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Red Pass

Blog pessoal dedicado ao Benfica

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Sven-Göran Eriksson – A Minha História : Uma Biografia a Comprar

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Gosto de biografias destas. Li no verão o livro de Alex Ferguson e mal posso esperar para colocar os olhos neste com o treinador do melhor Benfica que vi jogar. O Diário de Notícias dá uma ajuda e revela já partes da passagem pela Luz do sueco:

Sven-Göran Eriksson revela que encontrou "um futebol português mais sujo e corrupto" quando regressou ao Benfica, em 1989, e considera que não há ninguém mais "poderoso" do que Pinto da Costa.

O sueco Sven-Göran Eriksson diz ter encontrado no regresso ao Benfica, em 1989/90, um futebol português "mais sujo e mais corrupto", na biografia do treinador, que vai ser publicada na próxima semana e que já tinha sido pré-publicada, em primeira mão, pelo DN. "Durante a minha ausência de cinco anos de Portugal, o futebol tornou-se mais sujo e mais corrupto. Havia muitos escândalos e muitas conversas sobre árbitros. O FC Porto crescera e tornara-se poderoso", lê-se no capítulo do livro "Sven-Göran Eriksson - A minha história", dedicado à sua segunda experiência pelo comando técnico dos "encarnados".

 

Na biografia, que escreveu com Stefan Lövgren, o atual treinador dos chineses do Guangzhou Evergrande, registou ainda que, entre os cinco anos que mediaram as suas passagens pelo Benfica, "os três 'grandes' de Portugal transformaram-se nos dois 'grandes'. Agora, era tudo entre Benfica e FC Porto. O Sporting ficara para trás".

"O Benfica tinha uma boa equipa, definitivamente capaz de ganhar o campeonato, mas, ao fim de cinco jornadas, já o FC Porto era o grande favorito. Só que, nesse ano, o título nacional não era a nossa grande ambição. Tínhamos os olhos postos na Taça dos Campeões, a mais prestigiante das competições europeias", recordou.

Esteve perto de concretizar esse objetivo, com a polémica qualificação para a final, "selada" com um golo com a mão de Vata, no Estádio da Luz, em Lisboa, frente ao Marselha, depois de ter perdido por 2-1 no recinto dos franceses. "Do banco, não consegui ver nada - só que a bola caminhou na direção do nosso jogador Vata e entrou na baliza em seguida. Alguns dos jogadores do Marselha reclamaram desabridamente, mas o golo foi validado (...). Os jogadores do Marselha acusavam Vata de ter marcado com a mão. Na cabina, fui ter com ele e perguntei-lhe como tinha sido. Não respondeu. Só olhou para o chão. Disse-lhe que não estava zangado. Pelo contrário. Havíamos ganho e estávamos na final. Vata levantou-se e mostrou-me como tinha tocado na bola com o braço. 'Okay', disse eu. E até lhe dei uma palmada no ombro", explicou.

No encontro decisivo, frente aos italianos do AC Milan, em Viena, a derrota por 1-0, com um golo do holandês Frank Rijkaard, deixou o sueco irritado, não pelo desaire frente a uma equipa "enormemente favorita", mas sim pelo facto de ter "estado tão perto".

Na pré-época seguinte, o Benfica visitou Angola e Moçambique, onde, em Maputo, Eriksson comprovou a verdadeira importância de Eusébio, que, para contrariar a vontade de Fernando Martins, escolheu para treinador de guarda-redes. "Quando o autocarro parou, as portas se abriram e Eusébio saiu, fez-se silêncio. Do alto das escadas, Eusébio ergueu a mão em saudação. Um rapazinho chegou-se à frente, talvez tivesse 12 anos. Aproximou-se devagar de Eusébio e tocou-lhe na mão. E, de repente, a populaça entrou em erupção. Era como se ninguém acreditasse que o verdadeiro Eusébio estava ali e o rapazinho, ao tocar-lhe, o fizesse real. Nunca vi nada assim. Nunca pensei como Eusébio era tão grande em África", descreveu.

 

Dessa temporada, Eriksson lembrou uma visita conturbada ao Porto, onde os "dragões" só abriram os balneários uma hora antes do "clássico", o que levou a uma troca de palavras entre o sueco e o presidente dos "azuis e brancos". "Pinto da Costa, o presidente do FC Porto e o homem mais poderoso do futebol português, apareceu, avisando que, segundo os regulamentos, só eram obrigados a abrir os balneários uma hora antes do jogo. "Respeito-o muito sr. Eriksson", disse-me, "mas guerra é guerra". O técnico sueco acrescentou: "Quando abriram a cabina, descobrimos que tinha sido pulverizada com qualquer espécie de químico que não nos deixava respirar. Os nossos jogadores tiveram de se equipar nos corredores."

Apesar disso, o Benfica venceu no Estádio das Antas, por 2-0, com dois golos de César Brito - para Eriksson "um jogador periférico", do qual nunca mais ouviu -, e praticamente assegurou a conquista do título de campeão.

 

A época seguinte, segundo o sueco, "transformou-se num pesadelo" e ditou a sua saída no final da mesma. Ao longo das mais de 300 páginas da sua biografia, Eriksson recorda vários episódios da sua carreira, como a chegada ao Benfica, em 1982, como aposta do então presidente Fernando Martins: "A opção do presidente por um sueco de 34 anos para treinador não fora muito bem vista pela direção. Durante uma longa reunião, aquilo a que os portugueses chamam assembleia, muitos dos dirigentes mostraram-se contra a minha contratação. Finalmente, Fernando Martins fingiu um problema cardíaco e foi retirado de ambulância. Aparentemente, houve 18 dirigentes que se demitiram em desacordo."

Estádio da Luz Faz Hoje 11 Anos

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O Sport Lisboa e Benfica convidou o Nacional de Montevideo para um jogo amigável. O desafio inaugural terminou com uma vitória do Benfica por 2-1. Os dois golos foram marcados por Nuno Gomes, perante uma assistência de 64 386 espetadores. Antes do início do jogo, surgiu pela primeira vez uma águia vinda do topo das bancadas. O voo da águia Vitória é atualmente um símbolo indissociável do novo Estádio e um momento esperado e apreciado por todos.

 

Já lá vão 11 anos!

Antes de Lamela Já Tínhamos Disto na Luz

Braga, da Cidade dos Arcebispos ao mini Dragão

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Ir a Braga já foi uma viagem simpática para os benfiquistas que enchiam o 1º de Maio para apoiar a equipa em jogos sempre complicados contra o Sporting local. Como se dizia catolicamente nos resumos do Domingo Desportivo, a Cidade dos Arcebispos, era um local onde o Benfica jogava em casa. Foi assim durante muitos anos, Braga era benfiquista assim como o Salgueiros era o Benfica do norte.

 

Além dos muitos duelos com o Sporting Clube de Braga também houve contra outras equipas do norte que preferiam jogar no 1º de Maio para fazer uma boa receita de bilheteira. Quem não se lembra do jogo do "pau de Marmeleira" do Manuel Machado após uma vitória sobre o Moreirense?

Também foi lá que empatámos com o Porto no arranque do campeonato 1986/87. O estádio das Antas estava a ser rebaixado e marcou-se o clássico para Braga. Enchente benfiquista e um empate conseguido a poucos minutos do fim.

Em Braga o Benfica sagrou-se campeão nacional após o famoso 3-6 de Alvalade, numa 4ª feira o Gil Vicente também escolheu o 1º de Maio para a festa do título.

 

A última vitória na década de 90 no antigo recinto do Braga aconteceu em 1995. Depois só em 2001 e 2003 na despedida antes da mudança. Muitas recordações ficam do Braga do 1º de Maio. A mais remota que guardo em termos europeus foi do relato de um Braga - Tottenham em 1984 que ficou 0-3, em Londres tinha sido 6-0, mas em Braga abriram as portas na 2ª parte para o povo ir ver os Spurs ao vivo.

 

Mudança de século, mudança de estádio, mudança de atitude.

Embora nunca tenha sido um jogo fácil havia , como se viu atrás, a vantagem do apoio nas bancadas. O clube minhoto resolveu aproveitar a mudança de estádio para mudar a mentalidade e criar ali uma força considerável no futebol português. Com o presidente António Salvador no comando o Braga cresceu. Desde logo com a preciosa ajuda do super-agente Jorge Mendes que tem lá colocado jogadores de boa qualidade, depois aproveitando para se aproximar dos dirigentes do Porto que lhes valeu proveitosas trocas de jogadores e força nos bastidores e apostando em treinadores de qualidade superior.

O plano era impor respeito no Minho crescendo para o rival regional em termos desportivos e de adeptos, depois uma subida aos degraus mais altos do futebol nacional e , finalmente, dar a conhecer à Europa o nome do Braga.

 

Em todos os níveis foram dados passos firmes e interessantes mas ainda não se pode dizer que o Braga seja um dos grandes. Vendo bem, o Braga ainda nem é o maior do Minho.

 

A rivalidade Braga - Vitória é de todos conhecida. Um dos números que os adeptos de Guimarães mais gostam de fazer é chegar ao estádio do Braga e entoar aquele cântico que se ouve na Luz e que os nossos rivais alteram na altura de gritar Glorioso SLB. Cantam mesmo assim para os bracarenses na maior provocação que lhes podem fazer demonstrando que a cidade dos Arcebispos é vermelha mas por maioria de benfiquistas enquanto em Guimarães o branco e preto é lei.

Isto tem feito com que os adeptos do Braga queiram mostrar o seu ódio ao Benfica sempre que lá vamos. Tornaram-se agressivos nos cânticos e nos actos, seguindo a escola do Dragão. Nas últimas épocas temos visto um pouco de tudo ali mas nada de original, bolas de golfe, proençadas, provocações vindas do speaker, etc.

Os efeitos práticos são visíveis. As bancadas já não têm maioria benfiquista, confrontos fora do estádio com a claque da casa a chegar ao jogo com escolta policial, provavelmente a única no mundo.

 

Temos tido ali alguns desgostos, desde logo a derrota na Liga Europa que impediu o Benfica de estar em 3 finais europeias em 5 anos de Jesus, e a derrota na meia final da Taça da Liga por penaltis. Algumas derrotas na Liga mas nas últimas duas visitas o Benfica até trouxe os 3 pontos.

 

O Braga pela mão de Jesus colocou o clube no mapa da Europa do futebol, ganharam a Taça Intertoto e passaram a ser presença habitual nas provas da UEFA. Mais tarde chegaram à final da Liga Europa que é um dos pontos mais altos da sua história. A nível nacional passaram a andar no topo da tabela, lutaram pelo título em 2010, chegaram à Liga dos Campeões à frente de Porto e Sporting e até chegaram a estar melhor servidos de jogadores do que o clube de Alvalade com uma interessante guerra de palavras entre os presidentes dos dois clubes. Venceram uma Taça da Liga e podem dizer que têm mais proezas recentes do que o Sporting de Lisboa.

 

Mas não se sabe se esta subida ao topo é para continuar. O Sporting já recuperou a sua posição e não se vê o Braga nos primeiros lugares há muito tempo.

Feitas as contas este salto do Braga deu-lhe uma identidade, sem dúvida, mas não chega tão pouco para serem os maiores do seu distrito...

É que entretanto o Vitória venceu uma Taça de Portugal no Jamor ao Benfica, algo que o Braga trocava de bom grado pela sua Taça da Liga ou até mesmo pela presença na final de Dublin.

Em termos de apoio, o Vitória continua a ser muito superior quer em jogos em casa, quer em deslocações. E o amor ao clube da terra de Guimarães não tem comparação com o que se passa em Braga. Anos de história não se mudam numa década com mais ou menos Guerreiros.

 

Portanto, o Benfica vai a Braga nesta jornada para um jogo de grau de dificuldade alto. É das deslocações mais difíceis da época, o facto do jogo ser domingo à noite não ajuda a um maior apoio vindo de Lisboa mas há o enorme suporte dos benfiquistas do norte para ajudaram a trazer a 3ª vitória seguida de Braga.

Já escrevi muito sobre os jogos em Braga nos últimos anos mas uma coisa ainda não mudou, continuo a não conhecer ninguém que seja adeptos do Braga. O Prof. Marcelo não conta.

Record Bem Original

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O Benfica - Jornal

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A Memória Não Pode Ser Tão Curta!

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 Depois de um jogo europeu na Liga dos Campeões leio algures as seguintes declarações:

«Benfica não pode ter grandes ilusões na Europa» - José Manuel Capristano

 

A minha questão é só esta: como é possível alguém, seja jornalista, adepto, simpatizante ou sócio do Benfica, dirigir-se a este homem sem ser para lhe perguntar apenas e só o que andou a fazer no Sport Lisboa e Benfica entre Outubro de 1997 e Novembro de 2000 ?!

 

Falar do Benfica depois de Novembro de 2000 revela uma lata incrível, dar-lhe tempo de antena é só mais uma afronta ao Benfica e aos benfiquistas. Foram três anos criminosos e nem foi assim há muito tempo.

Preocupante

«A saída da Portugal Telecom do futebol poderá complicar as finanças dos três grandes. A operadora é responsável por quase um terço das receitas que estes clubes recebem em publicidade e patrocínios. Segundo apurou o CM, a PT investe anualmente entre 10 e 12 milhões no patrocínio de Benfica, Sporting e FC Porto», conta o Correio da Manhã.

Mónaco 0 - 0 Benfica : Empate de Sabor a Zero

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Tinha muitas expectativas em relação a este jogo. Desde logo por ser uma estreia oficial, nunca o Mónaco tinha sido nosso adversário, nunca o Benfica tinha jogado no Stade Louis II.

Comecemos pelo estádio. É um recinto que tem o seu quê de histórico, não só pelas Supertaças Europeias, como também por aquelas tardes de campeonatos de atletismo que via na RTP2.

 

Permitam-me que primeiro conte aqui um pequeno episódio à volta do Stade Louis II. No ano em que recebi o emblema de prata resolvi ir ao jantar da Gala de Aniversário do Benfica, na altura em que isto era possível investindo uma pequena fortuna. Avancei com uns amigos companheiros de bancada e foi uma noite bem passada que teve o ponto alto numa conversa com Jorge Jesus. Isto foi na primeira época do treinador na Luz, em Fevereiro. Íamos bem lançados na Liga, o jogo a seguir era em Matosinhos e avançávamos bem na Europa. Mediante tanto optimismo disse eu a JJ: Isto agora é sempre a abrir, e rumo ao Mónaco!

Jesus ficou baralhado e naquele seu jeito despachado vira-se para Rui Costa e resmunga: Oh Rui, o Mónaco não está na Liga Europa, pois não? Esta malta está maluca, qual Mónaco, pá?!
Expliquei-lhe que a confiança era tanta que eu nem estava preocupado com a Liga Europa porque me parecia que íamos vencer tranquilos. O pensamento já estava na Supertaça europeia no ... Stade Louis II. O homem riu-se, deu-me uma palmada e saiu dali bem disposto a dizer: Está bem pensado, sim senhor! Gosto deste pessoal que vê muito à frente! Boa!

 

Isto tudo para dizer que há muito que eu queria ver o Benfica no Mónaco que até hoje só me suscitou emoções ao nível da Fórmula 1 quando Ayrton Senna competia.

 

Entrámos condicionados pelos péssimos resultados anteriores na prova. Desejava que o Benfica tivesse entrado com tudo à procura do golo. A equipa não jogava desde a vitória com o Arouca, muitos andaram nas selecções e poucos foram à Covilhã. Mas a primeira parte foi uma desilusão, o Benfica não conseguiu ligar o seu jogo e passou por alguns apertos na defesa, Eliseu e Lisandro viram cartão amarelo muito cedo e só pela horrível qualidade do relvado o Mónaco não marcou. Numa região tão rica e ninguém investe num relvado ?!

 

Houve um esticão no jogo quando o Benfica vai à frente e Lima quase faz golo após cruzamento da direita. Foi um bom sinal para a segunda parte. Entretanto, o Mónaco perdeu a referência do ataque, Berbatov saiu lesionado.

No segundo tempo o Benfica construiu oportunidades para marcar mas Lima, Gaitán, Enzo, André e Salvio mostraram-se muito ansiosos na hora de finalizar.

Numa jornada com um número pornográfico de golos, este encontro acaba a zero mas Gaitán contribuiu com uma das melhores jogadas da noite que só não deu golo porque Subašić negou.

Houve algumas boas jogadas conduzidas por Salvio, Gaitan e até Talisca mas com finais infelizes. O Benfica cresceu muito na segunda parte e parecia mais perto da vitória mas a entrada de Lisandro na bola apanhando de seguida a perna de Moutinho, que todos sabemos como gosta de rebolar com dores reais ou não, acabou com a boa fase do campeão nacional.

 

Jesus apostou em Tiago para o lugar de Talisca, na teoria era isso que o jogo pedia. A velocidade de Tiago podia dar o golpe final na defesa monegasca mas o jogador voltou a desiludir e revelou-se uma aposta falhada.

Depois teve de ir a jogo César para o lugar de Gaitán, para compensar a expulsão e no fim entrou Samaris para o lugar do esgotado Enzo. A expulsão condicionou tudo, isso e o facto do Benfica não ter feito um golo, o que até nem é comum.

 

Olhando individualmente. Artur é o que há. Aquele final de primeira parte dispensa mais comentários.

Maxi e Salvio estiveram bem na direita, o argentino pareceu muito focado no golo tirando alguma objectividade na hora de decidir mas carregaram bem o seu corredor.

Confirma-se o que tinha dito sobre o jogo da Taça de Portugal, é ao lado dos melhores que o potencial de novos jogadores pode ser revelado. Hoje Lisandro ao lado de Luisão mostrou muito mais qualidade, estava a fazer uma exibição muito digna até ao lance com Moutinho. Foi pena a expulsão porque pareceu estar a caminho de garantir a titularidade.

Na esquerda Eliseu foi amarelado muito cedo mas aguentou-se bem durante o resto do jogo, ainda por clima não pode contar com grande ajuda de Gaitán na hora de defender. O argentino foi o mais empenhado em levar a bola para a frente, sempre da esquerda para dentro, conduzindo a bola em velocidade e com passe de qualidade além da tal "cueca" a Fabinho. Pena não estar no seu melhor ao nível do remate.

André Almeida e Enzo foi a dupla escolhida para o meio campo. André, também como escrevi aqui no domingo, sobe logo de produção quando acompanhado dos melhores do plantel. Enzo esteve bem mas longe da grande forma que fez dele o mais valioso da equipa. Sempre lutador mas longe do brilhantismo que lhe conhecemos.

Depois Talisca e Lima. O reforço já esteve melhor do que nos jogos europeus anteriores mas longe do à vontade que tem vindo a revelar internamente. Lima teve oportunidades para resolver mas o guarda redes adversário e Ricardo Carvalho não facilitaram a tarefa ao "11".

Ainda do lado francês fica a nota que Bernardo Silva e nada de novo veio trazer ao jogo.

 

Foi uma estreia no Stade Louis II marcada por um nulo que em nada melhora a situação do Benfica neste grupo, soube a pouco e deu ideia que o Benfica pode vencer este Mónaco.

Espero que na Luz se consiga a vitória para uma segunda volta bem diferente da primeira.

 

O Maior de Portugal

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 ( foto de Joaquim Martins Araujo )

 

O Estádio da Luz, único recinto português a escrutínio, foi o grande vencedor, com 48%, da votação promovida pelo jornal francês L’Équipe sobre o Estádio Mais Bonito da Europa, que terminou às 12h00 locais desta quarta-feira. Numa lista de 20 estádios, esteve em competição com palcos como o Wembley, Emirates, Camp Nou, Santiago Bernabéu ou Allianz Arena, a Catedral ficou à frente, com grande vantagem, do Parc des Princes, com 17%, e do Stade de France, com 9%.