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Red Pass

Rumo ao Tetra

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Manchester United 2 - 2 Benfica: Crónica de Uma Viagem a Old Trafford Com Passagem em Wembley

 

Horas após o regresso de Inglaterra, mais particularmente de Londres, a única certeza que trago é que não foi a última vez que visitei a capital inglesa. Agora , mais do que nunca, tenho a certeza que em Inglaterra sou muito feliz e tenho vivido alguns dos melhores dias da minha vida. Recordando: foi em Anfield Road que vi o épico 0-2 , foi em Londres que conheci de perto a realidade de Upton Park e Emirates Stadium em dia de jogo e acrescentei agora o capítulo de um dos maiores apoios no estrangeiro que o Benfica teve. Estive em Old Trafford e voltei a ser feliz. Pelo meio ainda fui conhecer essa casa do futebol chamada Wembley.

 

Desta vez tudo começou com a possibilidade de ir ver um concerto histórico numa sala emblemática de Londres. Quando a vontade é grande e o esforço igual tudo se vai conseguindo e organizando para vivermos momentos únicos. Consumada a presença em Inglaterra por causa do tal concerto tal como explico detalhadamente no Grandes Sons aparece a oportunidade de meter mais uns euros, mais dias de férias e fazer uma ligação por comboio Londres - Manchester para estar no Old Trafford a apoiar o Benfica rumo aos 16 melhores da Europa.

 

Mãos à obra, marcação de vôos, hóteis, viagens de combóio e afins, tudo via internet e com ajuda preciosa de outros companheiros benfiquistas que se juntaram nesta aventura. Tal como na viagem de há dois anos contei com o apoio e excelente companhia da minha mulher que ao fim destes anos já deixa escapar desabafos deste género: «tenho de renegar o gosto por ver estes jogos ao vivo porque não tenho vida para ir sempre a jogos». Bonito.

 

Partida para Londres sábado de manhã e logo um belo avistamento na Portela já com alguns viajantes a exibirem cachecóis do Benfica nos embarques para Manchester e Londres. A operação começava bem devido ao excelente desfecho da véspera na terrível Batalha Naval da Figueira da Foz. Rodrigo era o assunto do dia.

Chegar a Londres e ter a tarde toda para aproveitar é óptimo. Check in no hotel bem no centro da cidade, carregar os passes para metro e autocarro e correr para os locais do costume, Covent Garden, Picadilly, Oxford, Soho...

A atracção pelas lojas que só podemos visitar na net com aquilo de que gostamos é irresistivel. Roupa e vinil no topo das preferências e um esforço para não estoirar com o visa em poucas horas.

Sem combinações encontramos o grupo de companheiros que viajaram mais tarde. Em pleno Soho sugerem-nos jantar num libanês (thai, emendou um dos companheiros de viagem) com excelente relação preço/qualidade/ambiente chamado Busaba, fica a sugestão. É bom termos gente amiga a divagar pela mesma cidade e incrível a facilidade com que nos cruzávamos ocasionalmente. Durante o fim de semana via-se cada vez mais benfiquistas a passear.

 

Domingo de manhã foi para ir conhecer um dos locais mais emblemáticos do futebol mundial. Já não fui a tempo de conhecer o original mas fui agora ao novo Wembley muito motivado pela tal foto que aqui publiquei com a nossa camisola exposta logo na página oficial na internet.

Viagem de metro do centro de Londres até à zona 4 onde fica Wembley Park. Saída da estação e primeiro susto, tudo aquilo que eu imaginava estava certo tirando um pormenor: não havia estádio nenhum à vista. Reconheci a escadaria que desce ao passeio largo que dá acesso ao recinto de onde são tiradas aquelas lindas imagens de rumaria popular em dia de jogo, especialmente na final da FA Cup.

A explicação estava num enorme nevoeiro que não deixava ver nada 300 metros à frente dos olhos. Ou seja, fomos avançando pelo passeio com base em memórias visuais e intuição do que eu conhecia pela televisão. Até que chegámos a um parque e lá deu para perceber que havia ali qualquer coisa.

A simplicidade com que os responsáveis ingleses tratam do acesso ao seu estádio só tem paralelo na imensa paixão e enorme orgulho que sentem pelo seu futebol! Fiz a marcação da visita em Lisboa via internet. Paguei e imprimi as folhas que me mandaram e ao mostrá-las na porta do estádio fui imediatamente encaminhado para a sala de espera do Tour sem mais confusões nem explicações. Ganhei uma credencial toda gira e ficamos numa entrada cujo "tecto" é apenas e só a famosa trave da baliza da final do Mundial de 1966! Logo para ficarmos rendidos à primeira.

 Rapidamente chega um guia. Figura tipicamente escocesa, ar de adepto fervoroso de estádio e um discurdo marcado pelo humor britânico. Podia ser um funcionário a cumprir o seu papel sem alma nem paixão. Mas não. O homem vibrava e respirava futebol por todos os lados. Quis saber a nacionalidade de cada um dos visitantes e respectivos clubes e à medida que ouvia as respostas disparava sempre um comentário sobre a equipa. No meu caso olhou para o Manto Sagrado que fiz questão de levar, grandes ocasiões grandes vestimentas, apontou para o emblema e disse; Benfica? OH, Eusébio!! Great, great team Benfica Lisboa! Tinha feito um amigo.

 Sentados nas bancadas superiores do estádio vemos a beleza e o encanto de Wembley, lembro-me da final de Maio que o Barça venceu, da FA Cup de estreia neste novo recinto que o Liverpool ergueu, dos playoffs de acesso às divisões principais. Mal se via a bancada do lado contrário, o nevoeiro aqui é tipo Choupana. Sam, o guia, mantinha um diálogo sempre aberto connosco. Confessou ser escocês mas adepto do Manchester United. Meteu-se com pai e filho ao meu lado que tinham vindo de Liverpool para ir testemunhar a vitória dos reds na casa do Chelsea nessa tarde. Sempre bom ambiente, aproveitei para também lhe ensinar qualquer coisa que ele não sabia. Não é só a Inglaterra que tem uma estádio próprio para a sua Selecção jogar, tipo estádio Nacional. Expliquei que o Jamor também tinha esse propósito e que até foi lá que o Celtic do seu país viveu o momento mais alto da sua história ao vencer a Taça dos Campeões. Ficou admirado porque sempre pensou que esse jogo tivesse sido no Stadium of Light. Não lhe consegui explicar porque é que o Jamor não é melhor aproveitado.

 

Andámos nas escadarias, corredores, áreas vip, bares, balneários, acesso ao relvado e lugares honrosos do estádio. Se os nossos novos estádios têm 5 estrelas da UEFA este tem de ter 6 tal é o luxo de todos os acabamentos e pormenores. Sentei-me perto do lugar do Platini na final da Champions e por momentos não me importava de entrar naquela Mafia da UEFA para poder ver dali os grandes jogos. Depois de ter agarrado na réplica da Champions em Barcelona em Abril passado tive a enorme honra e prazer em levantar a mais bela e antiga Taça de competições de clubes, a FA CUP!

 

O fim da visita é feito num hall com uma maravilhosa exposição com uma montra por cada final da Champions. Lá estava o encarnado do Benfica bem vivo a marcar a história da competição. Um orgulho passear com o emblema glorioso por Wembley e sentir tanto respeito pelo nosso clube. Acabei a tirar uma foto com o grande Sam e a explicar-lhe que ele ia conhecer o Rodrigo brevemente.

 

Na loja do estádio levantei umas lembranças compradas baratas na altura da marcação da visita, um guia oficial do Estádio, um pin da Selecção, um dvd e uma bandeira que considero levar a alguns jogos do Benfica, branca e de cruz encarnada. Inglaterra, realmente a pátria mãe do futebol.

 

De regresso a Londres os encontros habituais com locais que adoram futebol e reconhecem o nosso Manto Sagrado, o respeito de sempre que insistem em mostrar pela nossa história e muitos incentivos para vencer em Old Trafford. Nas imensas conversas com ingleses nunca ouvi um nome de um árbitro, de um dirigente, de queixas da federação nem de nenhum Rui Santos lá do sitio. Nada, apenas e só futebol. Golos, memórias, tradições, histórias de adeptos e paixão pelos clubes. Ali sim, adoram futebol.

 

A segunda feira mais dedicada ao tal concerto por isso passemos para Terça Feira. Acordar cedo mandar abaixo mais um British Breakfast que pode ser traduzido para a nossa língua como um pequeno almoço à Benfica. Coisa à homem, bacon, ovos, salsichas, feijão e pão torrado. Maravilha. Fazer check out no Hotel e seguir a pé para a estação de Euston onde já se via muitas camisolas berrantes a desfilar. Também os bilhetes de comboio foram comprados online e nenhum stress houve para embarcar. Tudo tão organizado e simples que até irrita. Viagem de duas horas tranquila com carruagens confortáveis que perto do nosso Alfa são um luxo. E o preço nem é muito diferente, 17£ para Manchester, 11£ no regresso.

 

À saída da estação Picadilly em Manchester uma novidade, o frio dali é muito mais apurado que o de Londres que já é agressivo. Depois o costume numa cidade desconhecida, apanhar um táxi para andar meia dúzia de km's, já que o hotel até era bem perto da estação embora não parecesse no gps. E um estranho olhar e despachanço do taxista na chegada à zona marcada. Percebemos depois que ficámos bem no centro do bairro gay de Manchester! Bandeiras e nomes de bares bem grandes para ninguém ter dúvidas. Hora de agradecer a companhia da minha mulher, deu um jeitão aqui. Mas não se riam a pensarem que só este casal é que ficou ali na zona rosa. Nada disso, quase toda a comitiva de pessoal conhecido que ficou a dormir uma noite ali foi parar à zona do arco íris. Para ninguém se ficar a rir. Muitas piadas irão circular futuramente à conta desta estadia.

 

Na verdade Manchester pareceu-me uma cidade não muito grande que tem na zona gay uma das maiores comunidades. De resto vi uma avenida principal com comércio animado, a zona chinatown com muita oferta de jogo e comida mas sempre muito longe do encanto de Londres.

O estádio é bem longe do centro da cidade e o trânsito não é muito melhor que o de cá. Optámos por ir de autocarro depois de saber que só havia comboio para o estádio às 19h15. Queria chegar cedo para ver bem as imediações de Old Trafford e comprar uns pins e ver a Megastore para depois entrar com calma.

O autocarro pára bem perto do recinto que nos aparece no horizonte depois de passarmos uns bairros residenciais. Com a sua fachada de vidros e muita iluminação mais parecia um shopping. Mas ao chegarmos perto andando a pé revela-se um estádio imponente, muito bem cuidado como é hábito naquele país e com ambiente à volta digno dos grandes jogos. Uma Megastore bem recheada como é normal para aqueles lados, um atendimento impecável e um sistema de pagamento tão rápido que nem parece dia de jogo. Depois do jogo manteve-se aberta.

 

Feito o reconhecimento fomos para a fila da entrada na bancada. Acompanhados pelos habituais cavalos das polícia e com uma revista prática e nada hostil por parte de seguranças e polícias locais. A entrada muito estreita pelo torniquete, tudo parecido com o que vivi em Anfield Road. Subir e entrar na bancada, o impacto de ver ao vivo um velho espaço tão familiar de horas e horas de transmissões televisivas. Parece maior na televisão, sem dúvida. Bonito e muito vermelho, quase que nos sentimos em casa com aquelas cores. Caras conhecidas pela bancada e a certeza que íamos ser mais de 3 mil a puxar pela equipa. O pormenor dos seguranças quererem toda a gente nos respectivos lugares marcados no bilhetes chegou a irritar-me, pois o meu bilhete não era ao lado do da minha mulher. Lá escapámos à ira organizativa daquela gente que nem admite que haja um só adepto nas escadas. Não estamos habituados a tanto civismo, essa é que é essa. Ficámos na última fila com os enormes cativos atrás de nós, cabines envidraçadas onde adeptos viam o jogo com uma bela écran de tv ao lado a dar o jogo , e onde vimos a roubalheira do golo do Berbatov, enquanto comiam e bebiam à vontade. Gente que no fim ficou lá a ver a nossa festa. Uns senhores que mesmo atrás de mim só abandonaram o camarote quando me deram os parabéns aplaudindo e mostrando o polegar em sinal de aprovação ao nosso Benfica e ao nosso apoio. Nesses segundos o orgulho que sinto em ser Benfica é arrepiante. Eu que nem simpatizo com o United acabo por agradecer e desejar boa sorte para o jogo com o Basileia. Estes gajos são mesmo irritantes, obrigam-me a gostar e dizer bem deles!

 

Como em Liverpool as bancadas só enchem quando as equipas entram lado a lado. Sabia que o ambiente de Old Trafford não era o mais barulhento mas estava preparado para um apoio local tremendo. Quando o jogo começa e noto que nem o célebre "Glory Glory Man United" ouvi passei ao ataque. Cantar, cantar e cantar pelo Benfica. Aos poucos os mais de 3 mil benfiquistas tomaram conta do ambiente sonoro de Old Trafford. Era lindo estar ali a cantar de pé pelo Benfica sem reacção à altura dos ingleses que cada vez pareciam mais admirados com o nosso entusiasmo. Estavam à espera que tremêssemos. Mas ali tremer só se fosse de frio, nós somos do Benfica não tememos nenhum estádio e onde vamos é para nos fazermos ouvir. Ainda por cima a equipa está em sintonia connosco e toma conta do jogo. Daí até ao golo foi uma loucura de emoções. Quando vejo a bola entrar festejei como se fosse o 0-3, ou seja, a continuação de Liverpool! Incrível como chego a Inglaterra e vejo o meu Benfica deixar de rastos os temíveis favoritos Liverpool, campeão europeu em título, e Manchester United, vice campeão europeu.

São minutos de sonho, estamos outra vez no topo da Europa que olha novamente admirada para o Benfica a bater o pé em pleno Old Trafford! Canto emocionado como cantei em Anfield mas desta vez tenho a minha cara metade a aplaudir connosco e a compreender como é tão comovente estar ali num local tão especial e só se ouvir BENFICA BENFICA BENFICA!

 

A maneira como o Benfica jogava, a forma fácil e até bonita como construía os ataques estava a encher-me de satisfação, valia todo o trabalho e esforço das últimas semanas para ali estar.

Meia hora depois do jogo começar, confirmei no relógio ao lado do marcador, finalmente percebemos que os adeptos da casa não eram só figurantes. UNITED UNITED UNITED , ouviu-se fortemente e pela primeira vez o Old Trafford em desespero à procura do empate. De pouco lhes serviu porque a nossa gente sentiu-se picada e aumentou o apoio e lá voltou o ambiente da Luz a Manchester.

Até que Berbatov faz o 1-1. Em fora de jogo gritou-se na nossa bancada. Ideia confirmada quando me virei para trás e ver claramente na tv o golo ilegal. Sentimento de revolta mas nada de rendição.

 

Ao intervalo 1-1 em Old Trafford não era mau mas para o que tínhamos visto era muito pouco. O que pensar para a 2ª parte? Será que aguentamos o ritmo, será que eles vão mexer na equipa e aparecem espicaçados?

Afinal foi mais do mesmo, da nossa bancada o apoio continuava brutal a puxar a equipa para o meio campo do nosso lado. Lá veio a altura em que o ManU tenta tomar conta do jogo e chegar à vantagem, lá se ouvem alguns cânticos de apoio mas tudo muito tímido. Entretanto Artur apresenta-se aos ingleses que ficam incrédulos com duas defesas impossíveis e olhavam para nós espantados. Pois é, o tempo dos Robertos e Júlio Césares já lá vão. Ladies and Gentlemans: Artur, The Great Keeper of the EAGLES

 

Mas finalmente a muralha cedeu, e já sem Luisão em campo o Manchester chega mesmo à vantagem e não vou esconder que na altura pensei que se tinha acabado o estado de graça e que a partir dali as coisas iam ser negras. Do pensamento à reacção vai um minuto. Bola a meio campo e volta o grito de revolta FAZ O GOLO ALLEZ!!! e a esperança de ver que o nosso acreditar era o mesmo da equipa que não perdeu tempo em subir no terreno, pressionar os adversários, recuperar uma bola no ataque, rematar por Bruno César e confirmar pelo Mago Aimar o restabelecer da justiça naquele marcador! 2-2 o Benfica não se abate assim, o Benfica está vivo, o Benfica ainda não perdeu esta época e não vai ser Old Trafford a contrariar esse facto! Eu vi na baliza do lado da minha bancada o Aimar fazer um golo ao Manchester United, mesmo ali à minha frente. Se isto não vale uma viagem então não sei...

 

Depois foi sofrer até ao fim, já faltava pouco para carimbar em pleno Old Trafford o apuramento para a fase final dos 16 melhores da Europa. E pensar que no Verão tanto benfiquista via a equipa tombar nas pré eliminatórias...

Apesar dos nervos sentidos na altura por faltas parvas, cantos cedidos, a escolha de Ruben Amorim em vez de Nolito e de olhar para o relógio de minuto a minuto, a verdade é que sentia que ia sair novamente triunfante de Inglaterra. Senti uma enorme alegria em perceber que o país que melhor trata o futebol reserva para mim noites tão épicas. Deve ser o agradecimento pela enorme admiração que sempre tive por todo o futebol britânico, só pode.

 

E aqueles minutos sofredores a ver a bola a passar perto da baliza lá do outro lado de repente dão lugar a uns segundos de magia pura em que acho que até sustive a respiração ao olhar para a progressão do Rodrigo perto da área de De Gea. A jogada termina com um remate que dava um golo que mandava abaixo aquele lado do estádio. Saiu uns centímetros ao lado. Foi um final de jogo com as batidas cardíacas no máximo. Tudo o que de melhor o futebol nos pode oferecer, emoção alta com o nosso clube do coração num dos palcos mais emblemáticos do mundo.

Termina o jogo e o sonho concretizava-se: ir a Manchester carimbar o apuramento para os 1/8 de final da Champions quando ainda falta uma jornada para terminar a fase de grupos! Enorme proeza do Benfica na mais importante prova de clubes do mundo. Não há palavras que descrevam o ambiente naquela bancada no final do jogo. Felizmente já não foi novidade para mim. Obviamente que não vai ser a última vez que me vou sentir assim tão recompensado por ser benfiquista e apostar em seguir o meu clube Europa fora.

Mas é sempre especial e inesquecível.

 

É verdade que o Benfica goza de uma especial simpatia e enorme respeito em Inglaterra muito por culpa dos nossos antepassados com Eusébio na frente da lista mas podemos dizer com muito orgulho que a nossa geração muito tem feito para saber merecer essa admiração e até aumentar a nossa boa fama nas últimas décadas. Nos últimos 6 jogos com equipas inglesas só perdemos 1! Eu já testemunhei dois apuramentos europeus na prova máxima da UEFA em estádios ingleses. É um dos pontos mais altos como adepto de futebol poder viver a atmosfera de um jogo do seu clube em Inglaterra, antes, durante e depois da partida. Pelo menos eu vejo assim o futebol.

We Are S L B !

 

 

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