Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Red Pass

Tetra Campeões

Red Pass

Tetra Campeões

O Hino à Isenção

 

Antes de passarmos ao que interessa, ou seja, a luta pelo apuramento para o Jamor, uma última visita ao clássico de sábado.

Viram o resumo do jogo que o canal público apresentou? A RTP cheia de vontade de mostrar serviço e isenção publica um resumo que passa pela entrada das equipas em campo, com imagens da coreografia da Luz, que sempre dá jeito para embelezar estes momentos, ouve-se, naturalmente, o Ser Benfiquista porque na Luz os jogos começam sempre assim. Depois o jogo, as declarações dos intervenientes e as conclusões finais. Tudo bem. Até que percebemos que a peça termina com a montagem sonora do hino do... Porto!

Mas a que propósito?! Porque também passou um pouco da música popularizada por Luís Piçarra?

Então mas no jogo da primeira volta o resumo também terminou com o Ser Benfiquista?

 

Meus amigos, se querem falar de isenção então falem da iniciativa da BTV que abriu as perguntas ao treinador do Benfica aos representantes dos três jornais diários desportivos. No espaço em que Hélder Conduto recebe Rui Vitória, depois da conferência de imprensa, o jornalista coloca questões ao treinador, são escolhidas algumas perguntas recolhidas junto aos adeptos no final do jogo para que Vitória responda e, desta vez, foi dada a oportunidade aos jornalistas que iam fazer a crónica do clássico para a A Bola, Record e O Jogo, de deixarem uma questão no ar.

Rui Vitória não só respondeu a todos com ainda elogiou a iniciativa.

E sim, até o representante do jornal O Jogo teve o privilégio de fazer uma pergunta ao treinador do clube que tão mal o seu jornal trata.

Sobre isto, o elogio público do jornal A Bola:

abola.jpg

 

Não sei, sinceramente, se os outros jornais elogiaram. Sei que não vi isto ser devidamente divulgado e elogiado. Talvez porque tenha sido uma iniciativa inesperada, contra a corrente e se tenha resumido a falar de futebol.

Acho que foi mais um avanço da BTV para juntar à qualidade que as transmissões do canal apresentam, nomeadamente os relatos do grande profissional que é Hélder Conduto.

 

Em vez de falarmos disto, todos preferem ir atrás de coisas destas:

Leões pedem suspensão de Jonas e Samaris

Porquê? Porque se portaram mal no derby da primeira volta? Porque afrontaram o Sporting?

Não. Porque estiveram atentos ao clássico e têm sempre coisas para dizer.

É engraçado que o Porto - Sporting nem foi assim há tanto tempo e não vi tantos verdes a comentarem esse jogo. Aliás, não vi verdes nenhuns a apontarem nada ao jogo do Dragão e agora estão todos excitados com o Benfica - Porto da Luz? 

Preocupem-se em apoiar o vosso companheiro e aliado da claque da FPF que está na ribalta.

 

Futebol português ou o mundo ao contrário.

 

 

15 minutos à Benfica

1118314.jpg

Hoje no jornal Público vem um interessante artigo assinado por Jorge Miguel Matias sobre os 15 minutos à Benfica.

Aqui o reproduzo:

 

Estádio da Luz a fervilhar. Segundo os relatos da época, 69.021 espectadores nas bancadas a acreditarem que o Benfica treinado por Jimmy Hagan seria capaz de dar a volta a uma eliminatória que tinha começado mal, na Holanda, onde o Feyenoord havia ganha por 1-0 a primeira mão. O titularíssimo António Simões era uma carta fora do baralho para a partida de Lisboa, pois escorregou numa escada quando ia para o treino e partiu um braço. Mas nem o azar do esquerdino tirava a crença dos benfiquistas numa reviravolta do marcador e na passagem às meias-finais da Taça dos Clubes Campeões Europeus. Afinal, havia Jaime Graça, havia Artur Jorge, havia Jordão, havia Nené, até havia Eusébio…

E o jogo não podia ter começado melhor para as “águias”. Estavam decorridos apenas cinco minutos quando Nené igualou a eliminatória. A Luz incendiava-se e começou a arder 26 minutos depois, após o golo de Jordão. Em pouco mais de meia-hora o Benfica dava a volta à eliminatória e fazia o austríaco Ernst Happel, treinador da equipa holandesa, engolir as palavras proferidas depois do triunfo em Roterdão - no campeonato holandês, os portugueses jogariam para “não descer de divisão".

 

Só que o Feyenoord não era uma equipa qualquer. Os campeões holandeses tinham muitos internacionais e dois anos antes tinham vencido a Taça dos Clubes Campeões Europeus e a Taça Intercontinental. A um quarto de hora do fim, um golo de Schoemaker colocou o resultado em 2-1 e emudeceu a Luz. Os “encarnados” estavam fora da prova e, com apenas um quarto de hora para jogar, muitos foram os que desistiram.

 

Centenas começaram a dirigir-se para o exterior do estádio sem imaginar no que estava prestes a acontecer. Num assomo de raiva, num ímpeto de galhardia, o capitão Jaime Graça rouba a bola aos holandeses, que a passavam com algum desdém de jogador para jogador no seu meio-campo. Num ápice ela acaba nos pés de Nené, que marca o seu segundo da noite (o terceiro dos benfiquistas) aos 81’ e dá início a uma goleada que terminaria com o triunfo dos “encarnados” por 5-1, depois de mais dois golos – um de Jordão (87’) e outro de Nené (89’). Três golos nos últimos 15 minutos.

O que se passou naquele período, no relvado da Luz, entrou para a história como os 15 minutos à Benfica. Uma expressão que tenta descrever um futebol avassalador, uma espécie de vendaval ofensivo que empurra os adversários para trás, uma sucessão de ataques incessantes protagonizada pelos homens vestidos de “encarnado” e que encosta o opositor às cordas até o deixar KO, permitindo dar a volta a resultados desfavoráveis.

Muitos anos mais tarde, Nené, o homem daquele jogo, elegeu-o como o jogo da sua carreira. O avançado, na primeira pessoa, em declarações ao PÚBLICO em 2004: “No jogo da primeira mão, em Roterdão, o treinador do Feyenoord, Ernst Happel, meteu-se muito connosco, disse que o Benfica era uma equipa de provincianos que não sabiam jogar futebol. O próprio capitão, van Hanegem, comparou o Benfica ao Excelsior, na altura o último classificado do campeonato holandês. O ambiente no jogo de Lisboa, como sempre, estava fantástico, com o Estádio da Luz completamente cheio. Os jogadores sentiam muito o peso daquele estádio e aos 30 minutos de jogo já estávamos a ganhar por 2-0 – o suficiente para nos qualificarmos para as meias-finais, já que tínhamos perdido o primeiro jogo por 1-0. Mas eles fizeram o 2-1 perto do fim e tudo parecia perdido. Muita gente começou a abandonar a Luz. Lembro-me que os jogadores do Benfica olharam uns para os outros e acho que não foi preciso dizer mais nada. Cerrámos os dentes. As palavras do senhor Happel ainda estavam nos nossos ouvidos e mexeram connosco. Quisemos demonstrar-lhe o que era o Benfica, o Estádio da Luz, o famoso terceiro anel. Nos últimos dez minutos de jogo, marquei dois golos e o Jordão outro. Tinha 22 anos e essa foi, certamente, uma das noites mais inesquecíveis da minha vida.”

Os 15 minutos à Benfica foram, assim, forjados num período aúreo do Benfica, com Jimmy Hagan no comando de uma equipa quase imbatível. O inglês chegou à Luz em 1970-71 e rodeado de uma série de jogadores de excelência conduziu os “encarnados” a três títulos de campeão nacional, o último dos quais praticamente perfeito: 30 jogos, 28 vitórias, dois empates e zero derrotas; 101 golos marcados, 13 sofridos; 18 pontos de avanço para o segundo classificado.

 

Pedro Marques Lopes, a Pressão e o Lixo. Aguenta, Pizzi!

pizzi1.pngpizzi2.png

Hoje n'A Bola, o Pedro Marques Lopes cumpre a cartilha e, também ele, menciona a questão dos cartões amarelos ao Pizzi. Nem levo a mal, é pago para isto. Os floreados à volta da questão é que eram desnecessários porque são todos facilmente rebatidos. Mas era preciso encher a coluna e escrever só vejam lá se mostram o raio do amarelo ao Pizzi, era pouco.

 

Tenho para mim que esta conversa dos cartões para o Pizzi encontra semelhanças naquela "polémica" com a data do aniversário do nosso clube. Enquanto o Sport Lisboa e Benfica assinalou, comemorou e festejou o 28 de Fevereiro, anos após ano, até 2003, nunca ninguém levantou nenhum problema. Em 2004, o clube deu natural destaque ao seu centenário e apareceram os experts com os seus dogmas históricos. Os azuis resolveram a questão inventando uma data de nascimento para o século 19, os verdes arranjaram mais uma razão para chorar e berrar. O espelho dos três clubes.
Esta novela à volta do desejado 5º cartão amarelo é a mesma coisa. Durante quase meio campeonato ninguém falou da possibilidade, ou não, do Pizzi ver cartões. Aproxima-se o clássico e, de repente, passou a ser questão nacional. Se durante dezenas de jogos, o Pizzi faz o seu trabalho sem falhar partidas no campeonato, o mérito é seu.

Agora, eu também vi o que foi termos o Pizzi condicionado no jogo dos Barreiros. Com metade desta pressão, Pizzi jogou em bicos de pés e até evitou fazer uma falta numa jogada que podia ter dado golo para o Marítimo. Curiosamente, perdemos esse jogo.

Está explicada a urgência em pressionar o jogador, os adversários e o árbitro para o jogo da Mata Real. O Pizzi tem sido superior a isto mas não é nada bom conviver com esta loucura. É preciso manter a frieza e ser inteligente.

 

Quanto ao resto do artigo do Pedro Marques Lopes, acho que se entusiasmou divagando nas suas fantasias. A história do Jesus afastado das fotografias é só mais uma mentira repetida para passar a ser verdade. Ora então, diga lá em que fotografias o treinador Jorge Jesus foi apagado pelo Sport Lisboa e Benfica. Eu poupo-lhe trabalho, em nenhuma. Para que não fiquem dúvidas, eu esclareci tudo neste artigo: Isto não é uma foto!
De nada, Pedro.

 

Quanto à posição táctica e posicional de Pizzi na equipa do Benfica, nem Luís Filipe Vieira, nem Rui Costa, decidiram onde ele joga. Jorge Jesus tirou proveito de Pizzi, utilizou-o à direita e no meio. Umas vezes melhor, outras pior. Mesmo porque usou outros jogadores nessas posições.

O Pizzi com Jesus fez 31 jogos e marcou por 4 vezes. Depois, chegou Rui Vitória, que até conhecia muito bem Pizzi de outras épocas em que estiveram juntos, e o rendimento foi 47 jogos, 8 golos , na época passada e 42 jogos e 12 golos, só nesta época. Dá para ver bem a diferença e a evolução , certo?

 

Portanto, por estes últimos números percebo bem a necessidade da pressão, o resto do texto é lixo.

Aguenta, Pizzi!

 

 

 

 

O Malandro do Pizzi, o Malandro do Presidente do Vitória SC e a Ausência de Penaltis Contra o Benfica

pizzi.jpg

 Chegámos aquela fase que eu chamo de carreira de tiro final. Isto é, a recta final do nosso peculiar campeonato. É a altura em que o desespero justifica que vale tudo. Jornais estrategicamente colocados na luta, disfarçados de isenção, calúnias, afirmações incendiárias, polémica, enfim, o verdadeiro vale tudo.

 

Sabemos que estamos nesta fase decisiva quando vemos um jornal diário desportivo, teoricamente isento, a levantar suspeitas sobre os jogos em que o nosso Pizzi não vê cartão amarelo. Assim, à cara podre mesmo.

Depois recupera-se o soundbyte que esteve muito na berra na época passada, por esta altura, claro, que é o facto do Benfica não ter penaltis assinalados contra. Não, não se levanta a questão daquele penalti que ficou por marcar no Bonfim por falta no Carrillo. O problema é a falta de penaltis marcados contra o Benfica.

Aliás, esse árbitro agradou tanto ao país do futebol que está nomeado para nos apitar em Paços de Ferreira!

 

A enorme vantagem do crescimento desportivo do Benfica na última década, é que nos colocou nos centros das decisões de todas as competições de futebol. Algo que se tinha perdido e que chegou a parecer impossível voltar a acontecer.

Fala-se que o Benfica corre atrás do seu Tetra, do seu quarto campeonato seguido conquistado. Mas é bom lembrar que podíamos estar a ambicionar algo bem mais grandioso. É que o Benfica tem estado na luta pelo título sempre até ao fim nos últimos dez anos, umas épocas mais, outras menos. Mas tem sido o objectivo real do clube. A partir de 2009, já lá vão 8 anos, o Benfica tem andado sempre lá em cima. Descontem-se duas épocas de desorientação técnica, e pensemos que podíamos estar neste momento a lutar por um penta. Bastava não ter acontecido aquele empate com o Estoril na Luz, para não voltar a falar do golo do Kelvin.

Isto só trouxe mais maturidade aos jogadores que vão fazendo os plantéis, às equipas técnicas, aos dirigentes e também aos adeptos. Nós já sabemos muito bem o que é viver estas últimas semanas de campeonato, a tal fase do vale tudo. A nós não nos dão nada. Nunca festejamos títulos no sofá como o rival do norte teve. Temos sempre algum clube em cima, nem que seja o Braga! Sim, o Braga lutou até ao último jogo da época em que no Benfica jogavam Cardozo, Aimar, Saviola, Ramires, Coentrão, Javia Garcia, Di Maria e David Luiz!

 

Para não andar muito para trás, recuemos só até a 2016. O Sporting fez o que faz sempre, chateia, insulta, aponta, inventa, reclama, duvida e ameaça. Só que no ano passado estavam a lutar anormalmente pelo título. Uma coisa que lhes acontece de vez em quando. Geralmente, nesta altura preparam a nova época.

Contaram com a abençoada colaboração dos eternos aliados azuis, o clássico no Dragão foi um amigável oferecido ao Sporting na luta desesperada de evitar o título benfiquista. Quando começaram a perceber que o Benfica não ia perder pontos, partiram para ataques jamais vistos em Portugal. Recordo apenas o que fizeram com o menino Renato Sanches. Eu não esqueço o racismo dos verdes no alto do seu desespero. Foi do pior que assisti.

Assim, posso afirmar com tranquilidade que aguardo ataques a ferro e fogo até Maio. Isto do Pizzi é só o começo. Será que este "artigo" não é matéria suficiente para o Benfica fechar as portas das suas instalações ao O Jogo ? Fica a dúvida.

 

Dando o mote para o que aí vem, acho oportuno referir os seguintes factos neste campeonato:

 

Penalties a favor:

Sporting - 7

Porto - 6

Benfica - 4

 

Inferioridade numérica:

Benfica - 50'

Sporting - 26'

Porto - 0'

 

Superioridade numérica:

Porto - 284'

Sporting - 100'

Benfica - 1'

 

Curioso, não?

Mas preparem-se porque o grande escândalo do nosso futebol foi o presidente do Vitória SC ter estado ontem no Seixal a ver um jogo da 2ª divisão com dirigentes do Benfica. Isto sim, uma pouca vergonha.

Além, claro, de não haver penaltis contra o Benfica e do Pizzi não ver cartões amarelos.

Vamos à luta sem medo porque destas batalhas já nós estamos calejados.

 

 

A Entrevista de Ano Novo do Presidente à Bola

 

O Benfica no Excelente These Football Times

611982330-sl-benfica-v-cd-feirense-primeira-liga.j

O excelente site These Football Times dedica um belo artigo à evolução do Benfica no futebol português nos últimos anos. Lamentavelmente, não se debruça sobre cuspidelas de índios e cowboys, preferindo uma interessante visão sobre a recuperação do Benfica nas últimas épocas. Reproduzo aqui o artigo original. É em inglês mas serve bem para desenjoar dos assuntos que dominam a agenda do futebol português:

 

Benfica’s youth-centric plan to rule Portugal and challenge in Europe

 

There is no doubting that FC Porto have been the most dominant Portuguese side of this century. Shrewd signings and high-profit sales fuelled a staggering 11-year period in which Porto won 26 domestic, European and international titles between 2002 and 2013. In the same timeframe, perennial rival SL Benfica could only manage eight – of which just two were league titles.

While Porto earned plaudits for the development of a long list of talents under a long list of brilliant managers, with the most noteworthy being current Manchester United boss José Mourinho, Benfica struggled due to crippling debt and years of mismanagement of the club from top to bottom.

The seeds of revival, however, were planted in 2009 when Benfica welcomed enigmatic manager Jorge Jesus to the club. At the time, Benfica could boast a squad containing David Luiz, Ramires and Angel Di Maria. They won the league in the 2009-10 season but a fire sale was imminent and sustainable and reliable streams through which Benfica could replace these players were not yet clear.

Jesus provided an unusual stability for Benfica and many of the club’s problems were deflected by the absurd nature of their manager, whose personality reflects a Portuguese version of legendary Czech coach Zdeněk Zeman.

Meanwhile, Benfica’s state-of-the-art Seixal academy was beginning to bear its first fruits. André Gomes and Bernardo Silva were the first notable graduates of the academy. However, in the fledgling years of the academy, a disconnect emerged between the youth division and the first team. Jesus was not prepared to give academy graduates the opportunity to stake a claim for consistent first-team football – undermining the existence of the academy itself.

Benfica’s re-emergence would not be complete without the interference of Portuguese football’s third most influential player, Sporting CP. On 5 June 2015, Jorge Jesus announced he would not be renewing his contract at Benfica and would instead join Sporting, their bitter crosstown rivals. At the time, it was not yet known that this would be next step in Benfica’s evolution.

Former Benfica youth team coach Rui Vitória was signed after a wonderful season at Vitória de Guimarães and immediately set about implementing a familiar policy at Benfica which had served him so well there. That policy would involve maximising the use of the academy.

Now, Benfica top the pile in Portugal. They have won three consecutive league titles, including a nail-biting victory against Jorge Jesus’ Sporting in last year’s domestic campaign. But that is only the start of the good news emanating from Lisbon.

The first-team is bursting at the seams with academy graduates, even without the sales of Gomes, Silva, Renato Sanches, Ivan Cavaleiro and João Cancelo, which have cumulatively earned the club over €100 million (not including potentially massive add-ons from Sanches’ Bayern Munich move). Since Rui Vitória’s arrival, young players like Viktor Lindelöf, Gonçalo Guedes, Ederson Santana and Zé Gomes have all made contributions to the first team, with Lindelöf and Santana being notably influential.

These academy graduates have been joined by an extensive list of clever, cheap and young recruits, headlined by the majestic 19-year-old left-back Alex Grimaldo who was signed for just €1.5 million from Barcelona in January. Joining Grimaldo are Franco Cervi (€4.1 million), André Horta (€400,000), Nelson Semedo (free), Andrija Zivkovic (free), Danilo Barbosa (loan) and Rafa Silva at a slightly more expensive €16.4 million.

• • • •

eusebio benfica

Read  |  The unique relationship between Benfica and Portugal’s politics

• • • •

This introduction of youth is not slowing Benfica down either. Still dominant in Portugal, they even enjoyed their best start to a league season in 2016-17 – no mean feat considering the greats of yesteryear.

Furthermore, Vitória has implemented an exciting, fast-paced brand of football that takes advantage of the incredible depth of quality the club possesses in wide areas. This is also the most efficient way of utilising his veteran core through the centre of midfield and defence, which sits deeper and offers the younger creative players the chance to be expressive and to press higher.

The experienced Serbian Ljubomir Fejsa is at the heart of this. He fills a number of defensive gaps vacated by the attacking wing-back pair of Grimaldo and Semedo. In addition, Lisandro Lopez has become an increasingly clever and composed centre-back and, when paired with the menacing Giorgio Chiellini-like Lindelöf, the two complement each other wonderfully well. As a partnership, they are yet to truly be thwarted.

The solidity of that duo has contributed to the incredible attacking output of Grimaldo and Semedo at wing-back, who frequently chip in with goals and assists. The former, with his La Masia-nurtured impeccable technical quality, has taken Portugal by storm this season and is establishing himself in a similar way to Héctor Bellerín at Arsenal last season. The latter, despite a serious knee injury that hampered his 2015-16 season, has cemented his place at Benfica and is now challenging for a starting spot at international level with Portugal. His pace and willingness to run both ways is elite.

Further up the pitch, André Horta has become one of the shrewdest signings in all of Europe as he accustomed himself to the attacking midfield position in Benfica’s 4-2-3-1 seamlessly. Not only that, Horta’s style of play is great to watch. His touch is immaculate and his ability to break the lines with a perfectly weighted pass is similarly eye-catching.

In attack, Franco Cervi and Gonçalo Guedes are not yet providing massive attacking outputs. Despite this, they have made strong contributions in the early stages of their career and Guedes looks as though he could become a high-volume goalscorer in the future. Out wide, Cervi is a pocket-rocket; he is constantly bouncing around in the final third chasing loose balls, pressing and making a general nuisance of himself.

It makes for a feel of general good will around the club. Benfica sit atop not only their domestic league table but are also excelling in Europe again. Debt is being drawn down, and a new TV rights deal will see Benfica earn €40 million per season for the next decade. They even posted a €20 million profit in the 2015-16 year.

The club faces an enormous task to reduce their debt burden in the long-term – believed to be in excess of €300 million – but the foundations are perfectly laid for the club to minimise this debt over the coming decade. This is important because, with greater financial security, Benfica will hold more leverage in their attempts to keep their best talents. This has the potential to elevate the Portuguese champions from elite talent producers to a truly elite European team.

Eventually, most of the wonderful talents will leave the club, and likely for large sums of money. More will replace them and they too will leave. But during these neo-formative years, Benfica are still asserting a dominance that fans will be undoubtedly excited by. All the while, Champions League knock-out round adventures, domestic titles and great football are becoming the norm in at the Estádio da Luz.

Breves Notas Sobre a Entrevista do Presidente na TVi

 

maxresdefault.jpg

 - O Presidente atingiu o auge enquanto entrevistado. Passou com facilidade por esta rara exposição mediática. À vontade na entrevista directa com José Alberto Carvalho e , ainda mais, à vontade na mesa com os três convidados/adeptos. Nota alta para Pedro Ribeiro, o único com confiança para colocar questões menos fáceis.

 

- Luís Filipe Vieira falou de forma directa e com conhecimento de todos os temas que foram colocados. Foi até onde quis ir, esclareceu até onde lhe foi possível.

 

- Talisca, processo disciplinar, Garay, reforços, Seixal, jovens vendidos antes do tempo, contrato com a NOS, Jorge Mendes, passou por tudo isto com resposta sempre pronta.

 

- Pode-se não gostar muito ou pouco, pode-se gostar muito ou pouco, a verdade é que Vieira hoje em dia é que escolhe os momentos para falar, que são poucos, e quando se dispõe a esse exercício passa pelo exame com distinção.

 

- Fugiu a todas as polémicos, evitou responder aos tontinhos e reforçou a postura passado recente: só interessa o Benfica. Os outros que vivam os seus circos com quem quiser assistir. Agradecido, da minha parte.

 

- José Alberto Carvalho (e toda a imprensa) sempre que podia puxava pelo assunto JJ. Fê-lo inúmeras vezes, por isso, Vieira teve que se referir ao ex treinador. Respondeu sempre pedindo para encerrar o assunto e nunca fugindo às questões. Também agradeço. A conclusão que os rivais tiraram é que se passou o tempo a falar deles. Surreal!

 

- Além de Vieira, o grande vencedor da noite foi o projecto BTV. A entrevista foi ultrapassada com facilidade mas a condução deixou a desejar ao nível da profundidade. Na BTV as entrevistas de fundo com o Presidente conduzidas por Hélder Conduto são incomparavelmente mais bem preparadas, profundas e até menos confortáveis para Vieira. E isso é excelente que assim seja.

O Benfica no These Football Times

tft.jpg

 O These Football Times é um dos sites que mais gosto de ler. Sempre com artigos excelentes à volta do futebol e com uma qualidade gráfica e escrita superior.
Certamente, os autores que ali escrevem ainda não devem ter descoberto a interessante prosa do rei dos comunicados e, por isso, perdem tempo com um clube que chamou a atenção nos últimos dias pela sua prestação na  Champions League. Os golos contra o Bayern, os elogios dos adversários, o ambiente da Luz e a paixão dos benfiquistas inspiraram o These Football Times a publicar este completo artigo.

É uma pérola que devem descobrir clicando na imagem de cima.

Por cá, a verdade desportiva ficou fora de jogo.