Quinta-feira, 17 de Abril de 2014

Oferta de 1 Livro "Lá em Casa Mando Eu!"

 

Em jeito de começo de festejos há um livro para celebrar, divulgar e oferecer. O excelente blog http://laemcasamandoeu.blogspot.pt/ ganhou formato literário digno e convidou o Red Pass a voltar à actividade com um passatempo. Orgulhoso com o convite passo a bola aos leitores e lanço o seguinte desafio:

O primeiro a acertar às seguintes questões receberá um exemplar do "Lá em Casa Mando Eu", um livro que vale pela prosa do amigo Manuel e onde também podemos rir com textos da Catarina que mal sabia o que ia passar na altura em que o livro é lançado.

 

- Data e resultado do jogo com maior diferença de golos entre Benfica e Porto

 

- Data do melhor "post" de sempre do Lá Em Casa Mando Eu chamado Sífilis Clube de Portugal

 

Respostas nos comentários que só serão visíveis após resposta certa.
Boa sorte.

 

 

publicado por J.G. às 16:50
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Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2014

Obrigado, Sr. Coluna

 

O Benfica tem uma responsabilidade gigante de somar rapidamente títulos que possa dedicar a quem tanto fez pelo clube. É a melhor forma de honrar quem nos deu tanto. Depois do Rei Eusébio parte o Capitão Sr. Coluna. São muito do Benfica. Honremos o seu legado.

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publicado por J.G. às 11:54
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Terça-feira, 7 de Janeiro de 2014

Nós Só Queremos

 

Presidente, não preciso de 1 ano de luto, não preciso da imagem do Eusébio nos equipamentos (horríveis, por sinal), não preciso do nome de Eusébio nem no Estádio nem no Centro de Estágio, não preciso do espaço envidraçado da estátua do Eusébio. Nem eu nem o King. Preciso é que nos diga agora e já que em Maio vamos dedicar conquistas de títulos ao Eusébio! Era "só" isso que ele queria. É só isso que nós queremos. De "folclore" já estamos bem servidos. Obrigado.

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publicado por J.G. às 22:28
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Segunda-feira, 6 de Janeiro de 2014

Morreu o Outro nome do Sport Lisboa e Benfica, Eusébio

Nasci em Abril de 1973 em Moçambique. Vim logo para Lisboa e os meus pais foram viver para a rua em frente ao Califa onde havia uma paragem de eléctricos e autocarros. A paragem em que o povo saía e rumava a pé para a Luz subindo a rua onde eu ia viver mais de três décadas da minha vida.

 

Tinha eu dois meses e meio de vida e o Benfica ganhava 6-0 ao Montijo e sagrava-se campeão nacional. Marcaram Toni e Jordão, pelos humanos. Eusébio fez quatro golinhos.

Esta introdução serve para explicar que não faço a menor ideia qual foi o momento em que deixei o Benfica entrar na minha vida, eu é que entrei na vida do Benfica sem ter consciência disso. Já fazia parte do universo encarnado por defeito. O Estádio ao lado de casa, o povo benfiquista a passar à minha porta aos domingos e quartas à noite, estava tudo feito mas faltava o empurrão. 

O pai da minha mãe, o avô Alberto, fez o resto ao passar-me aquele benfiquismo lindo cada vez que ia lá a casa ver a bola, como se dizia. O padrinho da minha irmã, o tio Victor, criou definitivamente o monstro (eu) ao levar-me para o Estádio quando a família achou que eu já tinha idade para isso.

Até ao dia que entrei na Luz para ver um jogo a sério ficou muito tempo para trás de sonhos a ouvir relatos e, raramente, a ver na televisão com um curioso ritual. Se era jogo europeu, quarta feira à noite, ficava na varanda virada para a rua do califa a olhar fixamente para o impressionante clarão que rompia o negro da noite por trás daqueles prédios vermelhos mais perto do estádio com a janela um pouco aberta para ouvir o , igualmente, impressionante barulho do povo a gritar cada golo. Ainda hoje tenho na mente esse som maravilhoso! Ouvia o relato e assim que se começava a gritar golo na rádio tirava o som para ouvir o verdadeiro "bruá" da Catedral. Era um quadro mágico, o clarão das luzes a iluminar o céu e o som do golo festejado.

Nos jogos de dia ligava o rádio e ouvia os relatos enquanto reproduzia o jogo na alcatifa em cima do tapete do Subbuteo. E tão feliz que uma criança pode ser assim, nem imaginam.

 

Foi também nesta fase pré Estádio que descobri que uma década antes o Benfica tinha dominado a Europa do futebol e que havia muitos jogadores para descobrir além daqueles que jogavam na altura. O avô Alberto contava histórias sobre o Benfica europeu, sobre campeonatos nacionais ganhos, sobre os Magriços e de como era bom ganhar ao Sporting. O tio Victor explicava o problema de sucessão dos grandes craques dos anos 60, das esperanças que tinha nos novos miúdos e de como era bom ganhar ao Sporting. Em comum havia sempre um nome: Eusébio. Já uma lenda na minha cabeça e mal tinha ele acabado de jogar.

 

Depois veio a escola primária, a preparatória e o Liceu. Não poucas vezes ao dizer alto o nome e a naturalidade , Moçambique, recorde-se, o eco era repetido: terra do Eusébio! O orgulho que eu tenho de ter nascido no país do Eusébio!

Frequentei as escolas de Benfica, perto de casa e perto da Luz. Rapidamente as idas ao estádio em dias de jogo se tornaram curtas. Era preciso ir lá ver treinos, estar perto dos jogadores, ver as imensas bancadas despidas, viver o Benfica. Assim foi fácil para mim ter o primeiro encontro com Eusébio relativamente cedo.

Começo dos anos 80, fim de tarde da Luz. Porta principal ao pé da águia de pedra, passam alguns jogadores a caminho dos seus carros e simpaticamente distribuem fotos autografadas a quem os esperava. De repente vejo Eusébio a poucos metros de mim. Eu, que nem 10 anos tinha e andava ali a pedir autógrafos e "bacalhaus" a tudo o que tivesse pernas e saísse da porta dos balneários, fiquei siderado! Não tive reacção, não pedi nada, não falei, ele passou-me a mão pela cabeça e riu-se. Fiquei horas com aquela imagem na mente, o Eusébio tocou-me.

 

E aqui começou uma relação que até hoje nunca consegui clarificar na minha vida. Eu recebi o Eusébio como herança e já em formato de lenda. Mas ao mesmo tempo ele estava ali bem perto de carne e osso.

Mais tarde descobri que Eusébio morava perto da Estrada de Benfica. Foi num daquelas noites de inverno que perto da escola ia com a minha mãe à papelaria, do outro lado da estrada vi Eusébio a sair de um carro. Gritei para a minha mãe que tinha de ir pedir um autógrafo, desatei a correr em direcção a ele para lhe dizer que o primeiro livro que escolhi para ler na biblioteca da escola era sobre o Mundial de 1966. Pelo meio ficou a Dalila em pânico depois de me ver cruzar a estrada de Benfica sem pestanejar. Eusébio ouviu-me, deu-me o autógrafo, esperou pela minha mãe e disse-me para não voltar a atravessar assim a estrada.

A partir daqui cruzei-me com o Rei muitas vezes, felizmente, e sempre com sorrisos à mistura.

 

Foi à conta dele que fiz coisas sem grande sentido para as pessoas que conviveram comigo ao longo dos anos. Tais como ver os jogos inteiros de Portugal em 1966. É estúpido, um gajo já sabe quanto fica o jogo e quem marca os golos. Pois é mas aquilo é magia pura. Mais tarde consegui ver jogos inteiros do Benfica nas caminhadas triunfantes na Taça dos Campeões Europeus. Impressionante!

 

Entretanto, ia crescendo a ver o Benfica. As inesquecíveis noites europeias dos anos 80 na Luz vi com o meu pai, sportinguista, que torcia pelo Benfica na Europa muito por culpa de Eusébio e companhia e nos jogos de domingo à tarde passei a ir com a rapaziada lá da rua.

Habituei-me a ver Eusébio nas equipas técnicas do Benfica, a trabalhar na formação do clube e , mais tarde, como embaixador ou algo assim parecido.

 

Ainda ele fazia parte da equipa técnica como treinador de guarda redes fez-se um passatempo no campo de treinos nº2. Foram às escolas ali da zona convidar os alunos a aderirem a um desafio que era ir defender um penalti do Eusébio para ganhar bilhetes para um jogo europeu. Obviamente fui. Era malta a perder de vista e o bom do Eusébio ali a chutar a tarde toda. Até chegar a minha vez ninguém tinha defendido nada. Recordo-me de estar na baliza, sendo que nessa altura eu tinha a mania que era o Bento nos jogos de rua, e em vez de olhar para a bola fixei o olhar na figura do King. Ele chutou e eu nem vi onde é que a bola entrou, ao ouvir aquele barulho romântico da bola a enrolar-se nas redes saí disparado da baliza para o abraçar perante os protestos dos organizadores. E então , ganhei o bilhete? Claro que não, ganhei um abraço ao Eusébio!

Lembro-me de contar isto em casa todo orgulhoso perante o sorriso de aprovação da minha mãe. Depois a magia acabou quando o meu pai, sempre bem mais realista, fez uma observação pertinente: "Olha lá, mas tu não tinhas aulas à tarde?". Uma criança sofre muito, todos sabemos...

 

Aos poucos percebi que o Eusébio era uma lenda viva demasiado grande para um clube que inevitavelmente ia perder grandiosidade. Habituei-me a um grau de exigência nas bancadas da Luz que roçava o lunático! O Benfica a construir goleadas de 7, 8, 9-0 ao Penafiel, ao Varzim, ao Vitória de Guimarães e eu nunca pude festejar dignamente essas "tareias" porque à minha volta todos eram mais velhos e encolhiam os ombros. "Isto com o Eusébio eram 14 ou 15."

Eu cresci com os ressacados do maior Benfica da história.

Em 1982/83 vi o melhor Benfica da minha vida. Fui a todos os jogos na Luz, portugueses e europeus, e nunca senti aquelas bancadas verdadeiramente rendidas aquela equipa. Criticavam o Nené, imagine-se! Para mim era maravilhoso ver aquele Benfica jogar mas depois da final perdida com o Anderlecht percebi que, realmente, faltava ali qualquer coisa para ser um Benfica à altura do Benfica de... Eusébio.

 

Depois vieram as lições nobres. Quando eu mostrava orgulho na pêra que o Bento deu ao Manuel Fernandes o avô Alberto explicava que isso já não era o Benfica dele. Ele viu o Eusébio a marcar um golo ao Yashin e em vez de ir festejar foi cumprimentá-lo, ele viu o Eusébio rematar dramaticamente para o golo na final que dava a 3ª Taça dos Campeões ao Benfica em pleno Wembley contra o Manchester United e ao ver que o inglês defendeu valentemente foi dar-lhe os parabéns pela defesa e aplaudiu!

 

Por isso é que 48 anos depois vemos o Old Trafford a aplaudir de pé comoventemente o minuto de silêncio do King.

E é aqui que quero chegar. A grandiosidade, a nobreza, o nome de Glorioso, foi tudo erguido a partir das conquistas internas e externas das equipas onde brilhou Eusébio. Obviamente não vamos esquecer todos os outros grandes nomes que jogaram com ele, que jogaram antes dele e alguns que apareceram já depois da sua retirada. A verdade é que Eusébio pelos seus golos, pela sua educação, pela sua humildade, pela sua figura, encarnou o Benfica e engrandeceu-o à escala planetária.

 

Já me aconteceu em Espanha, na Holanda, em França e , principalmente, em Inglaterra ver e ouvir reacções incríveis só pelo facto das pessoas verem o emblema do Benfica num casaco, numa camisola, num cachecol! Sem eu abrir a boca fui cumprimentado ao som de : "Benfica! EUSÉBIO!" É assim em todo o mundo.

 

Esta foi a herança mais valiosa e pesada que Eusébio deixou ao Benfica, o respeito! O outro nome do Sport Lisboa e Benfica no mundo é Eusébio. O respeito e admiração que as pessoas têm pelo nosso emblema deve-se muito a Eusébio.

 

Infelizmente, Eusébio morreu hoje. O Eusébio dos autógrafos, dos sorrisos na rua, dos acenos, o homem desapareceu. A lenda continua, já era maior que ele há 40 anos quando eu nasci, vai ficar ainda maior.

E o Benfica?

Bom, se o clube já parecia pequeno para tamanha figura nos últimos 40 anos até tenho medo de pensar no futuro.

 

É certo que esta Direcção devolveu a dignidade a Eusébio e fez por ele o que devia ser feito. Na última década Eusébio voltou ao seu lugar natural, viu a sua estátua, teve o seu torneio e voltou a ter a sua independência financeira. Foi uma justa recompensa depois de ter sido tão mal tratado em algumas alturas de desgoverno no nosso clube.

 

O problema é que o actual Presidente não conseguiu nunca ver para além da lenda. Fez muito bem em devolver-lhe a dignidade mas devia ter aproveitado para ver bem fundo nos olhos de Eusébio que a única coisa que ele queria era que o Benfica continuasse a ser do seu tamanho. Eusébio morreu a ver o Benfica a encolher e por muito que tenha apelado a uma inversão de rumo nunca foi ouvido.

 

O clube do Eusébio escolheu o caminho oposto ao seu. O clube que era admirado até entre rivais pela postura de Eusébio enquanto atleta achou que a melhor resposta à falta de títulos era adoptar a postura de confronto, deselegante, com falta de educação e troca de insultos. O Benfica nas últimas duas décadas passou a ser um clube odiado fora do universo benfiquista, o Benfica passou a viver numa letargia agoniante, o Benfica perdeu os seus princípios, o Benfica deitou para o lixo a herança valiosa que Eusébio e companheiros lhe deixaram, o Benfica passou a ser motivo de chacota ao apagar luzes e ligar regas, o Benfica passou a ser refém de um Presidente e de um treinador. É com isto que eu tenho vivido. E julgava eu em 1980 que a herança da lenda Eusébio era muito pesada...

E o pior de tudo isto, o Eusébio foi morrendo a ter de conviver com estes disparates todos. Prometeram-lhe o regresso às vitorias europeias quando nem às portuguesas chegam. Desde que eu nasci (1973) o Benfica ganhou 13 campeonatos nacionais. O eusébio enquanto jogador limpou 11! É disto que estamos a falar.

 

O Eusébio teve que ver a sua camisola 10 entregue a aberrações. Chalana, Rui Costa, Valdo ou Aimar são as excepções. Que tal retirarmos o 10 para sempre em homenagem ao Rei?

 

O Eusébio morreu e os dois rivais conseguiram escrever comunicados sem mencionarem uma única vez a palavra Benfica. Eusébio não ia compreender mas a culpa não é dele, é dos clubes. Sim, do nosso também.

 

O Eusébio teve que ver o Benfica equipar com cores alternativas desconcertantes. Aliás, o Eusébio teve que ver o manto sagrado encarnado ser violado por logos de publicidade e cores sem explicação como preto ou dourado. Lembro-me de lhe terem perguntado o que achava da camisola rosa e da resposta ser só isto: "Para mim o Benfica só joga de encarnado e branco ou branco e encarnado." Era tão bom que isto entrasse para os "novos" estatutos do clube.

 

Alô Marketing, alô Adidas: querem equipamento alternativo a evocar o King? olhem esta maravilha usada num amigável em Londres contra o Arsenal:

 

O Benfica conseguiu devolver em tempo útil a dignidade a Eusébio enquanto homem mas ao mesmo tempo resolveu perder toda a valiosa herança que Eusébio enquanto lenda nos deixou. Agora que o homem morreu, a lenda será cada vez maior e melhor que o clube.

 

Hoje o Benfica voltou a ser falado no mundo todo, hoje voltei a sentir um profundo orgulho em ser do Benfica, hoje os mais velhos recordaram os tempos em que o Benfica era respeitado em todo o lado, os mais novos ficaram impressionados com o respeito demonstrado. Mas isto só foi possível porque desapareceu o outro nome do Benfica, Eusébio. O nome de Benfica só por si já não vai voltar a ecoar com esta força pelo mundo nas próximas décadas, arrisco eu.

De tarde ouvi que o espaço onde está a urna iria ficar aberto toda a noite. Fiquei descansado, resolvi lá ir mais perto da meia noite. Obviamente, deparei-me com as portas do espaço fechadas. Despedi-me de Eusébio cá de fora com uns vidros entre nós, agradeci e curvei-me em jeito de jeito de vénia e em silêncio.

 

Pá, Eusébio, era tão mais fácil chegar ao pé de ti atravessando a movimentada estrada de Benfica do que agora com este Benfica SAD.

O avô Alberto espera-te de braços abertos, deve estar ansioso para desabafar contigo sobre este Benfica que ele deixou em 1999 e que tu aturaste até hoje.

Se isto fosse o que já foi, garantia-te que hoje começámos a ganhar o campeonato nacional 2013/14 mas como tu viste a única coisa que posso prometer é continuar a ser do Benfica com base na herança que nos deixaste.

Olha, nestas coisas nunca há justiça nenhuma mas tu vais a enterrar no dia de Reis, King!

 

Viva o Benfica!

 

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publicado por J.G. às 04:25
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Terça-feira, 24 de Dezembro de 2013

Bom Natal!

publicado por J.G. às 00:07
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Segunda-feira, 16 de Dezembro de 2013

PAOK na Liga Europa

publicado por J.G. às 18:55
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Sexta-feira, 22 de Novembro de 2013

Gil Vicente para a Taça de Portugal

O Benfica vai receber o Gil Vicente nos oitavos de final da Taça de Portugal.

Jogo marcado para 5 de Janeiro.

publicado por J.G. às 13:20
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Calendário Actualizado Até Final de Época

publicado por J.G. às 10:36
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Sábado, 9 de Novembro de 2013

9 Vitórias ...

... Nos últimos 12 derbis não é casual ! ( DV )
publicado por J.G. às 23:30
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Segunda-feira, 14 de Outubro de 2013

Data e Hora dos Jogos do Benfica entre a 8ª e 14ª Jornada

8ª Jornada, SL BENFICA - Nacional, Domingo, 27 de Outubro, 17h15, BENFICA TV

 

9ª Jornada, Académica - SL BENFICA, Sexta, 1 de Novembro, 20h30, SPORT TV

 

10ª Jornada, SL BENFICA - Sp. Braga, Sábado, 23 de Novembro, 18h15, BENFICA TV

 

11ª Jornada, Rio Ave - SL BENFICA, Domingo, 1 de Dezembro, 17h45, SPORT TV

 

12ª Jornada, SL BENFICA - Arouca, Sexta, 6 de Dezembro, 20h15, BENFICA TV

 

13ª Jornada, Olhanense - SL BENFICA, Domingo, 15 de Dezembro, 18h15, SPORT TV

 

14ª Jornada, V. Setúbal - SL BENFICA, Sexta, 20 de Dezembro, 21h, SPORT TV

 

( A Liga perdeu a cabeça e resolveu ser minimamente organizada!)

publicado por J.G. às 22:14
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Quarta-feira, 9 de Outubro de 2013

O Benfica nas Selecções

 

fonte: A Bola

publicado por J.G. às 10:03
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Terça-feira, 8 de Outubro de 2013

Em Cinfães

O jogo da Taça de Portugal fica marcado para dia 19 de Outubro (Sábado) às 14h30 com transmissão na Sport TV.

publicado por J.G. às 13:51
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Próximo Jogo em Cinfães - Calendário Actualizado

publicado por J.G. às 11:47
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Quarta-feira, 2 de Outubro de 2013

Paris Saint-Germain FC - Benfica

 

Jogo 2 do Grupo C

publicado por J.G. às 09:54
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Terça-feira, 1 de Outubro de 2013

Os 12 Encontros entre PSG e Benfica: Factos, Imagens, Curiosidades

Jogo1:
5 Setembro1975, Parc des Princes (amigável) : PSG - Benfica 2- 0

Este jogo foi organizado no âmbito da transferência de Humberto Coelho para o PSG. Os golos franceses foram marcados por François M'Pelé e Mustapha Dahleb.

 

 

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Jogo 2:
13 Agosto de 1980, em Lisboa (amigável) : Benfica - PSG 4-1
Um mês e meio depois do seu regresso ao Benfica, após uma fraca época no PSG, João Alves domina com grande facilidade uns franceses cansados, 24h após uma vitória contra o Auxerre para o campeonato (1-0). No final do jogo, João Alves declara: “O PSG não é um clube sério. Nunca vingará…”



 

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Jogo 3:
14 Novembro de 1988, em Saint-Ouen (amigável) : PSG-Benfica 1-1





Um PSG, sagrado Campeão dois dias antes, recebe o Benfica, em Saint-Ouen, frente a 12.000 espectadores que foram apoiar o conjunto português. Os parisienses, sem 4 dos seus internacionais (Bats, Susic, Perez, Xuereb), conseguem fazer jogo de igual para igual frente às estrelas Mozer, Ricardo e Valdo. O PSG chegou ao empate perto do final do jogo.

 

 

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Jogo 4:
8 de Janeiro de 1991, em Bercy, (amigável em pavilhão): PSG – SL Benfica 4-7

Um torneio de inverno indoor é coisa pouco vista no historial do Sport Lisboa e Benfica. Em 1991 fomos convidados para esta competição em Bercy e encontrámos o PSG. As duas equipas já não têm esperanças de ganhar o troféu após uma péssima primeira jornada neste torneiro mas o Benfica vence categoricamente os franceses por 7-4 !


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Jogo 5:
7 de Maio de 2001 no Parque dos Príncipes (amigável, taça da Amizade): PSG – SL Benfica 0-0 (3-4 gp)

 

 

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Perante mais de 30.000 espectadores, na sua grande maioria portugueses , o PSG e o Benfica neutralizam-se e levam o jogo para o desempate por grandes penalidades. Os falhanços de Vampeta e Ali Benarbia dão o troféu aos jogadores do Benfica.

 

 

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Jogo 6:
15 de Abril de 2003 em Charlety (amigável, Taça da Amizade): PSG – SL Benfica 1-1 (6-5 gp).

 

 

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No âmbito desta Taça da Amizade, em Charlety, o PSG impõe-se frente ao Benfica com um golo de Alioune Touré, após um jogo duro e uma sessão de grandes penalidades concluída pelo jovem Mohamed Bachtobji. Ronaldinho, capitão por um dia, recebe o troféu após ter marcado o seu penalty à Panenka. Este foi o único troféu conquistado por “Ronnie” com a camisola do PSG nas duas épocas que esteve em Paris.

 

 

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Jogo 7:
8 de Março de 2007, no Parques dos Príncipes (8os final da Taça UEFA, 1ª mão) PSG – SL Benfica 2-1

 

 

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O PSG, que sofre no campeonato, encontra forças suficientes para se impor ao Benfica, apesar do golo madrugador dos portugueses. É Pedro Pauleta, goleador frente aos seus compatriotas, quem põe o Paris no bom caminho.
A minha crónica do jogo pode ser lida no Encarnado e Branco neste link.

 

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Acte 8:
15 de Março de 2007, em Lisboa, (8os final da Taça UEFa, 2ª mão), SL Benfica – PSG 3-1

 

 

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O PSG que luta pela manutenção está em alerta máximo. A caminhada europeia deixou de ser uma prioridade para Paul Le Guen que alinha com uma equipa sem parte dos habituais titulares (Mabiala, Traoré, Dramé, Mulumbu) consegue resistir aos assaltos do Benfica … até ao minuto 89, com um golo de penalty assinado pelo Simão que qualifica o conjunto português.
A minha crónica de jogo também pode ser lida aqui nos tempos do Encarnado e Branco.

 

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Jogo 9:
2 de Agosto de 2008 em Guimarães, (amigável) : SL Benfica – PSG 2-2

 

 

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O PSG pensa ter feito o mais difícil ao marcar dois golos, por Fabrice Pancrate, neste jogo de preparação frente ao Benfica mas os portugueses privam os franceses da vitória com um golo de Cardozo no último minuto de jogo.

 

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Jogo 10:
10 de Março de 2001, em Lisboa (liga Europa, oitavos de final, 1ª mão): SL Benfica – PSG 2-1

 

 

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Mais uma vez, o PSG tem um início de jogo fantástico em Lisboa e abre cedo o marcador com Peguy Luyindula mas o Benfica empata ainda antes do intervalo e consegue a vitoria com um golo do Jara ao cair do pano deixando tudo em aberto para o jogo da 2ª mão em Paris.
A crónica de jogo publicada no Red Pass pode ser recuperada neste link.

 

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Jogo 11:
17 de Março de 2001, no Parque dos Príncipes (Liga Europa, 8os final, 2ª mão): PSG – SL Benfica 1-1

 

 

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O PSG reage rapidamente à abertura do marcador pelo Benfica com um golo de Bodmer. O jogo é indeciso até ao fim, com uma enorme ocasião falhada por Jean-Eudes Maurice já nos descontos. Mas mais uma vez, são os portugueses que se qualificam para a próxima volta europeia….
A crónica deste jogo publicada no Red Pass pode ser relida aqui.

 

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Jogo 12:
15 de Julho de 2011 em Faro, (amigável, Torneio do Guadiana): SL Benfica – PSG 3-1

 

 

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Para a história fica a derrota do PSG frente ao Benfica na estreia de Leonardo como director desportivo do clube francês. Nené marcou o único golo do PSG na estreia do Kevin Gameiro com a camisola parisiense.

Obrigado à Fabienne Lima na tradução

publicado por J.G. às 18:00
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A Estreia do Benfica no Parc des Princes: Agosto de 1974

 Bianchi contra o Benfica em Paris

 

A 30 de Agosto de 1974, a marca de cerveja Kanterbrau patrocina um jogo para eleger o melhor onze da época 1973/74: essa selecção, treinada por Stefan Kovacs, o então seleccionador francês, defronta o Sport Lisboa e Benfica no Parque dos Príncipes. 

Kovacs escolhe, para esse jogo, a Selecção Francesa… e os três melhores marcadores estrangeiros do campeonato: Bianchi ( que é o homem da foto desse jogo que ilustra este texto ), Bargas e Curkovic.

Os franceses ganharam por 4 - 2 , como 2 - 1 ao intervalo, num jogo apitado por Robert Wurtz e presenciado por 40.000 adeptos.Os golos da equipa de Kovacs foram apontados por Bereta (10m), Chiesa (27m), Bianchi(54m), Patrick Revelli (75m). Pelo Benfica marcaram Humberto Coelho (32m), Eusébio (87m).


As equipas alinharam com:


França: Bertrand-Demanes (Curkovic 46e) - Vannucci, Adams (Bargas 46e), Trésor, Bracci - Huck, Michel (Repellini 46e), Guillou (Coste 46e) - Chiesa (P. Revelli 46e), Bianchi (Berdoll 76e), Bereta (cap.).


Benfica: Bento - Malta (Victor Martins 23e), Barros, Humberto, Artur - Toni, Simões, Eusébio (cap.) - Nené, Jordão, Moinhos (Victor Batista 46e).



Obrigado à Fabienne Lima na tradução


PS Aqui ficam os 12 jogos que o Benfica já disputou no Parque dos Principes segundo um site dedicado ao PSG


Les 12 matches du Benfica Lisbonne au Parc des Princes :

1 - 30 août 1974, (amical) : Sélection Kanterbrau - Benfica Lisbonne 4-2
2 - 5 septembre 1975, (amical) : PSG - Benfica Lisbonne 2-0
3 - 12 juin 1979 (amical, Tournoi de Paris) : Benfica Lisbonne - Brésil 2-0
4 - 14 juin 1979 (amical, Tournoi de Paris, finale) : Benfica Lisbonne - Etoile Rouge Belgrade 4-0
5 - 20 mai 1980 (amical, Tournoi de Paris) : Benfica Lisbonne - Standard de Liège 1-1
(4-5 t.a.b.)
6 - 22 mai 1980 (amical, Tournoi de Paris) : Benfica Lisbonne - Ajax Amsterdam 5-1
7 - 20 juin 1995, (supercoupe de Portugal) : Porto - Benfica Lisbonne 2-0
8 - 10 avril 1999, (amical) : Benfica Lisbonne - FC Bruges 3-2
9 - 7 mai 2001, (amical, Coupe de l'Amitié) :  PSG-Benfica Lisbonne 0-0 (3-4 t.a.b.)
10 - 1er avril 2002, (amical, Coupe de l'Amitié) : Celta Vigo - Benfica Lisbonne 1-0
11 - 8 mars 2007, (8eme de finale aller Coupe UEFA) :  PSG-Benfica Lisbonne 2-1

12 - 17 mars 2011, (Ligue Europa, 8eme de finale retour) :  PSG-Benfica Lisbonne 1-1

 

publicado por J.G. às 11:56
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Domingo, 29 de Setembro de 2013

Vamos Lá Falar Outra Vez do Campeonato

 

Ao fim de 90' de campeonato vim aqui explicar que desistia de escrever crónicas dos jogos do Benfica esta temporada. Argumentei calma e ponderadamente que não valia a pena estar aqui a maçar-vos semana após semana batendo nas mesmas teclas. Ao contrário do que possam ter pensado não foi um desabafo de ocasião nem nenhuma precipitação.

Antes de começar o campeonato a minha desilusão trazida de Maio não só não tinha passado como ainda aumentou. A maneira como a Direcção reagiu aquela tragédia em três actos foi assustadora de tão grosseira!

 

Basicamente, o que sinto é que no dia a seguir ao Jamor perdeu-se uma oportunidade histórica de arrumar o clube por dentro e por fora.

Por dentro deixando partir Jorge Jesus. Não por ser mau treinador, até acho que foi um dos melhores que passou por cá, mas apenas e só porque acabou o ciclo dele de maneira cruel e fria. Esteve perto de vencer o campeonato algumas vezes mas só o ganhou uma, fez excelentes carreiras europeias mas mostrou que nunca iria consumar uma vitória final nas provas da UEFA, e aqui até me refiro mais ao desastre de Braga do que à infelicidade final de Amesterdão. Venceu, e muito bem, Taças da Liga que , ao contrário do que se quer fazer pensar, são importantes de ganhar mas borrou a pintura toda no historial da Taça de Portugal. Após aquele jogo com o Vitória no Jamor, Jorge Jesus não tinha, nem tem, mais nada para nos dar. Tinha de ir à sua vida e nós tínhamos que aprender a lidar com isso.

Ainda por dentro, Cardozo tinha de ter saído. Saía Jesus, saía Cardozo e também saía Carlos Martins, por exemplo. Para se cortar o mal pela raíz até devíamos ter promovido a venda de Artur que arrasta consigo para sempre fantasmas dos momentos negros da época passada.

Optou-se por manter tudo! Até Carlos Martins.

 

Não houve vontade nem coragem de começar um novo ciclo, de procurar novos métodos. Era importante ter entrado uma nova equipa técnica mas com uma direcção forte na secção de futebol. Aproveitava-se para informar os sócios que o departamento de futebol tinha um líder e uma equipa em vez de termos algo que ninguém entende bem o que é e como funciona. A ideia que tenho do futebol do Benfica é que Jorge Jesus faz o que quer e bem lhe apetece, às vezes Vieira coloca um travão e acena com Rui Costa que ninguém percebe o que faz ali ao certo. Nem Vieira sabe explicar a cada entrevista que dá, nem Rui Costa deve saber direito o que anda ali a fazer no meio do líder Jesus e do Presidente Vieira. Por exemplo, onde anda Carraça? Saiu, ficou ? E o tal "novo" Director Desportivo ?

Enfim, está tudo como dantes, é Jesus a mandar e Veira a rezar para que a coisa corra bem.

 

O problema é que no futebol assim como não há grande ciência oculta e todos percebem um pouco do jogo também não há milagres! O ciclo esgotou-se mesmo. As vantagens de termos mantido Jesus este tempo todo esfumaram-se. E eram boas e relevantes. Jesus criou um hábito sagrado que nós já tínhamos esquecido e alguns nem sabiam como era... Falo dos jogos na Luz. Com Jesus em casa o Benfica passou a vencer quase sempre. Esta temporada não perdemos pontos com o Gil Vicente por ... milagre ( afinal há milagres no futebol mas são raros ) e agora esbarrámos num Belenenses regressado ao seu lugar e cheio de dores de crescimento que chega à Luz em choque com a perda do seu treinador. Jogámos zero.

 

Na primeira volta não conseguimos ganhar a nenhum dos vizinhos!

Após a vitória europeia e o suado triunfo em Guimarães tudo indicava que estávamos a começar um daqueles ciclos fortes de Jesus mas a tentação do treinador em fazer as coisas à sua maneira levou-o a ressuscitar Cortez! Não me venham com a conversa da rotação que para isso também tinha tirado Maxi Pereira e até Fejsa que tal como Siqueira não fez pré época connosco. E rotação ao 5º jogo de campeonato sem ter consolidado ainda um "11" ?!

 

Enfim, não quero estar aqui a culpar o pobre brasileiro, não é disso que se trata, o que interessa é que é mais um prova que o ciclo JJ terminou. Correu tudo mal e perderam-se pontos com uma das equipas menos fortes (nesta altura, entenda-se) da Liga.

Se os 2 pontos perdidos em Alvalade até se compreendiam nas contas finais, a derrota na Madeira e este empate caseiro dissipa todo o tipo de dúvida quanto ao êxito no fim da época. Lá está, há milagres mas só pontuais.

 

Por outro lado a Direcção do Benfica não consegue perceber o nosso campeonato. Não entende mesmo. Pior que isso, acha que domina todas as componentes da competição mas não percebe nada.

Esta tem sido a época em que a vergonha desapareceu de todo no que diz respeito a ganhar à força. O Benfica perde pontos quando joga mal. Justo.

O problema é que o Campeão está a revalidar o título da maneira que todos sabemos. Quando joga mal é criticado pela imprensa, é assobiado pelos próprios adeptos mas ... ganha! É um pormenorzinho que muda tudo. A maneira como deram a volta no Bonfim ou o modo como chegaram à vitória neste último jogo deixa tudo à mostra. Só não vê quem não quiser. Temos que viver com isto.

 

O nosso gigantesco problema , eu diria existencial, é saber que nem jogando no máximo das nossas forças, nem com os melhores e mais caros plantéis de sempre, nem com o melhor futebol que temos visto vamos conseguir ficar à frente do rival. Está mostrado, está provado. Basta um deslize nosso e morremos. O segredo disto é que quando eles deslizam já vão confortáveis ou então quando estão para deslizar algo os agarra e os mantém no rumo.

 

E nós o que fazemos ?

Bem, nós atacamos forte e feio nos comunicados. Uma modalidade recente muito querida pela nossa Direcção. Pessoal que adora escrever e ver a sua prosa divulgada pelo país enche-se de orgulho e ironias e goleia nos comunicados. Quase sempre sem resultados. Para quê? Na semana a seguir ainda é pior como se viu.

Ou então critica-se meios de comunicação. Há poucos meses o Benfica atirou-se forte e feio ao Correio da Manhã que tinha jornalistas que fumavam substâncias ilícitas. Espectáculo.
E depois? Ah, depois o nosso Presidente tem toda a honra em dar uma entrevista no canal de televisão desse jornal. Além disso esse canal passa a fazer cobertura do arranque dos nossos jogos. Uma coerência intrigante.

 

Não há rumo absolutamente nenhum no jogo de bastidores do campeonato. Calam-se quando deviam falar, falam quando deviam estar calados, atacam quem depois os recebe em casa. Não consigo entender a estratégia.

Mas entendo bem os resultados. Estão à vista.

 

O Presidente diz que estamos muito perto de ganhar, o treinador revela que a hegemonia será nossa e os sócios o que dizem? Aqui vamos ficar só mesmo pelos sócios para não ferir susceptibilidades, ok?

Os sócios viraram costas ao clube e ao futebol mas ninguém quer ver isso. Nem a Direcção que se esforça por esconder números nem os mais acomodados que desculpam a falta de militância no estádio, nos pavilhões e nas Assembleias Gerais com a crise financeira, a meteorologia e sabe-se lá mais o quê..

Acho que agora não dá mais para disfarçar nem tornar isto numa questão pessoal.

A equipa de futebol tem cerca de 30 mil pessoas a ir ao estádio, nas modalidades nem mil aparecem, nas Assembleias Gerais estão cerca de 500 no máximo. O mais deprimente deste estado foi ver a Luz em noite de Champions League com menos de metade das cadeiras ocupadas. Único estádio europeu nessa noite europeia que não encheu. Triste.

Mas isto explica-se.

 

Quantos Red Pass vendeu o clube esta temporada? Cerca de 20.000. Assim fica fácil ler-se os 30.000 que aparecem na Luz. 2/3 são cativos , 1/3 ocasional.  Não é preocupante ? A mim parece-me ser a falência de um projecto. Se o Estádio foi pensado para 60.000 pessoas acho que estamos bem abaixo das expectativas.

Só que o panorama é desolador. Os sócios estão fartos de Jesus , de Cardozo e , acima de tudo, de perceberem que isto nunca vai ter um final feliz. Já deram o seu contributo para alguns momentos bons mas o que os benfiquistas querem é títulos. E isso foi-se.

 

O mais preocupante de tudo isto é perceber que a mensagem oficial esta temporada é: a prioridade é o campeonato!

Bem, se isto é a prioridade nem quero ver o que está para vir nas Taças!
A Champions League acaba na Luz mas queremos é ganhar o campeonato.

A mim parece-me o contrário, o arranque do campeonato foi um desastre e a estreia na Champions foi positiva. Se calhar é apontar baterias à Europa. Aproveite-se o melhor plantel de sempre para brilhar na Europa.

É que no campeonato o melhor é começarem a pensar em trabalhar para a entrada directa na Champions da próxima temporada. Ganhar o campeonato português é uma missão absolutamente impossível mesmo que não estivéssemos em fim de ciclo e com esta postura moribunda. O título continua entregue, pensem no resto e parem com comunicados e prioridades.

Foram comidos outra vez em tudo.

E puseram-se bem a jeito para isso, diga-se de passagem. Quem não arruma a casa no verão nunca será campeão. O que se fez foi desarrumar mais e criar um caos aparentemente controlado. Deu asneira.
Volto repetir, vejam lá é se dá para o 2º lugar.

 

É uma dor interna e silenciosa não sentir a menor vontade em ir para a Luz em dia de jogo chegando lá em cima da hora do jogo e sair de lá arrastando os pés. É uma tristeza não ter voltado a vibrar com um golo do Benfica desde aquela noite com os turcos na Luz. É triste não ter a menor vontade de ir ver a equipa a lado nenhum. É que cada vez gosto mais de futebol e o Benfica teima em afastar-se dessa paixão.

 



publicado por J.G. às 00:33
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Terça-feira, 24 de Setembro de 2013

João Pinto Ganha o Livro Noites Europeias

Tem nome de craque e facturou. O vencedor chama-se João Pinto e acertou nas seis respostas às  15:01:

1 - 200 contos

2 - José Carlos Bauer

3 - Benfica 2 - 1 Bordeaux, Final da Taça Latina de 1950

4 - Steaua Bucareste e Anderlecht

5 - Bernd Schuster

6 - Eusébio, Nené e José Augusto

 

Parabéns!

Obrigado a todos que participaram nesta iniciativa.

publicado por J.G. às 09:45
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Segunda-feira, 23 de Setembro de 2013

Passatempo "Noites Europeias"

- Respondam no espaço dos comentários.
- Ganha um livro "Noites Europeias" o primeiro a acertar correctamente em todas as questões.
- Deixem o vosso e-mail após as respostas para serem contactados em caso de vencerem o passatempo.
Boa sorte.

 

Quanto pediu Bella Guttman à direcção do SL Benfica antes de assinar o contrato em 1960 como prémio por conquistar a Taça dos Campeões Europeus?

 

Qual era o nome do ex-internacional brasileiro que recomendou a Bella Guttman a contratação de um jovem jogador moçambicano de nome Eusébio?

Qual a final europeia - em que o SL Benfica participou - mais longa da história das Noites Europeias?

Para alcançar a final de 1988 da Taça dos Campeões Europeus, o Benfica eliminou duas equipas vencedoras de competições europeias. Quem?

Que futebolista, campeão europeu de selecções e nomeado por três vezes para o pódio do Ballon D´Or, marcou presença no histórico duelo entre o SL Benfica e o Bayer Leverkusen que terminou com um épico 4-4?


Quais são os três jogadores portugueses que passaram pelo Benfica com mais golos nas provas europeias da UEFA?
publicado por J.G. às 14:00
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Sexta-feira, 20 de Setembro de 2013

Brevemente Podem Ganhar Aqui um Livro "Noites Europeias"

 

Fiquem atentos.

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publicado por J.G. às 17:40
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