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Tetra Campeões

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Paços de Ferreira 0 - 0 Benfica: Nulidade

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 Jogos fora do Benfica, um eterno desafio. Ver em casa ou ir atrás deles? Cada um de nós tem a sua maneira de os viver. Todas válidas, claro.

Penso que se este blog tem algum reconhecimento entre benfiquistas devido ao facto de quem lê acabar por se rever em alguns relatos que aqui partilho. É natural, gostamos todos do Benfica e queremos todos vivê-lo, daí que coincidam muitas vezes as maneiras como nos manifestamos.

Eu, podendo, prefiro sempre estar no estádio onde o Benfica joga. O principio básico desta ideia é muito simples, odeio ter que ver um jogo do meu clube na televisão. Sinto-me preso, inútil e impotente. Irrito-me muito mais, seja por causa dos comentários, que acho que são sempre anti-Benfica, seja por causa das realizações que insistem em repetir mil vezes um lance mesmo com o jogo a decorrer o que nos faz perder partes do desafio. O ecrân é pequeno para um jogo do Benfica que é aquele momento em que a nossa vida pára, em que só temos olhos para o jogo. Sinto que é redutor ver isso através de uma televisão. Isto para já não falar da maneira como o vivemos. Sempre preocupados em não fazer figuras tristes, não dá para cantar bem alto e de pé, não dá para começar de uma lado para o outro porque o campo de visão fica curto. Enfim, já perceberam a ideia.

Só que não dá para ir sempre, pelas mais variadas razões. Mesmo assim, nos últimos largos anos tenho tido a felicidade de ver a maioria dos jogos fora da Luz.

Esta introdução serve para contextualizar algo mais forte e além do jogo. É que estas viagens ao fim de uns tempos tornam-se autenticas jornadas de benfiquismo. Não querendo entrar em pormenores privados lanço a seguinte a questão: de que maneira é que eu ia acabar a ser recebido pela família de um amigo, e companheiro destas jornadas, com outros compinchas na distante aldeia de Chelo, do município de Penacova?

Antes do jogo, passar uma tarde à mesa a comer leitão, beber vinho de qualidade superior e conviver com gerações mais novas e mais velhas sempre com o Benfica como fio condutor das conversas.

Ir a Paços de Ferreira e voltar para dormir na zona de Coimbra. Repetir o almoço, agora com uma incrível chanfana, e apreciar uma paisagem natural, respirar ar puro e depois viajar de volta.

A resposta à questão anterior é simples: por causa do Benfica.

A conclusão é interessante, nós andamos atrás do Benfica e vamos construindo amizades para a vida. Vamos semeando carinho em vários grupos de amigos unidos pelo benfiquismo. Vamos vivendo, conhecendo novos cantinhos do nosso país, aproximamo-nos de gente que tem o mesmo amor que nós e que, geralmente, gosta tanto de conversar como de gastronomia.

A enorme vantagem disto é que a maioria destas jornadas acaba bem, com vitórias do Benfica. Das poucas vezes que a nossa equipa não corresponde e nos deixa abatidos, sentimo-nos em família e torna-se um pouco menos doloroso a passar a desilusão.

Esta é uma forma de agradecer a todos os que vão fazendo parte destas viagens e aos desconhecidos que ainda sentem vontade de dar uma palavra de conforto antes ou depois dos jogos.

Neste particular, e isto foi tudo para chegar aqui, quero deixar aqui um enorme abraço a uns benfiquistas de Fafe que ontem depois do jogo me surpreenderam de forma bem original.

Estava eu sozinho à espera junto ao carro do pessoal que ia seguir viagem de Paços de Ferreira para Coimbra quando oiço chamarem pelo nome. João Gonçalves do RedPass! Gonçalves, tu continua a escrever sobre o nosso Benfica. Vamos ser campeões! Olha, tu é que vais ficar com a bola do jogo, tens de levar contigo a bola. E depois escreve que a malta de Fafe te ofereceu a bola.

Nisto, atiraram mesmo a bola. Não me perguntem como é aquele pessoal saiu do estádio com uma bola. Não faço a menor ideia. Mas resolvi aceitar e trouxe mesmo a redondinha comigo que vou guardar com carinho. Obrigado, pessoal!

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A grande desilusão no relvado

Sobre o jogo apetece-me começar por perguntar: mas, afinal, o que é que foi aquilo?!

Antes do confronto directo com o rival que luta connosco pelo título de campeão, eu esperava uma vitória. Sofrida, com muita luta, muita entrega mas uma vitória.

Casa cheia, bancada nova inaugurada, topos completamente vermelhos, o mini estádio da Luz instalado na Capital do Móvel.

Tudo o que não esperávamos era uma exibição completamente apagada do Benfica. Fiquei com a bomba do Eliseu que o poste devolveu na memória e o lance do Jonas no final do jogo. Mais nada!

A equipa não apresentava alterações significativas mas a produção individual foi uma desilusão total, principalmente dos homens que costuma desequilibrar e resolver. Zero à direita com Salvio, zero à esquerda com Zivkovic. Pizzi, Jonas e Mitroglou nunca estiveram perto de de resolver o problema que a postura defensiva do Paços de Ferreira criava.

Se aquela bomba do Eliseu não entrou, então era preciso esperar um rasgo de génio daqueles jogadores que tornam o nosso plantel acima da média. Infelizmente, não me lembro de uma única jogada que me fizesse sonhar com uma finalização mágica.

 

Claro que o Paços teve mérito na forma como defendeu mas não é aceitável que o Benfica apresente tamanha apatia numa altura tão decisiva da época. A esperança de uma mudança vinda do banco de suplentes também terminou depressa. Nem Rafa, nem Raul, nem Cervi, alteraram nada.

Correu mal, foi mesmo uma desilusão. Os jogadores, a equipa técnica e os dirigentes devem sentir o mesmo.

 

(Fotogaleria: João Trindade)

 

Aqueles segundos após o apito final são do pior que o futebol tem para nos dar. Parece que o mundo se abate sobre a nossa cabeça ali mesmo. Aqueles instantes em que os jogadores saem cabisbaixos e os adversários festejam não fazem sentido nenhum. Não foi para aquilo que saí de casa de manhã e fiz centenas de quilómetros. Não foi para um nulo que estive ali 90 minutos de pé a cantar e a puxar pelo Benfica. É uma sensação horrível. Será que não era melhor estar em casa naquele preciso momento? A ideia de passar mais um dia com companheiros de luta, naqueles segundos, parece parva. Só apetece ir para casa.

Mas depois respira-se fundo, o tempo começa a passar e vamos arranjando maneira de lidar com a desilusão? Como e com quem? Como sempre, com os mesmo de sempre. Discutindo o jogo, conversando sobre o que está mal e imaginar como poderemos dar a volta. Temos direito a isso, vivemos muito para isto e gostamos de ter as nossas opiniões.Faz parte da nossa vida.

Lembrei-me logo que antes daqueles 3-6 em Alvalade, senti o mesmo que em Paços de Ferreira. Isto é cíclico no futebol. Nem está tudo mal quando não se ganha, nem está tudo bem quando se ganha. A menos que se percam muitos jogos seguidos, e aí está mesmo tudo mal, ou que a equipa esteja a golear e a resolver facilmente os jogos todos, e aí está tudo maravilhosamente bem.

 

Já falei da distante época de 1993/94 mas vamos para um ciclo bem mais presente. Espero que este 0-0 seja o mesmo que foi aquele 0-0 na época passada na Madeira com o União. Naquela noite achei que tínhamos entregue o título. Ontem convenci-me que oferecemos a liderança do campeonato. Fizemos por isso.

Depois do empate com o União, o Benfica reagiu bem. Espero que depois de Paços de Ferreira aconteça o mesmo.

 

O bónus veio quase 24h depois quando o Porto não fez melhor e manteve tudo na mesma. Temos que aproveitar esta milagrosa oportunidade para mostrarmos o quanto queremos este tetra. Temos de ganhar o clássico.

Sobre o melhor 11 a apresentar neste momento tenho dúvidas, sobre a qualidade individual no plantel nem por isso. Temos várias opções que têm de ser bem aproveitadas.

Esta passagem pela Mata Real foi decepcionante mas agora falta menos um jogo e acabou por ficar tudo igual em relação ao rival. Acho que a paragem na Liga acaba por ser positiva para o Benfica, é preciso recarregar baterias para o derradeiro assalto ao título.

Nós vivemos para estar com o Benfica, sabemos que estas desilusões fazem parte de um processo que queremos vencedor. Por isso, cada vez somos mais e desejamos melhor.

 

Benfica 1 - 0 Paços de Ferreira: Entrada Certa na Taça da Liga

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 Não era pedir muito mas era essencial para a boa disposição de passagem de ano. Depois do Natal, o último jogo do ano no Estádio da Luz merecia uma audiência digna e os adeptos corresponderam. Convenhamos que para um jogo às 21h15 da Taça da Liga, mais de 30 mil pessoas nas bancadas não foi nada mau.

Um ano tão fantástico como o de 2016 merecia uma última vitória do Benfica para o tornar ainda mais especial. E o Benfica cumpriu, estreia na Taça CTT com três pontos conquistados e uma vitória a fechar o ano.

Não foi uma exibição de sonho, não aconteceu um resultado inesquecível mas este 1-0 serve perfeitamente para fazer a ligação entre o Natal e o Ano Novo com toda a tranquilidade, sem euforias e seguindo o caminho do sucesso.

Houve a curiosidade de ver Celis e Jardel no onze inicial e sentir o regresso de André Horta e mais uns minutos de Jonas.

O golo de Cervi deu sentido a esta última partida de 2016, um ano que vamos recordar durante muito tempo.

Entramos no novo ano com todos os objectivos intactos.

 

 (Fotogaleria de João Trindade)

 

Agora, vem aí a abertura de mercado, um calendário intenso e temos de estar preparados para um ritmo alucinante. As bancadas da Luz perceberam o momento e compensaram a equipa com um apoio emocionante no final do encontro, sinal que estamos todos mais juntos do que nunca e essa é a maior força do Benfica. Unidos, a olhar para dentro e a a dar todo o apoio à equipa porque não nos cansamos de ganhar e querer mais.

Venha 2017.

Datas e Horas das Jornadas 2 e 3 da Taça CTT

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 O jogo com o Vizela para a 2ª jornada da Taça CTT é na Luz dia 3, terça-feira, às 19h15.

O jogo em Guimarães para a 3ª jornada da Taça CTT, fica marcado para dia 10, terça feira, às 21h15.

Recorde-se que o jogo da 1ª jornada é no próximo dia 29 na Luz contra o Paços de Ferreira às 21h15.

Benfica 3 - 0 Paços de Ferreira: A Beleza da Monotonia

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 ( Fotografia: João Trindade )

 

Sei que não interessa a ninguém mas se algum dia alguém quiser saber o que é que eu gostava que fosse um modelo de jogo de futebol envolvendo o Benfica, eu apresentaria esta partida.

Passo a explicar. Este Benfica - Paços de Ferreira roçou a perfeição no que diz respeito à maneira como se vive um jogo. É isto que eu quero na minha vida.

A bonita monotonia das vitórias do Benfica.

A banalização de um resultado como o 3-0.

A rotina aborrecida de somar 3 pontos, atrás de 3 pontos.

Chegar ao minuto 90 e pensar quantos dias faltam para o próximo jogo sem estar preocupado com o final deste.

Não quero emoção, não desejo incerteza no resultado, não faço questão de esperar muito por um golo. Não quero festa nem quero depressão. Apenas golos. Golos que quanto mais cedo aparecerem, melhor. E golos só na baliza adversária. Na do nosso guarda redes quero paz e sossego. Por mim, o Ederson só tocava na bola para ajudar a construir jogadas nossas.

 

É que passo os dias a olhar para o calendário e a desejar que o tempo passe rápido para ver o Benfica jogar. Então aqueles 20 minutos até o jogo começar parecem nunca mais passar.

Só que depois o árbitro apita, a bola rola e, de repente, já passaram um ou dois minutos. Caramba, já só temos uns 88 minutos para ganhar e ainda está 0-0. E a partir daí parece que os minutos voam!

Até ao primeiro golo, queremos que tudo seja mais calmo mas sentimos que vamos em direcção ao minuto 90 de forma dramática mesmo que ainda só tenham passado 10 minutos.

Por isso, é muito importante celebrar o primeiro golo. Também é isto que quero nos jogos do Benfica. Sorrir para o lado afirmando que o Guedes mandou uma bomba e ouvir: "Oh! Já vem tarde, o puto estava a merecer há muito"

É isso! O Gonçalo abriu o marcador à bruta mas o golo estava mesmo a ver-se que vinha dos pés dele porque anda a jogar muito. A naturalidade que me agrada é esta.

 

(Fotogaleria de João Trindade)

 

Com 1-0 sinto-me  menos ansioso e menos nervoso mas não dá para ficar tranquilo. E tudo o quero, a ver os jogos do Benfica, é tranquilidade.

Para muita emoção e reviravoltas espectaculares nos resultados tenho a Premier League ou a Bundesliga. Nas partidas do Benfica quero que tudo seja assustadoramente enfadonho, sem sinal de surpresa nenhum. Só normalidade, só a vitória.

 

No intervalo para evitar pensar muito sobre o jogo nada melhor que perceber que Seu Jorge tem muito bom gosto ao nível do futebol. Não é só no cinema e na música que o artista brasileiro é craque, na escolha da equipa portuguesa para ver ao vivo também revela inteligência. Seu Jorge fez questão de ir à Luz ver o Benfica antes de actuar no MEO Arena. ( para quem quiser saber mais sobre o concerto de Seu Jorge e Ana Carolina siga para bluegazine.pt )

 

Assim, é com muito agrado que recebo o 2-0. Eliseu na assistência, o alvo predilecto dos agoiradores de bancada, Salvio na finalização. A naturalidade do Benfica a ganhar é tão bonita.

Com dois golos de diferença, o objectivo está mais perto de ser atingido. Tudo faz sentido, era para isto que ansiávamos o começo do jogo, para sentirmos esta confiança numa noite em que cumprimos a nossa parte. Em que não há tropeções nem surpresas.

Nada melhor do que Pizzi fazer uma jogada individual que acaba no 3-0. Assunto encerrado. O Benfica voltou a ganhar. A monotonia da vitória é tudo aquilo que quero na minha vida.

Nada de novo trouxemos ao futebol esta noite, o líder era favorito e ganhou. Óptimo. Jogo tranquilo sem grande emoção, é o que se quer. Por mim, era sempre assim. Sempre.

Vivo bem sem triunfos no último minuto ou defesas milagrosas a evitar a perda de pontos.

Mas todos sabemos que são esses jogos decididos de forma épica que ficam mais vivos nas nossas memórias e que são os que dão gozo a isto tudo.

Mesmo assim, prefiro desafio monótonos como o de hoje.

Paços de Ferreira 1 - 3 Benfica: Mobilia Arrumada

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 Já na época passada esta viagem a Paços de Ferreira tinha um perigoso alerta de armadilha. Há pouco mais de um ano o barulho antes do jogo era o mesmo, o árbitro escolhido não agradava aos rivais, as baixas na equipa amarela davam um falso sinal de inferioridade e tudo parecia fácil. Tal como hoje, em Janeiro de 2015 no jogo que abria a 2ª volta, Jonas conquistou um penalti na primeira parte. Na altura Lima falhou e depois vários golos falhados, bolas ao poste e defesas de nível superior aguentaram o empate que caiu no último minuto com um penalti de Eliseu que o Paços não falhou e do nada voaram três pontos.

Esta época a equipa percebeu a importância do jogo e as limitações físicas de cada um, não só pelo jogo europeu a meio da semana como também por causa de uma espécie de gripe que atacou meia equipa em estado febril, pelo menos foi o que o treinador explicou no fim do jogo.

 

Neste contexto o Benfica procurou tomar conta do jogo cedo, Gaitán foi baixa cabendo a Carcela recuperar o lugar no flanco. Rapidamente se percebeu que as ausências na equipa de Jorge Simão estavam bem compensadas, na defesa notava-se instabilidade e insegurança compensada com ajuda extra de jogadores mais avançados mas do meio campo para a frente o entendimento entre Andrezinho, Diogo Jota e Edson dava sinais de real perigo para a defensiva encarnada.

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 Na primeira investida à área do Paços sai o golo de Mitroglou. Mérito de Carcela que inventou a jogada, classe de jonas que devolveu a bola na área de calcanhar, sorte na assistência de Carcela para o avançado grego que aproveitou para facturar pela 7ª vez seguida.

Estava aberto o caminho para uma noite tranquila. Só que o Paços de Ferreira confirmou os sinais positivos em posse de bola e partiu à procura do empate que surgiu numa jogada genial de Diogo Jota, o tal que estava "vendido" ao Benfica. Um grande golo que apanhou a defesa do Benfica pouco agressiva e Júlio César demasiado adiantado.

 

O tempo passava e o desgaste da equipa do Benfica notava-se na falta de velocidade e de risco ofensivo. De bola parada Lindelof teve perto de marcar mas foi Jonas que repetiu o ataque do ano passado na área pacense e ganhou outro penalti. Desta vez, o próprio transformou e não vacilou como Lima.

 

Entrar na 2ª parte a vencer podia ser uma tentação para o Benfica gerir o resultado e o esforço. Era errado porque a margem mínima deixava sempre o Paços dentro do jogo. Fez bem o Benfica em procurar o terceiro golo. Renato e Samaris contaram com a ajuda de Pizzi que abandonou o flanco muitas vezes para vir ajudar no meio de forma preciosa. Foi Pizzi que bateu uma falta para a área do Paços onde apareceu Jardel, outra vez decisivo, a ganhar uma bola no ar que sobrou para Lindelof fazer o seu primeiro golo pela equipa principal do Benfica. Grande momento, inesquecível para o jovem sueco. Jardel já tinha sido importante no lance da bola parada contra o Zenit que deu golo.

 

Com dois golos de vantagem o jogo ficou, finalmente, controlado pelos Bi Campeões. Uma exibição prática e realista, longe de ser encantadora mas muito eficaz. Era o que se pedia, vencer.

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Deu ainda para Eliseu forçar o amarelo e descansar antes do derby, deu para Rui Vitória reconstruiu a ala direita e lançar os regressados Nelson Semedo e Salvio e até deu para um adepto invadir o campo e ir fazer uma vénia aos pés de Mitroglou.

Missão cumprida com mais um apoio fantástico vindo das bancadas de um mini Estádio da Luz na Capital do Móvel.