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Red Pass

Blog pessoal dedicado ao Benfica

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Benfica Lab na Marca Plus

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Começar por dar uma boa notícia aos leitores que gostam de uma boa leitura sobre futebol. A Marca Plus é uma revista cheia de conteúdo interessante e pode ser lida gratuitamente online. Também podem descarregar a app MarcaPlus e aproveitar toda a interacção na versão para tablets.

Na mais recente edição a Marca dedica uma vídeo reportagem ao Lab do Benfica. Há o texto que podem ler na imagem de cima e depois é publicada uma galeria de imagens mais um vídeo sobre a tecnologia 360.

Fica a dica. Para acederem online à publicação basta clicar na imagem.

 

Colinho!

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Na qualidade de assessor dos leões para questões de arbitragem, o antigo juiz internacional reuniu-se com o presidente portista, Pinto da Costa, para lhe apresentar o projeto do sorteio dos árbitros proposto pelos sportinguistas.

Os dragões, que votaram contra na Assembleia Geral da Liga a 19 de julho, mas defenderam a medida que foi aprovada dez dias depois na continuação da reunião magna. A aliança entre os dois clubes é encarada pelos altos responsáveis pela arbitragem como uma tentativa de destituição de Vítor Pereira, responsável máximo pelas nomeações

O antigo árbitro Pedro Proença foi quem fez a ponte para um entendimento entre Sporting e FC Porto para que o projeto relativo ao sorteio dos árbitros para a nova época fosse aprovado na Assembleia Geral da Liga.

Ao que o DN apurou, Pedro Proença, antigo colega de curso de Bruno de Carvalho, é atualmente consultor do Sporting para aspetos relacionados com a arbitragem e foi nessa condição que apresentou o projeto numa reunião com Pinto da Costa, presidente do FC Porto, já depois da primeira Assembleia Geral da Liga, a 19 de junho, em que os dragões votaram contra as nomeações por sorteio.

 

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Eterno!

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 Escrevi isto na altura em que partiu:

Nasci em Abril de 1973 em Moçambique. Vim logo para Lisboa e os meus pais foram viver para a rua em frente ao Califa onde havia uma paragem de eléctricos e autocarros. A paragem em que o povo saía e rumava a pé para a Luz subindo a rua onde eu ia viver mais de três décadas da minha vida.

 

Tinha eu dois meses e meio de vida e o Benfica ganhava 6-0 ao Montijo e sagrava-se campeão nacional. Marcaram Toni e Jordão, pelos humanos. Eusébio fez quatro golinhos.

Esta introdução serve para explicar que não faço a menor ideia qual foi o momento em que deixei o Benfica entrar na minha vida, eu é que entrei na vida do Benfica sem ter consciência disso. Já fazia parte do universo encarnado por defeito. O Estádio ao lado de casa, o povo benfiquista a passar à minha porta aos domingos e quartas à noite, estava tudo feito mas faltava o empurrão. 

O pai da minha mãe, o avô Alberto, fez o resto ao passar-me aquele benfiquismo lindo cada vez que ia lá a casa ver a bola, como se dizia. O padrinho da minha irmã, o tio Victor, criou definitivamente o monstro (eu) ao levar-me para o Estádio quando a família achou que eu já tinha idade para isso.

Até ao dia que entrei na Luz para ver um jogo a sério ficou muito tempo para trás de sonhos a ouvir relatos e, raramente, a ver na televisão com um curioso ritual. Se era jogo europeu, quarta feira à noite, ficava na varanda virada para a rua do califa a olhar fixamente para o impressionante clarão que rompia o negro da noite por trás daqueles prédios vermelhos mais perto do estádio com a janela um pouco aberta para ouvir o , igualmente, impressionante barulho do povo a gritar cada golo. Ainda hoje tenho na mente esse som maravilhoso! Ouvia o relato e assim que se começava a gritar golo na rádio tirava o som para ouvir o verdadeiro "bruá" da Catedral. Era um quadro mágico, o clarão das luzes a iluminar o céu e o som do golo festejado.

Nos jogos de dia ligava o rádio e ouvia os relatos enquanto reproduzia o jogo na alcatifa em cima do tapete do Subbuteo. E tão feliz que uma criança pode ser assim, nem imaginam.

 

Foi também nesta fase pré Estádio que descobri que uma década antes o Benfica tinha dominado a Europa do futebol e que havia muitos jogadores para descobrir além daqueles que jogavam na altura. O avô Alberto contava histórias sobre o Benfica europeu, sobre campeonatos nacionais ganhos, sobre os Magriços e de como era bom ganhar ao Sporting. O tio Victor explicava o problema de sucessão dos grandes craques dos anos 60, das esperanças que tinha nos novos miúdos e de como era bom ganhar ao Sporting. Em comum havia sempre um nome: Eusébio. Já uma lenda na minha cabeça e mal tinha ele acabado de jogar.

 

Depois veio a escola primária, a preparatória e o Liceu. Não poucas vezes ao dizer alto o nome e a naturalidade , Moçambique, recorde-se, o eco era repetido: terra do Eusébio! O orgulho que eu tenho de ter nascido no país do Eusébio!

Frequentei as escolas de Benfica, perto de casa e perto da Luz. Rapidamente as idas ao estádio em dias de jogo se tornaram curtas. Era preciso ir lá ver treinos, estar perto dos jogadores, ver as imensas bancadas despidas, viver o Benfica. Assim foi fácil para mim ter o primeiro encontro com Eusébio relativamente cedo.

Começo dos anos 80, fim de tarde da Luz. Porta principal ao pé da águia de pedra, passam alguns jogadores a caminho dos seus carros e simpaticamente distribuem fotos autografadas a quem os esperava. De repente vejo Eusébio a poucos metros de mim. Eu, que nem 10 anos tinha e andava ali a pedir autógrafos e "bacalhaus" a tudo o que tivesse pernas e saísse da porta dos balneários, fiquei siderado! Não tive reacção, não pedi nada, não falei, ele passou-me a mão pela cabeça e riu-se. Fiquei horas com aquela imagem na mente, o Eusébio tocou-me.

 

E aqui começou uma relação que até hoje nunca consegui clarificar na minha vida. Eu recebi o Eusébio como herança e já em formato de lenda. Mas ao mesmo tempo ele estava ali bem perto de carne e osso.

Mais tarde descobri que Eusébio morava perto da Estrada de Benfica. Foi num daquelas noites de inverno que perto da escola ia com a minha mãe à papelaria, do outro lado da estrada vi Eusébio a sair de um carro. Gritei para a minha mãe que tinha de ir pedir um autógrafo, desatei a correr em direcção a ele para lhe dizer que o primeiro livro que escolhi para ler na biblioteca da escola era sobre o Mundial de 1966. Pelo meio ficou a Dalila em pânico depois de me ver cruzar a estrada de Benfica sem pestanejar. Eusébio ouviu-me, deu-me o autógrafo, esperou pela minha mãe e disse-me para não voltar a atravessar assim a estrada.

A partir daqui cruzei-me com o Rei muitas vezes, felizmente, e sempre com sorrisos à mistura.

 

Foi à conta dele que fiz coisas sem grande sentido para as pessoas que conviveram comigo ao longo dos anos. Tais como ver os jogos inteiros de Portugal em 1966. É estúpido, um gajo já sabe quanto fica o jogo e quem marca os golos. Pois é mas aquilo é magia pura. Mais tarde consegui ver jogos inteiros do Benfica nas caminhadas triunfantes na Taça dos Campeões Europeus. Impressionante!

 

Entretanto, ia crescendo a ver o Benfica. As inesquecíveis noites europeias dos anos 80 na Luz vi com o meu pai, sportinguista, que torcia pelo Benfica na Europa muito por culpa de Eusébio e companhia e nos jogos de domingo à tarde passei a ir com a rapaziada lá da rua.

Habituei-me a ver Eusébio nas equipas técnicas do Benfica, a trabalhar na formação do clube e , mais tarde, como embaixador ou algo assim parecido.

 

Ainda ele fazia parte da equipa técnica como treinador de guarda redes fez-se um passatempo no campo de treinos nº2. Foram às escolas ali da zona convidar os alunos a aderirem a um desafio que era ir defender um penalti do Eusébio para ganhar bilhetes para um jogo europeu. Obviamente fui. Era malta a perder de vista e o bom do Eusébio ali a chutar a tarde toda. Até chegar a minha vez ninguém tinha defendido nada. Recordo-me de estar na baliza, sendo que nessa altura eu tinha a mania que era o Bento nos jogos de rua, e em vez de olhar para a bola fixei o olhar na figura do King. Ele chutou e eu nem vi onde é que a bola entrou, ao ouvir aquele barulho romântico da bola a enrolar-se nas redes saí disparado da baliza para o abraçar perante os protestos dos organizadores. E então , ganhei o bilhete? Claro que não, ganhei um abraço ao Eusébio!

Lembro-me de contar isto em casa todo orgulhoso perante o sorriso de aprovação da minha mãe. Depois a magia acabou quando o meu pai, sempre bem mais realista, fez uma observação pertinente: "Olha lá, mas tu não tinhas aulas à tarde?". Uma criança sofre muito, todos sabemos...

 

Aos poucos percebi que o Eusébio era uma lenda viva demasiado grande para um clube que inevitavelmente ia perder grandiosidade. Habituei-me a um grau de exigência nas bancadas da Luz que roçava o lunático! O Benfica a construir goleadas de 7, 8, 9-0 ao Penafiel, ao Varzim, ao Vitória de Guimarães e eu nunca pude festejar dignamente essas "tareias" porque à minha volta todos eram mais velhos e encolhiam os ombros. "Isto com o Eusébio eram 14 ou 15."

Eu cresci com os ressacados do maior Benfica da história.

Em 1982/83 vi o melhor Benfica da minha vida. Fui a todos os jogos na Luz, portugueses e europeus, e nunca senti aquelas bancadas verdadeiramente rendidas aquela equipa. Criticavam o Nené, imagine-se! Para mim era maravilhoso ver aquele Benfica jogar mas depois da final perdida com o Anderlecht percebi que, realmente, faltava ali qualquer coisa para ser um Benfica à altura do Benfica de... Eusébio.

 

Depois vieram as lições nobres. Quando eu mostrava orgulho na pêra que o Bento deu ao Manuel Fernandes o avô Alberto explicava que isso já não era o Benfica dele. Ele viu o Eusébio a marcar um golo ao Yashin e em vez de ir festejar foi cumprimentá-lo, ele viu o Eusébio rematar dramaticamente para o golo na final que dava a 3ª Taça dos Campeões ao Benfica em pleno Wembley contra o Manchester United e ao ver que o inglês defendeu valentemente foi dar-lhe os parabéns pela defesa e aplaudiu!

 

Por isso é que 48 anos depois vemos o Old Trafford a aplaudir de pé comoventemente o minuto de silêncio do King.

E é aqui que quero chegar. A grandiosidade, a nobreza, o nome de Glorioso, foi tudo erguido a partir das conquistas internas e externas das equipas onde brilhou Eusébio. Obviamente não vamos esquecer todos os outros grandes nomes que jogaram com ele, que jogaram antes dele e alguns que apareceram já depois da sua retirada. A verdade é que Eusébio pelos seus golos, pela sua educação, pela sua humildade, pela sua figura, encarnou o Benfica e engrandeceu-o à escala planetária.

 

Já me aconteceu em Espanha, na Holanda, em França e , principalmente, em Inglaterra ver e ouvir reacções incríveis só pelo facto das pessoas verem o emblema do Benfica num casaco, numa camisola, num cachecol! Sem eu abrir a boca fui cumprimentado ao som de : "Benfica! EUSÉBIO!" É assim em todo o mundo.

 

Esta foi a herança mais valiosa e pesada que Eusébio deixou ao Benfica, o respeito! O outro nome do Sport Lisboa e Benfica no mundo é Eusébio. O respeito e admiração que as pessoas têm pelo nosso emblema deve-se muito a Eusébio.

Barclays Asia Trophy na BTV

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  Semi-finals   Final
             
  15 July – Singapore
   England Everton    
   England Stoke City    
   
    18 July – Singapore
         
       
   
   
    Third place
  15 July – Singapore   18 July – Singapore
   Singapore Singapore Select XI        
   England Arsenal          

 

Este é quadro de jogos do Torneio de verão da Premier League na Ásia. Everton contra Stoke e o Arsenal defronta uma selecção de Singapura. Depois vencedores disputam a final e vencidos lutam pelo 3º lugar.

 

Todos os jogos para ver na Benfica TV dos próximos dias 15 e 18 deste mês.

 

O Benfica B Voltou

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A equipa B do SL Benfica já arrancou a temporada 2015/2016. A formação liderada por Hélder Cristóvão realizou, esta manhã, os habituais exames médicos no Hospital da Luz.

 

É este o procedimento normal no arranque de qualquer temporada. O primeiro contacto com a bola, esse, está previsto para a manhã de sábado, 4 de julho, às 9h30, no Caixa Futebol Campus.

 

Do plantel (ver quadro abaixo) que estará às ordens da equipa técnica liderada por Hélder Cristóvão, apenas dois jogadores, Pedro Rebocho e João Nunes, receberam autorização para chegar mais tarde por terem estado a representar Portugal no Mundial de Sub-20. Os dois regressam ao trabalho na segunda-feira.

 

Para a temporada que agora começa, a grande novidade são os sete jogadores com idade júnior que irão fazer parte do grupo: João Carvalho, Renato Sanches, Oliver Sarkic, Diogo Gonçalves, Yuri Ribeiro, Rúben Dias e Pedro Rodrigues.  Há ainda mais sete atletas que vão fazer a primeira temporada como Seniores (Miguel Santos, Flávio Silva, Hildeberto Pereira, André Ferreira, Gilson Costa, João Lima e Filipe Ferreira), o que significa que a juventude é a grande base desta equipa. 

 

Nome

1

Pawel Marek Dawidowicz

2

João António Antunes Carvalho

3

Miguel José Oliveira Santos

4

Alexandre Correia Alfaiate

5

João Aniceto Grandela Nunes

6

Pedro Miguel Braga Rebocho

7

Victor Andrade dos Santos

8

Renato Junior Luz Sanches

9

Oliver Sarkic

10

Clesio Palmirim David Bauque

11

Flávio António da Silva

12

Elbio Maximiliano Alvarez Wallace

13

Vitalli Lystcov

14

Diogo António Cupido Gonçalves

15

Sancidino Malam da Silva

16

Hildeberto José Morgado Pereira

17

Yuri Oliveira Ribeiro

18

André Filipe Magalhães Ribeiro Ferreira

19

Ruben Santos Gato Alves Dias

20

Gilson Sequeira da Costa

21

João Nuno Pinto Lima

22

Pedro Filipe Figueiredo Rodrigues

23

Filipe Gabriel Gonçalves Ferreira