para o Pizzi encontra semelhanças naquela "polémica" com a data do aniversário do nosso clube. Enquanto o Sport Lisboa e Benfica assinalou, comemorou e festejou o 28 de Fevereiro, anos após ano, até 2003, nunca ninguém levantou nenhum problema. Em 2004, o clube deu natural destaque ao seu centenário e apareceram os experts com os seus dogmas históricos. Os azuis resolveram a questão inventando uma data de nascimento para o século 19, os verdes arranjaram mais uma razão para chorar e berrar. O espelho dos três clubes.
Esta novela à volta do desejado 5º cartão amarelo é a mesma coisa. Durante quase meio campeonato ninguém falou da possibilidade, ou não, do Pizzi ver cartões. Aproxima-se o clássico e, de repente, passou a ser questão nacional. Se durante dezenas de jogos, o Pizzi faz o seu trabalho sem falhar partidas no campeonato, o mérito é seu.

Agora, eu também vi o que foi termos o Pizzi condicionado no jogo dos Barreiros. Com metade desta pressão, Pizzi jogou em bicos de pés e até evitou fazer uma falta numa jogada que podia ter dado golo para o Marítimo. Curiosamente, perdemos esse jogo.

Está explicada a urgência em pressionar o jogador, os adversários e o árbitro para o jogo da Mata Real. O Pizzi tem sido superior a isto mas não é nada bom conviver com esta loucura. É preciso manter a frieza e ser inteligente.

 

Quanto ao resto do artigo do Pedro Marques Lopes, acho que se entusiasmou divagando nas suas fantasias. A história do Jesus afastado das fotografias é só mais uma mentira repetida para passar a ser verdade. Ora então, diga lá em que fotografias o treinador Jorge Jesus foi apagado pelo Sport Lisboa e Benfica. Eu poupo-lhe trabalho, em nenhuma. Para que não fiquem dúvidas, eu esclareci tudo neste artigo: Isto não é uma foto!
De nada, Pedro.

 

Quanto à posição táctica e posicional de Pizzi na equipa do Benfica, nem Luís Filipe Vieira, nem Rui Costa, decidiram onde ele joga. Jorge Jesus tirou proveito de Pizzi, utilizou-o à direita e no meio. Umas vezes melhor, outras pior. Mesmo porque usou outros jogadores nessas posições.

O Pizzi com Jesus fez 31 jogos e marcou por 4 vezes. Depois, chegou Rui Vitória, que até conhecia muito bem Pizzi de outras épocas em que estiveram juntos, e o rendimento foi 47 jogos, 8 golos , na época passada e 42 jogos e 12 golos, só nesta época. Dá para ver bem a diferença e a evolução , certo?

 

Portanto, por estes últimos números percebo bem a necessidade da pressão, o resto do texto é lixo.

Aguenta, Pizzi!

 

 

 

 

O Malandro do Pizzi, o Malandro do Presidente do Vitória SC e a Ausência de Penaltis Contra o Benfica

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 Chegámos aquela fase que eu chamo de carreira de tiro final. Isto é, a recta final do nosso peculiar campeonato. É a altura em que o desespero justifica que vale tudo. Jornais estrategicamente colocados na luta, disfarçados de isenção, calúnias, afirmações incendiárias, polémica, enfim, o verdadeiro vale tudo.

 

Sabemos que estamos nesta fase decisiva quando vemos um jornal diário desportivo, teoricamente isento, a levantar suspeitas sobre os jogos em que o nosso Pizzi não vê cartão amarelo. Assim, à cara podre mesmo.

Depois recupera-se o soundbyte que esteve muito na berra na época passada, por esta altura, claro, que é o facto do Benfica não ter penaltis assinalados contra. Não, não se levanta a questão daquele penalti que ficou por marcar no Bonfim por falta no Carrillo. O problema é a falta de penaltis marcados contra o Benfica.

Aliás, esse árbitro agradou tanto ao país do futebol que está nomeado para nos apitar em Paços de Ferreira!

 

A enorme vantagem do crescimento desportivo do Benfica na última década, é que nos colocou nos centros das decisões de todas as competições de futebol. Algo que se tinha perdido e que chegou a parecer impossível voltar a acontecer.

Fala-se que o Benfica corre atrás do seu Tetra, do seu quarto campeonato seguido conquistado. Mas é bom lembrar que podíamos estar a ambicionar algo bem mais grandioso. É que o Benfica tem estado na luta pelo título sempre até ao fim nos últimos dez anos, umas épocas mais, outras menos. Mas tem sido o objectivo real do clube. A partir de 2009, já lá vão 8 anos, o Benfica tem andado sempre lá em cima. Descontem-se duas épocas de desorientação técnica, e pensemos que podíamos estar neste momento a lutar por um penta. Bastava não ter acontecido aquele empate com o Estoril na Luz, para não voltar a falar do golo do Kelvin.

Isto só trouxe mais maturidade aos jogadores que vão fazendo os plantéis, às equipas técnicas, aos dirigentes e também aos adeptos. Nós já sabemos muito bem o que é viver estas últimas semanas de campeonato, a tal fase do vale tudo. A nós não nos dão nada. Nunca festejamos títulos no sofá como o rival do norte teve. Temos sempre algum clube em cima, nem que seja o Braga! Sim, o Braga lutou até ao último jogo da época em que no Benfica jogavam Cardozo, Aimar, Saviola, Ramires, Coentrão, Javia Garcia, Di Maria e David Luiz!

 

Para não andar muito para trás, recuemos só até a 2016. O Sporting fez o que faz sempre, chateia, insulta, aponta, inventa, reclama, duvida e ameaça. Só que no ano passado estavam a lutar anormalmente pelo título. Uma coisa que lhes acontece de vez em quando. Geralmente, nesta altura preparam a nova época.

Contaram com a abençoada colaboração dos eternos aliados azuis, o clássico no Dragão foi um amigável oferecido ao Sporting na luta desesperada de evitar o título benfiquista. Quando começaram a perceber que o Benfica não ia perder pontos, partiram para ataques jamais vistos em Portugal. Recordo apenas o que fizeram com o menino Renato Sanches. Eu não esqueço o racismo dos verdes no alto do seu desespero. Foi do pior que assisti.

Assim, posso afirmar com tranquilidade que aguardo ataques a ferro e fogo até Maio. Isto do Pizzi é só o começo. Será que este "artigo" não é matéria suficiente para o Benfica fechar as portas das suas instalações ao O Jogo ? Fica a dúvida.

 

Dando o mote para o que aí vem, acho oportuno referir os seguintes factos neste campeonato:

 

Penalties a favor:

Sporting - 7

Porto - 6

Benfica - 4

 

Inferioridade numérica:

Benfica - 50'

Sporting - 26'

Porto - 0'

 

Superioridade numérica:

Porto - 284'

Sporting - 100'

Benfica - 1'

 

Curioso, não?

Mas preparem-se porque o grande escândalo do nosso futebol foi o presidente do Vitória SC ter estado ontem no Seixal a ver um jogo da 2ª divisão com dirigentes do Benfica. Isto sim, uma pouca vergonha.

Além, claro, de não haver penaltis contra o Benfica e do Pizzi não ver cartões amarelos.

Vamos à luta sem medo porque destas batalhas já nós estamos calejados.

 

 

Feirense 0 - 1 Benfica: Uma Fogaça de Pizzi

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 Vida de adepto é mesmo assim. Num sábado faz-se quase 600 Km para ir ver o Benfica lutar por mais 3 pontos num estádio onde se cobram preços de bilhetes ao nível da Liga dos Campeões. Um estádio que não aguenta o festejo dos adeptos na altura mais desejada de se celebrar o golo que nos vale os tais 3 pontos. Uma situação que se repete como em 2012. O roubo dos preços e a fraca resistência das bancadas.

Curiosamente, a próxima paragem é mesmo a Champions League. É possível comprar um bilhete para ir ver o Benfica no mítico Signal Iduna Park (Westfalenstadion), em Dortmund, mais barato que alguns ingressos para Santa Maria da Feira. É a vida de adepto do Benfica.

 

Felizmente, a nossa vida de adepto é feita de momentos muito mais marcantes e positivos do que negativos. Para ir apoiar o Benfica na casa do Feirense motivam-se vários grupos de companheiros. É um excelente pretexto para uma almoçarada com malta vinda dos pontos mais diferentes do país e da Europa. Não há nada melhor que uma tarde, mesmo que longe de casa, à mesa a comer bacalhau assado com azeite quente e conviver sob o lema do benfiquismo. Isto a terminar uma semana de aniversário do clube e em dia que se comemora outra data interessante para um grupo de adeptos que há 25 anos estão Sempre Presentes.

 

Faltava ganhar o jogo.

A recordação que tinha dos jogos na Feira não era a melhor. São sempre jogos muito disputados, difíceis em que é preciso lutar muito para garantir uma vitória pela margem mínima. Foi o que voltou a acontecer.

Este Feirense é uma equipa muito interessante, junta-se ao Chaves e ao Rio Ave, como bom modelo de jogo a revelar excelente trabalho do seu treinador.

 

(Fotogaleria de João Trindade)

 

Da parte do Benfica a tarefa era desde logo mais dificultada pelas ausências de Nelson Semedo e Jonas. André Almeida remenda a posição mas a diferença para o Nelson é enorme, mesmo porque estamos a falar da falta do jogador que mais golos tem dado à equipa a partir do lado direito. Depois, a aposta para acompanhar Mitroglou na frente foi para Zivkovic. Carrillo e Salvio nas alas.

A equipa foi equilibrada por Pizzi que acabou por ser determinante e decisivo ao apontar o golo da vitória antes do intervalo.

Desde a bancada há alternativas que passam pela cabeça dos adeptos. Eu imagino um ataque com Salvio e Zivkovic nas alas e apostava em Cervi a apoiar Mitroglou, isto porque vi o argentino fazer esta posição na América do Sul.

Mas enquanto nos entretemos a discutir quais os jogadores que deviam ir a jogo, o Benfica lutou por sair vencedor da Feira. O golo antes do intervalo foi importante para acalmar a equipa e os adeptos.

Na 2ª parte só um grande susto na baliza de Ederson mas muito sofrimento com a diferença mínima no marcador.

 

Foi uma vitória muito suada mas o objectivo foi cumprido. Não há tempo para grandes considerações, a viagem para a Alemanha está aí e o Benfica quer ir a Dortmund discutir a passagem aos 1/4 de final.

Até lá temos fogaças para lembrar esta viagem a Santa Maria da Feira onde há benfiquistas que sabem receber à ... Benfica!

 

O Futuro Passa Por Pizzi

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 A SAD do Benfica avançou para compra da metade do passe de Pizzi que estava na posse do Atlético Madrid.

Avança A BOLA esta terça-feira que o Benfica terá despendido um valor ligeiramente inferior aos seis milhões de euros pagos ao clube espanhol em julho de 2013, por 50 por cento dos direitos económicos do português.

Pizzi está vinculado ao Benfica até 30 de junho de 2019, com uma cláusula de rescisão de 35 milhões de euros.