
O Benfica cumpriu a sua obrigação nesta última jornada e apesar de uma exibição meio ressacada conseguiu impor-se ao Moreirense e virou o 0-1 para 3-1 somando os 3 pontos. A motivação já não era muita a partir do momento que se soube na Luz que em Paços de Ferreira já tinha acontecido aquilo que todos sabíamos que ia acontecer, o Porto chegava rapidamente ao golo com um penalti inventado que também originou logo a expulsão de um jogador do Paços. Tudo limpinho. A partir dali sobrava a honra de vencermos o nosso jogo e nada mais.
A vitória também teve o sabor de ver essa personagem nojenta chamada Inácio conhecer o amargo da descida de divisão. Mereceu e bem. Para o ano vai trabalhar para um clube um pouco mais acima na tabela, fica-lhe bem um cargo no 7º classificado.
Pena termos de esperar pelo jogo de despedida da temporada na Luz para vermos bola com a luz do sol. Também é pena só termos visto assistências na Luz com cerca de 50 mil pessoas nestes últimos jogos.
É quase inacreditável que tenhamos perdido este campeonato. A coisa começou torta em casa com um empate contra o Braga mas depois andou certinha , mais ou menos ao ritmo do adversário. Mais uma vez conseguimos uma vantagem pontual numa altura determinante da época e deixámos fugir. Dá que pensar.
É fácil dizer que perdemos a Liga no jogo com o Estoril e irmos por aí fora a culpa o Carlos Martins pela expulsão, o Jesus por não ter tirado o Lima que passou ao lado do jogo, o Artur que facilitou no golo sofrido, etc... Mas não me parece que seja um só jogo a justificar este fracasso. Penso que o problema começou no jogo contra o 7º classificado do terminado campeonato. No fim do derby o campeonato começou a mudar e a estrutura do Benfica não soube defender o clube. Não é o Jesus nem os jogadores que têm de vir rebater as teorias da conspiração que aparecem sempre que passamos obstáculos complicados. O clube tem que saber conviver com esses êxitos e interpretar os sinais dos inimigos.
O Porto apostou tudo numa perda de pontos do Benfica no derby. O Sporting surpreendeu tudo e todos ao conseguir mostrar na luz um futebol com mais de dois passes certos, coisa pouco vista nos últimos anos para aqueles lados. O Benfica , com mais uma dezena de jogos nas pernas, respondeu com dois golos, um deles uma obra de arte, e os lances polémicos foram aproveitados pelos verdes, o que pouco importa para a história, e pelos azuis que apelidaram logo este campeonato de Capela. O Benfica em vez de encolher os ombros e rir-se e ficar vaidoso do Golão Lima/Gaitán foi na conversa e começa a responder.
Ainda não perceberam que isto vai ser sempre assim? Sempre que o Benfica ganhe ou esteja perto de ganhar alguma coisa há de ser sempre por causa de árbitros ou jogadas de bastidores. Há três anos a culpa foi do túnel, com o Trap foi o jogo no Algarve, no ano passado após a derrota do Porto em Barcelos as faixas estavam entregues e este ano ia ser o ano do Capela. E nós caímos nisto.
Qual foi a necessidade do João Gabriel vir falar após o jogo dos Barreiros?! O que ganhámos com isso?! Qual foi a necessidade de respondermos ao discurso do "sujinho, sujinho" ?
E o que fizemos após a arbitragem absolutamente escandalosa que transformou a viagem do Porto à Choupana ( onde tivemos uma oposição fortíssima que nos custou 2 pontos ) num passeio alegre ? O que fizemos quando o Braga no Dragão foi prejudicado por causa de uma mão na área azul? E noutros jogos com lances duvidosos , já para não falar do facto de nunca serem marcados penaltis contra o rival, o que fizemos ? Nada. Num jogo com jogadas polémicas que acabaram por nos beneficiar, repito em UM jogo, os nossos inimigos transformaram a nossa vitória num escândalo e e a partir daí foi uma festa. Isto vindo do clube que tem a relação espectacular que todos sabemos com poder/arbitragem/corrupção. Isto tudo para dizer que acho inacreditável que sejamos comidos por aquela máfia que se habituou a controlar todo o nosso futebol e assim que vê o Benfica ganhar alguma vantagem abrem os fogos todos de guerra atirando com sujinhos, capelas e afins para no fim virem dizer que afinal o Campeonato não foi nada sujinho, foi muito espectacular e o Jesus até percebe disto.
E tudo o que nós temos contra este império é o João Gabriel numa 2ª feira à noite após ganhar ao Marítimo armado em irónico ?! A sério que é só isto?
É que podemos falar da táctica, da substituição, do minuto 92, da bola ao poste, do erro deste ou daquele jogador mas não se pode ignorar a maneira como tudo se passa fora de campo. E se dentro do relvado acho que estamos mais perto de ganhar do que estávamos, fora do relvado parece-me que estagnámos , para não dizer que andámos para trás.
Eu recebi parabéns de amigos portistas, sim tenho alguns bons amigos portistas, por alturas do jogo nos Barreiros. Disse-lhes que era parvoíce porque nada estava resolvido. Eu não sou do futebol, não ando lá dentro mas já tenho anos suficientes para saber que isto é sempre muito complicado de gerir. Aproveito para lhes devolver os parabéns pelo êxito, aos que já me tinham entregue o campeonato e aos que esperaram pelo final.
Quanto a nós, é bom reflectirmos como é que um Vítor Pereira consegue incendiar as nossas cabeças pensantes sem que ninguém consiga colocá-lo no lugar dele. Nem que fosse da maneira mais fácil, com silêncio.
Era para ter sido sujinho, era para ter sido o título do Capela e acabou por ser um exemplo de limpeza como se viu na Choupana e hoje na Mata Real. Tal como foi há um ano com o Proença na Luz ou como no nosso jogo em Coimbra.
Perdemos o campeonato em casa no Estoril ou no último minuto no Dragão, é isso que nós achamos e é isso que está mal porque se fosse ao contrário estavam eles a espumar e a culpar o Capela. Nós estamos aqui calados e resignados e ninguém acha anormal todas as polémicas deles. Sendo assim a culpa também é nossa. Perdemos por culpa própria mas só porque o rival estava em boas condições de aproveitar um deslize nosso de última hora.
Terminou o campeonato mas não acabou a época. Para a semana há Jamor. Concentração para sermos nós a fechar a época com um sorriso e termos a oportunidade de abrir a próxima com categoria.
Quando há 30 anos no final do Benfica - Anderlecht vi uma lágrima atrevida a escorrer pelo rosto do meu avô materno em plena central do Estádio da Luz fiquei embaraçado. Naquela altura senti-me triste por ver os belgas levantarem ali o troféu estragando uma festa que devia ser nossa mas estava convencido que brevemente ia voltar a ver o Benfica em nova final e ser feliz. Parecia-me lógico tendo em conta o futebol que me habituei a ver até ali. Abracei o meu avô a tentar perceber a razão daquela rara lágrima. Ele lá me disse revoltado que a culpa era do sacana do Gutman e que ficou com a certeza que realmente já não ia ver o Benfica ganhar mais troféus europeus, isto numa altura em que os sucessos de 60 estavam ainda bem frescos na memória da geração dele. Ali cresci como benfiquista, fui procurar estudar muito bem o assunto e à medida que ia descobrindo e ouvindo sobre a maldição ia sorrindo pensado que era um grande disparate. Para que não pensem já que isto vai acabar comigo rendido à lenda digo que continuo a achar um disparate.
Com as finais de Estugarda e Viena, mais umas quantas saídas injustas de provas da UEFA pelo meio, comecei a perceber que isto não tem a ver com lendas mas sim com ciclos. As gerações de benfiquistas anteriores à minha tiveram mais sorte que eu. Também tiveram as suas noites de pesadelo, amarguras e tristezas. Eu bem me lembro da maneira como o meu avô falava das derrotas de Wembley e San Siro... Mas festejaram dois títulos europeus que nós recebemos como pesada herança.
A realidade é que em 40 anos já vi o Benfica disputar quatro finais europeias, duas assisti no estádio, duas vi pela televisão. Em nenhuma delas senti vergonha de ser benfiquista. Em nenhuma delas aconteceu acordar no dia a seguir e sentir arrependimento pelo empenho que meti ao logo da época em ir ver os jogos, apoiar e acreditar no sonho. E isso é o que me descansa.
Em vésperas do jogo com o PSV comentei com o meu avô, que andou pela Europa atrás do Glorioso, que ia ser muito complicado ganhar porque aquela equipa era quase a Selecção da Holanda mais um dos maiores craques dinamarqueses e nós até tínhamos perdido o Diamantino. A resposta foi sábia e pedagógica , como sempre. O Benfica era conhecido como Glorioso desde os primeiros tempos de existência quando venceu uns ingleses numa tarefa que parecia impossível. O Benfica entrou para o restrito núcleo de clubes mundialmente conhecidos porque bateu o melhor Real Madrid e Barcelona da época. E o Benfica não venceu mais porque tem sempre como adversários nas finais as melhores equipas em prova. Eu vi o Anderlecht de Munaron, Vercauteren , Vandenbergh , Lozano e Frimann. Eu vi o PSV com quase todos os campeões europeus da Holanda de 1988. Eu vi o AC Milan de Van Basten, Gullit, Rijkaard e Ancelotti. Todos foram mais felizes que o Benfica mas ninguém pode dizer que não perdemos contra equipas lendárias.
O ponto de vista do meu avô era este, nós para sermos felizes tínhamos que mostrar ao mundo que jogávamos mais que os maiores. Por duas vezes conseguimos e por isso é que ainda hoje passeamos em Amesterdão com o símbolo do Benfica e corremos o risco de ouvirmos de pessoas mais velhas: "Benfica! Eusébio"
Ele tinha razão, faleceu em 1999 numa altura em que o Benfica já estava a anos luz de distância da glória europeia. Deixou-me uma herança pesada.
Trinta anos após aquela triste noite na Luz, a última do meu avô em estádios, acontece novo apuramento para uma final europeia. Depois dos festejos justificados pelo golo de CarDeuz aos turcos começou a tensão. Os bilhetes, o cansaço, a outras provas, os dias de férias não marcados, os preços das viagens, as opções de alojamento, o trajecto da aventura, a ansiedade, tudo isto ao mesmo tempo em contagem decrescente. O Benfica em toda a sua dimensão, pensar no Benfica dia e noite, andar nervoso com o momento. Como gerir a competição nacional e esperar pela final internacional? Como se sabe não foi nada fácil viver os dias até à final e cumprir o plano traçado. Partir de Lisboa segunda à noite para Madrid, esperar por novo voo para Bruxelas, que esteve em perigo até à última por causa de uma greve, alugar carro para cumprir a ligação Bruxelas - Amesterdão e depois fazer tudo de volta, uma aventura que terminou há poucas horas.
O dia da final europeia contra uma equipa que é "só" o campeão europeu em título que conta com jogadores campeões mundiais e alguns dos melhores do futebol mundial torna tudo muito especial. O cenário não podia ser melhor, Amesterdão é uma cidade que já conhecia dos tempos da visita a Eindhoven e está no top das cidades mais interessantes e cativantes para visitar sempre. O orgulho de ver o nosso emblema destacado na imprensa local e europeia, os cartazes de rua a anunciarem o jogo, os locais a falarem de Benfica, os encontros e reencontros com benfiquistas que já não via há anos, a naturalidade com que encontro o Toni no meio do povo na apertada e caótica entrada para o sector H. Tudo faz reacender a chama imensa, tudo me faz sentir orgulho na minha vida de adepto benfiquista.
Enquanto se espera a entrada passa-me pela cabeça os momentos mais marcantes de outras finais, especialmente o ambiente da Luz contra o Anderlecht. Foi exactamente esse ambiente que vim redescobrir nas bancadas do ArenA ! Que coisa espantosa de se viver, que vontade de vencer, que determinação a apoiar a equipa e fazer frente à mancha azul do outro lado do estádio. Foi o melhor ambiente europeu que vivi fora da Luz. Arrepiante. Funcionou para me motivar. Confesso que ia completamente desmotivado, convencido que não ia correr bem, ainda abalado com o descalabro interno. Foi das poucas vezes que me senti puxado pela bancada, costuma ser ao contrário.
A maneira como exibimos o nosso futebol fez-me sorrir, o ar preocupado dos ingleses que pensavam que iam ter uma noite calma deixou-me orgulhoso. Grande atitude do Benfica, bom futebol. O facto de não termo marcado na melhor fase deixou-me preocupado mas ao intervalo estava bem mais animado do que antes do jogo.
O golo do Torres abateu-me, o penalti do CarDeuz ressuscitou-me, a bola do Lampard angustiou-me, a bola do CarDeuz fora da área para defesa de Cech alterou-me, a cabeçada do Ivanovic matou-me. Outra vez. A carambola logo a seguir na área do Chelsea com a bola a não entrar enterrou-me. Quando vejo os nossos jogares a caírem pelo relvado fiquei incomodado, quando reparo nos majestosos écrans do estádio que alguns choravam como crianças senti algo que muito poucas vezes na vida senti. Sentei-me e tentei ser racional, olhei para quem festejava e via grandes craques e tentava convencer-me que isto é futebol. O futebol que eu tanto adoro, o futebol que me deu a conhecer as histórias mais apaixonantes e marcantes do que qualquer biografia ou romance já alguma vez escrito, estava a tratar-me de maneira sádica. Talvez pelo meu carinho para finais dramáticos ao melhor estilo do Maracanazo, ou da final em que o Liverpool deu a volta ao Milan, ou a do Bayern com o Manchester United... Desta vez é a minha equipa a ser vítima das maiores estocadas finais que há memória. Aquele arco que a bola do Ivanovic fez jamais sairá da minha cabeça. A imagem dos nossos jogadores completamente devastados ali à minha frente teve um fim dramático. Pela primeira vez em muitos anos rebentei em lágrimas. Consegui controlar na bancada, mas depois de uma fuga para os corredores aconteceu a visita das lágrimas atrevidas que tinham aparecido ao meu avô 30 anos antes. Agora percebo-o bem. Ele naquela noite não chorou o 1-1, chorou por se ter apercebido que não ia voltar a ver uma final ganha, eu rebentei pelas quatro que vi fugirem, por perceber que a minha humilde missão na imensa história do Sport Lisboa e Benfica é acompanhar um ciclo que começou alto mas já na ressaca da melhor década de sempre, para depois bater no fundo ( e nem foi assim há muitos anos ) , para depois assistir à reconstrução de tudo a partir do zero.
Eu sinto que estamos mais perto de sermos especialmente grandes outra vez, os dias maus ainda estão muito presentes na memória portanto a tristeza infinita de perder uma final europeia em Amesterdão quando comparada com desfechos de época que ditavam ausência imediata de provas europeias até dá para rir. Aliás, por falar nisso despacho já aqui outro assunto que tem a ver com clubes que vivem agora momentos de ausência europeia. Malta que viveu esta época momentos sublimes contra Videotons e Genks teve a amabilidade de se manifestar das mais diversas maneiras em tons de gozo comigo. Na pior época das suas vidas acharam que era uma boa noite para a criatividade. Foi óptimo porque deu para separar uns quantos do ramalhete. Foi uma óptima limpeza de contactos de telefone, redes sociais e afins. Felizmente, que tenho aqui muitas mensagens de autores não benfiquistas que nunca esquecerei, alguns até com humor fino, mas todas de um respeito incrível. Repito, nunca os esquecerei, verdes e azuis de valor. O resto são restos.
Também nunca esquecerei quem me deu a mão levantando-me daquele chão no corredor do ArenA e das palavras para acabarem com o coma, tal como do benfiquista que teve a coragem de me ver com os olhos molhados e não me conhecendo de lado nenhum deu-me uma palmada nas costas e pediu mesmo assim para eu publicar alguma coisa. Aqui está.
Quando percebi que podia completar o ritual de ver jogos do Benfica com a publicação de umas palavras foi quando aceitei entrar num blogue dedicado à temática e depois criar o meu próprio espaço. É para isto mesmo que serve o blogue. Desabafo sozinho, egoísta, monólogos que ninguém merece ouvir, textos que ficam arquivados para um dia mais tarde vir ler e sentir vergonha ou orgulho. É , no fundo, o assumir da fraqueza de admitir que eu penso mais no Benfica que aquilo que seria considerado razoável. Mas a verdade é que penso e sinto mais o Benfica que qualquer outra coisa na minha vida.
Esclarecendo, o Benfica é algo abstracto que está no meio das coisas mais importantes da minha vida, os meus pais, a minha irmã, a minha mulher, os meus amigos. A verdadeira família. Quando algo de ruim acontece a alguém desse universo em sofro. Com o Benfica tenho tido muito mais paciência do que com algum outro membro deste núcleo. A quantidade de vezes que já me senti traído pelo Benfica já dava para não ligar a futebol para aí há 20 ou 30 anos. Mas se há quem vá a pé a Fátima por fé em algo que nunca viu e só sente porque não posso eu meter três dias de férias da minha vida real para ir atrás de um sonho e vivê-lo com intensidade? Acabou mal? Sim, acabou. Repetia tudo outra vez? Repetia. Tudo. Tudinho. Repetia? Em Agosto começa novo sonho, até lá tenho tempo de curar mais esta traição. O nosso dia ainda não chegou. Há de chegar. Se não foi com o neto do meu avô, há de ser com os nossos. E até lá o Benfica será sempre o Benfica, uma espécie de religião mas sem enganar ninguém com milagres, apenas e só oferecendo doses brutais e cruéis de realidade e dor. Mas é o Benfica. E é tão bom ser do Benfica.
O Benfica recebe 12.689 bilhetes para a Final da Taça de Portugal, entre o SLB e o VSC, a realizar no Estádio do Jamor no dia 26 de Maio, pelas 17h15 (abertura de portas às 14h45).
A venda dos bilhetes a sócios do Benfica irá iniciar-se no próximo domingo (12 MAIO), nas bilheteiras da Praça Centenário, nas seguintes condições:
• entre as 08h00 e as 14h00 – Exclusivo a Sócios com Red Pass Fundador, Centenarium e Premium, com quota de Março de 2013 em dia.
• entre as 14h00 e as 22h00 – Abertura a todas as categorias de Red Pass, com quota de Março de 2013 em dia.
Caso ainda haja bilhetes, iremos continuar a venda no dia 13 MAIo (segunda-feira), nas seguintes condições:
• entre as 08h00 e as 14h00 – Exclusivo a todas as categorias de Red Pass, com quota de Março de 2013 em dia.
• entre as 14h00 e as 22h00 – Abertura a todos os restantes Sócios, com quota de Março de 2013 em dia.
Categorias de bilhetes disponíveis:
Categoria 1 (Central) – 30€;
Categoria 2 (Lateral) – 20€;
Categoria 3 (Topo Norte) – 15€.
A venda é exclusivamente efetuada na Bilheteira da Praça Centenário do Estádio do SLB (não há venda nas Casas do Benfica nem no site oficial).
- A abertura de portas está prevista para as 14h45 (2h30 antes do inicio da partida).
- A entrada no estádio para os adeptos do SLB será a Porta da Maratona.
- Os sócios e adeptos do SL Benfica deverão seguir a sinalética pedonal e de trânsito da zona envolvente ao estádio de cor ROXA, que conduz ao parque 3.
- Os bilhetes de responsabilidade de venda do SL Benfica também têm uma faixa ROXA (qualquer outro bilhete sem esta cor significa que não corresponderá a área de adeptos do SLB).
- Por indicação das forças de segurança, o trajeto que os nossos adeptos vindos de Norte (sobretudo quem vier organizado em excursões) deverão seguir será via a A1. Sendo assim, será este o trajeto a seguir quem vier do Norte será: A1, 2.ª Circular, IC17 CRIL, A5.
- O mapa em anexo indica quais os acessos para os nossos adeptos e que deverão utilizar o PARQUE 3 (para efeitos de parqueamento e picnic).
Vamos fazer o seguinte: para ajudar a recompor do choque de 2ª feira à noite, respiremos fundo e para isso sugiro uma passagem pelo novo Futebol Mundial. O meu modesto contributo para este novo espaço do mestre Rui Malheiro é uma viagem ao mágico ano de 1982. Só para desenjoar um pouco, depois volto ao que interessa. Prometo.
Tudo isto não se deve a um louvor à saudade, nem é mais uma declaração do estilo naqueles tempos é que era bom. Esta introdução serve apenas para contextualizar a idolatria e admiração por um jogador de futebol. Há mais de 30 anos não tínhamos muitas opções para escolhermos os nossos jogadores favoritos em equipas de meio da tabela ou equipas menos mediáticas. Só nos chegavam à vista os melhores dos melhores. Foi assim que, no verão de 1982, com meia dúzia de jogos, conheci um dos jogadores mais completos, carismáticos e elegantes de sempre!
Estádio do Dragão/11 MAI 13 – Sábado/20h30.
Locais de venda:
- Bilheteiras do SL Benfica (Megastore);
- Departamento das Casas do Benfica.
Preço dos Bilhetes:
- Bancada Topo Norte (Coca-Cola I) - 25€;
- Bancada Central Nascente (TMN A) – 65€.
Inicio/Fim da venda de ingressos:
- Inicio: Quarta (08MAI, às 10h00);
- Fim: Sexta (10MAI, às 16h00), ou até que esgotem.
Condições de Venda:
- Bancada Topo Norte (Coca-Cola I) - 25€: qualquer tipologia de sócio pagante com quota de Março de 2013 em dia;
- Bancada Central Nascente (TMN A) – 65€: Venda aberta ao público em geral.
E pronto. É ir ao Dragão e não perder.
O Sport Lisboa e Benfica vai colocar à venda a partir de segunda-feira, dia 6 de Maio, os 9.807 bilhetes que recebeu da UEFA. Face ao número limitado dos mesmos foram estabelecidas as seguintes fases de venda:
1.ª Fase - Levantamento do voucher que dará acesso ao bilhete definitivo (obrigatória a apresentação do cartão Red Pass da categoria respectiva);
2.ª Fase - Marcação da viagem de ida e volta para Amsterdão (da responsabilidade do Sócio)*;
3.ª Fase - Aquisição do bilhete definitivo, só possível com a apresentação dos dados abaixos indicados (exigência uefa):
- Nome completo;
- Número do bilhete de identidade ou Número do Cartão de Cidadão ou do Passaporte e respectiva validade;
- Morada completa;
- Contacto telefónico;
- Dados da viagem para Amsterdão: meio de transporte a utilizar e data de ida e volta
Datas e regras de aquisição:
Datas 1.ª Fase
- Dia 6 de Maio – levantamento do voucher, exclusivo a Sócios com Red Pass Fundador (1 voucher/bilhete por lugar)
- Dia 7 de Maio – levantamento do voucher, exclusivo a Sócios com Red Pass Centenarium e Premium (1 voucher/bilhete por lugar)
- Dias 8 e 9 de Maio - levantamento do voucher, exclusivo a Sócios com Red Pass (1 voucher/bilhete por lugar)
- Dia 10 de Maio – Caso existam bilhetes disponíveis - levantamento do voucher, exclusivo a Sócios do Sport Lisboa e Benfica (1 voucher/bilhete por Sócio)
Datas 3.ª Fase
- Dias 11 a 13 de Maio – Pagamento e entrega do bilhete definitivo com apresentação dos dados obrigatórios
Locais de levantamento dos vouchers: Bilheteiras Estádio da Luz; Casas do Benfica com bilhética; Bingo SL Benfica
Locais de pagamento e entrega do bilhete definitivo, por troca do voucher: Bilheteiras do Estádio da Luz
Preços: 45€ (Topo Superior + Inferior) // 70€ (Central Superior e Topo Intermédio) // 100€ (Central Superior e Lateral Inferior) // 135€ (Central Inferior)
* A Benfica Viagens disponibiliza pacotes de viagens de avião, ida e volta, para Amsterdão (sem bilhete para o jogo incluído)
Contactos Benfica Viagens:
Tel. 21 864 61 96
Terminei a crónica há uma semana com a pergunta "Há alguém que ache que não vamos dar a volta a isto na Luz ?" . Hoje na Luz veio a resposta incrível de 50 e tal mil benfiquistas que resolveram , finalmente, ressuscitar aqueles tempos em que as bancadas da Luz ajudavam a ganhar jogos. Excelente apoio a levar a equipa ao colo mesmo quando as coisas pareciam mais complicadas.
Há dois anos escrevi sobre a outra meia final europeia que não teve encanto nenhum, jogar contra outra equipa portuguesa nunca deu ideia de estarmos realmente a disputar um acesso a uma final da UEFA. Hoje sim. Se na Turquia sofremos com o entusiasmo dos adeptos do Fenerbahçe hoje demos uma resposta à altura. Fez-me recordar as noites mágicas contra o Steua, Craiova ou Marselha para só falar das que acabaram bem.
Durante anos vivi convencido que tinha visto o melhor Benfica da minha vida logo nos primeiros anos a ir à Luz. Ainda hoje sei dizer de cabeça a equipa de 1 a 11 do Benfica de 1983. Hoje tenho a certeza que daqui a uns anos vou disparar sem hesitações que vi os jogos todos na Luz daquela equipa maravilha com Artur, Maxi, Garay, Luisão e Melga ou André Almeida, Matic, Enzo, Gaitán e Salvio, Lima e Cardozo. Meus amigos, esqueçam o ruído da inveja e dos desesperados, olhem bem para esta equipa e digam lá se Jorge Jesus não construiu um dos Benficas mais espectaculares das nossas vidas...
Joga-se muito à bola, a intensidade com que se aborda o jogo dias depois da batalha dos Barreiros, a rápida circulação de bola, a objectividade de ir à procura do golo, a determinação com que se reage ao empate inesperado e , o melhor de tudo, a forma superior como se responde a uma arbitragem que viu a mão de Garay mas não viu dois lances iguais na área contrário. É assim que eu gosto, estar no estádio a vibrar , sentir que a arbitragem está a favorecer o adversário e em vez de lamentações há uma reacção colectiva que acaba em golos. Numa eliminatória que sofremos dois penaltis passámos com um total de 3-2.
Hoje adorei viver a meia final, vibrei com a exibição de CarDeuz, continuo espantado com a qualidade de Matic e senti-me protegido por Luisão e Garay. Estiveram todos excelentes, Enzo e Gaitán confirmaram que estão à altura destes momentos únicos, Nico marcou grande golo.
É um luxo ouvir quem são os 11 escolhidos para começar o jogo e não sofrer nada com isso. O que Jesus escolher para mim está óptimo. Isto é muito importante e cada vez sinto mais essa segurança.
Depois de Rui Águas e Vata, Cardozo e Gaitán colocam o Benfica numa final europeia. Esperei 23 anos para voltar a viver 15 dias de ansiedade antes de uma final com o Benfica. O percurso até Amesterdão tem sido brilhante, hoje foi a confirmação de uma grande equipa que em pleno Maio mostrou aos turcos o que é um inferno e como se joga futebol ao nível mais alto da Europa.
Grande exibição, grande noite, grande ambiente na Luz , excelente momento na vida do Benfica que acolhemos com toda a alegria do mundo. Queremos mais, estamos desejosos de muito mais. Não sei se os turcos também vão passar o resto da temporada a chorar penaltis ou expulsões ou arbitragens e a brincar ao limpinho / sujinho. Sei que hoje, mais uma vez, foi como o teste do algodão, tão limpo que não engana. Aliás, os turcos merecem uma palavra de respeito por toda aquela sua paixão pelo clube, pela invasão às nossas bancadas, pelos aplausos com que brindaram a nossa equipa no final do jogo e por terem reconhecido a nossa superioridade futebolistica. Foi um bonito duelo.Também é bom saber que Gokhan Gonul está em bom estado de saúde. Rápida recuperação para ele.
Agora estamos na final de Amesterdão, um sonho tornado realidade. Temos o campeonato para ganhar, a Europa para conquistar e o Jamor para fechar em beleza. Queremos mais. Queremos o mesmo que vimos hoje e queremos disto sempre. Há 23 anos que não sabia o que era isto de estar apurado para uma final europeia, mas agora estou a lembrar-me de tudo outra vez. É uma sensação única. Para saborear até 2ª feira.
Obrigado, Benfica. Agora sim, sinto os meus 40 anos bem festejados.
Ouvi a conferência de imprensa de João Gabriel ontem e fiquei a pensar se foi o melhor timing para responder à inacreditável palhaçada que se montou na semana passada pós derby. Estava tudo à espera de uns lances polémicos para soltarem toda a artilharia na imprensa colocando mais pressão no líder do campeonato e ao mesmo tempo preparando já desculpas para um eventual desfecho de novo campeão em Portugal. Enquanto os lamentos vieram do Sporting achei tudo normal mesmo porque há realmente jogadas duvidosas que podiam ter dado um ou outro penalti. Os desgraçados estão a viver em miséria há anos e anos, não sabem o que é andar nem nos 3 primeiros lugares da liga, são o motivo de gozo de Portugal inteiro, estão a 30 e muitos pontos de distância do rival, é natural que aproveitem um jogo para descarregarem tudo. Pena é que não tenham sido tão críticos com arbitragens quando chegaram aos golos em derbys com penaltis oferecidos por Proença ao Silva, ou quando Jardel tropeçou no vento e decidiu um derby e uma liga na Luz, ou na nossa única derrota nos últimos largos anos com o Sporting ninguém se lembre que ganharam com um penalti estranho e no inicio desse jogo perdoaram um penalti ao Sporting. Eu não me esqueço e sei o que escrevi nessa altura, está nos arquivos e podem ir ler. Garanto que não está lá nenhum choro ridículo sobre arbitragens. Mas somos diferentes e a posição da lagartagem merece misericórdia.
Hoje vejo o jornal Record a reagir ao ataque de João Gabriel com um pedido de desculpas! Está aqui.
Só por isto já valeu a pena falar, João Gabriel. Sobre o resto é o que se sabe, ganhámos no Funchal sem mãos na área, sem golos fora de jogo, sem cheques em contas de árbitros, sem truques e para desespero de muito boa gente. Enquanto outros chegaram aos 3 pontos na última jornada sabe-se bem como.
Mas continuem a chorar com Capelas que eu choro cada vez que vejo o golo do Gaitán - Lima , esse sim vai marcar o derby para muitos e bons anos. Queiram ou não queiram. Acrescento, que nem são dignos de terem sofrido um golo daqueles.
Triunfo tão dramático quanto saboroso e determinante para o fecho da época.
Foi uma semana que simboliza bem o ambiente do futebol tuga. Lags, que só estão a lutar por um lugar menos ridículo graças a alguns erros de arbitragem a seu favor quando estavam à beira do fim, a chorarem a semana toda. Da casa mãe da corrupção veio o aproveitamento do choro dos aliados submissos e montou-se mais um circo de dimensões razoáveis. Malta que dizia que só burros falavam de arbitragens passaram a semana toda a falar de... arbitragens. Entretanto, ficou no ar um dos golos mais espectaculares que já se viu na nossa miserável Liga, fomos para a Turquia lutar pelo acesso a uma final europeia, voltámos, os choros continuaram, a imprensa ajudava e enquanto o Benfica preparava a decisiva viagem ao Funchal os chorões aliados e corruptos vencem os seus jogos beneficiando precisamente de erros de ... arbitragens! Maravilhoso, não é? De repente o trabalho dos árbitros é muito complicado, ver foras de jogo com jogadores a darem um passo atrás para marcarem golos tornou-se num acto muito difícil e só existe um malvado em Portugal, Capela. Até o Proença se riu.
Só faltava um espalhanço do Benfica para que meio país ficasse contente, de preferência com um erro contra nós que desse para os outros tristes virem com piadas.
Com este cenário montado é óbvio que uma pessoa sente a pressão. E se a coisa não corre bem na Madeira? O sono não é tranquilo, as refeições não caem bem, o trabalho é um castigo, a cabeça acaba sempre a pensar no mesmo: temos que trazer os 3 pontos. A pressão vinha de todo o lado e foi tão bem montada que de repente nós é que estávamos em maus lençóis e com a felicidade por um fio e a malta que ia a 4 pontos é que estava bem e confortável. Já para não falar dos eufóricos ressuscitados que a 37 pontos de vantagem acham que resumem a época a 90 minutos roubadíssimos e pronto.
A tudo isto o Benfica respondeu com uma entrada confiante nos Barreiros, Lima sofre falta limpinha dentro da área madeirense e vai cobrar o respectivo penalti. Entrada de sonho, era isto que queríamos. O recuo no terreno e a passividade com que se encarou o resto da primeira parte é que não estava no programa. A equipa não resistiu à tentação de abdicar da iniciativa do jogo e encolheu-se a defender a vantagem minima. Felizmente que o golo do Marítimo apareceu antes do intervalo, se o jogo continuasse assim até aos 80' podia ter acontecido o empate bem perto do fim sem tempo para reacções.
Assim ao intervalo houve uma reorganização, um refrescar de ideias e os jogadores perceberam que tinham mesmo de dar tudo por tudo para sair dali com a vitória para deixarem o título bem encaminhado.
Na 2ª parte tivemos o Benfica que estamos habituados a ver e depois de falhanços incríveis ( o que se passa , Rodrigo?! ) e uma dose considerável de azar com bolas devolvidas por postes e barra, apareceu um auto golo de Rossi. Empatou e desempatou.
O golo é inventado por Salvio que merece todos os elogios deste mundo e de outro, que época do argentino. E Matic ?! Impressionante ! Aguentem só mais meia dúzia de jogos, se faz favor.
Vitória importantíssima, festejos bem simbólicos no fim, Jesus muito bem nas declarações pós jogo e nós , adeptos, com menos 50 kg de pressão em cima dos ombros, com a máquina cardíaca desgastada mas já a ver uma Luz lá ao fundo. É Maio que aí vem e promete ser grandioso.
Hoje foram mais do que 3 pontos, foi injecção de moral, foi atirar toda a pressão para o lado dos que nos perseguem e foi também o final da semana do choradinho que rendeu vitórias imorais aos adversários que agora vão ter de ir buscar novos argumentos para pressionarem até ao fim. Sendo que os cabeçudos até nos deviam fazer uma vénia por atrasarmos um adversário da laia deles na lutinha deles.
Sinto que dobrámos um cabo da boa esperança.
Voltemos os olhos para a Europa do futebol e desejemos ao Vitó tudo de bom para a viagem dele à Madeira, como ele desejou ao Benfica.
Agora, concentração. Falta muito pouco. Obrigado, Benfica pela noite de hoje.
Começo por dizer que ao intervalo deste duelo isto está mesmo a saber a meia final europeia, ao contrário da última que disputámos como expliquei na altura.
É uma semana especial, só oito equipas europeias chegam a esta fase de decisões, quatro na Champions League e quatro na Europe League. O Benfica fazer parte destes oito clubes é um excelente sinal ainda para mais quando é a segunda vez nos últimos três anos, sendo que nos outros tem chegado aos 1/4 de final. Isto para dizer que me sinto confortável com o estatuto europeu actual do Benfica, não me canso de dizer que tenho muito fresco na memória épocas negras, daí dar toda a importância a este estatuto que ninguém pode negar actualmente.
Esta é também uma semana que por tradição costumo aproveitar para romper com o quotidiano e aproveitar o pretexto do meu aniversário (24 de Abril) para viajar e sair um pouco da rotina. Este ano lá em casa analisou-se a possibilidade de ir até à Turquia aproveitando o sorteio europeu mas os altos custos em cima da data aconselharam a esperar para investir em Maio. Não comprei nada para Amesterdão mas estou confiante que é nesse destino que vou gastar as poupanças. Mesmo assim houve uma fuga até aos ares de Tróia, daí o atraso na publicação do texto.
Antes de falar no jogo ando um pouco mais para trás porque quero deixar documentado o momento em que fui esmagado pela surpresa que a minha irmã e o amigo Pedro Ribeiro me fizeram. Ao final da manhã no meu dia de anos sem estar à espera nem desconfiar de nada, recebi um manto sagrado com o "7" nas costas a dizer CarDeuz , como aqui é tratado desde que cá chegou, e na frente as assinaturas dos jogadores que partiam para Istambul. E ainda aquele casaco lindo que adidas com que os jogadores entram em campo e que em bom tempo a marca personalizou com We Are All Benfica! Estão aqui ao meu lado, jamais esquecerei esta generosa prenda.
Estava tudo lançado para uma primeira mão positiva, as minhas prendas, a vitória no derby, a moral em alta e a confiança na equipa. Não vou dizer que estou deprimido com o resultado porque já esperava um primeiro jogo complicado para nós e muito forte pela parte do Fenerbahçe. Quando vi Salvio quase a fazer o primeiro e alguma posse de bola fiquei mais tranquilo. Acho que esperava uma primeira parte mais intensa dos adversários. Quando os postes negaram o golo aos turcos, especialmente no penalti, pensei cá para mim "isto este ano é nosso".
Esperava que o Benfica desse um grande avanço no apuramento na 2ª parte aproveitando o factor sorte e destroçando de vez os inquietos turcos mas sairam me as contas ao contrário. Há qualidade, sem dúvida, no Fenerbahçe. Não são só os jogadores já de nome conhecido, são também alguns da casa que mostraram valor. No fim fiquei desapontado porque não estou habituado a ver o Benfica perder nem a acabar um jogo a zero. Mas mais a frio relembrei-me de meias finais que já vivi com o Benfica e não me lembro de um resultado verdadeiramente positivo a abrir os duelos. Penso que continua a ser perfeitamente possível o apuramento para a final. Para anular esta desvantagem só temos que ser o que sempre temos sido na Luz nestes últimos anos, ou seja, marcar como sempre marcamos e vencer por dois golos ou mais de vantagem, algo que temos visto acontecer muitas vezes. É essencial marcar cedo e procurar fazer mais dois golos para ficarmos a salvo de alguma surpresa.
Há alguém que ache que não vamos dar a volta a isto na Luz ?
Os bilhetes para a final da Taça de Portugal, que vai colocar frente a frente Benfica e Vitória de Guimarães, no Estádio do Jamor, estarão disponíveis a partir de 12 de maio, informou esta sexta-feira a Federação em nota publicada no site oficial.
O valor dos ingressos varia entre os 15 e 30 euros, sendo que as vendas serão efetuadas pelos clubes finalistas e pela Federação, exclusivamente através do site do organismo.
A Federação informou ainda que a final, agendada para 26 de maio, tem início marcado para as 17.15 horas e que será transmitido em direto pela RTP1.
Da parte do Benfica os bilhetes para o Jamor serão vendidos assim:
a venda começa dia 12 de Maio - Sócios Fundadores, Centenarium e RedPass Premium
Dias 13 e 14: Sócios com RedPass
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